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Candle, entenda os gráficos usados na bolsa

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Você já viu em filmes ou séries os gráficos que são em barrinhas que os analistas usam para acompanhar a bolsa de valores? Provavelmente deve ter pensado que estes são de difícil leitura e que é necessário ser um profissional para entender o assunto. Porém, é possível compreender mais sobre este assunto, hoje vamos falar mais sobre candle.

O que é um gráfico de candle?

Candlestick é o nome dos gráficos mais populares para leitura da bolsa de valores, estes também podem ser chamados de candle. A tradução para essa palavra é “vela”. Sendo assim, este nome foi dado porque as barrinhas do gráfico lembram velas.

Esses gráficos podem te ajudar a entender mais sobre o sobe e desce de ativos na bolsa de valores. Com certeza estes devem estar presentes no seu home broker, este é o nome do programa em que se realiza a compra e venda de aplicações na bolsa.

Como ler estes gráficos?

Observe a imagem no começo da página, ela servirá como exemplo para todas as informações que trouxemos sobre a leitura de gráficos de candle neste subtítulo.

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Em primeiro lugar é necessário falar sobre as cores. A cor verde representa que o ativo teve uma valorização no período escolhido, enquanto a cor vermelha significa queda. No entanto, é importante ressaltar que cada investidor pode personalizar o seu gráfico e mudar as cores. Porém, estas tendem a ser as configurações mais normais.

A seguir é importante saber que você define qual intervalo de tempo essas “velas” vão representar. Por isso, você pode optar visualizar o sobe e desce dos ativos em 5 minutos, uma hora, alguns dias, etc. 

O tempo que você vai definir depende de qual será sua metodologia para investir. Sendo assim, vamos supor que você queira investir em day trade, ou seja, compra e venda de ações rápidas. Por isso, você pode ajustar o intervalo do gráfico de candle em horas e ver qual momento do dia a sua ação costuma valorizar mais. Deste modo pode comprar ela antes da valorização e vender depois. Por outro lado, caso queira fazer swing trade, vale a pena utilizar o gráfico de candle com um tempo mais longo.

Outros elementos do gráfico

Além das cores, que simbolizam valorização ou queda, o tamanho do candle pode te ajudar a ver qual foi a dimensão da mudança que ocorreu com o ativo. Sendo assim, “velas” longas podem demonstrar um grande crescimento ou uma grande desvalorização.

Vale lembrar que nas barras verdes o preço inicial é representado pela base do candle e o de fechamento pelo topo. Por outro lado, o inverso acontece no candle vermelho, no qual o topo é o preço de abertura e a base o fechamento. Isso ocorre devido aos movimentos de subida e queda. 

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Por fim, ainda vale falar sobre o pequeno risco que está localizado na parte de baixo e em cima de cada um dos candle. Esse representa o ponto máximo e mínimo que o ativo alcançou durante o período que foi selecionado.

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Mercados emergentes: saiba como investir neles

Pedro Hostyn

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O Brasil é um dos mercados emergentes mais promissores do mundo e isso atrai os olhares de diversos investidores no mundo todo. Isso porque os mercados emergentes têm maiores margens para crescimento. Para o investidor, isso significa que os ativos dessas bolsas podem subir mais que as ações das bolsas de mercados desenvolvidos, como Europa e Estados Unidos.

Nesse texto, vamos mostrar as vantagens de investir nos mercados emergentes, além de mostrar como você pode investir neles diretamente da sua plataforma.

O que são mercados emergentes?

Os mercados emergentes são aqueles que têm potencial de maior crescimento. Isso porque esses mercados não chegaram ao desenvolvimento, o que quer dizer que eles precisam preencher diversas lacunas em suas economias para ter um agregado de qualidade.

Com esses investimentos já consolidados nos mercados desenvolvidos, não é possível mais ganhar dinheiro com essas partes da economia nos mercados desenvolvidos. Um dos grandes setores disso são aqueles de tecnologia. Em mercados emergentes, a tecnologia é menos desenvolvida. Por isso, uma empresa de tecnologia de um mercado em desenvolvimento tem muito mais chances de dar bons retornos que uma empresa de tecnologia dos Estados Unidos, por exemplo.

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Por isso, os mercados emergentes têm maior potencial de crescimento no longo prazo e isso se reflete nos preços das ações listadas nessas bolsas. E apesar de serem mercados distantes, alguns ETF já permitem que o investidor aporte valores nessa rede de países.

Com isso, além de expor o seu dinheiro a diferentes moedas, o investidor consegue proteger seu patrimônio em empresas com maior potencial de crescimento. Dessa forma, mesmo que o Brasil não vá tão bem, esses mercados emergentes podem ir. São exemplos de mercados emergentes Taiwan, Arábia Saudita, Rússia e até a África do Sul.

mercados emergentes

Foto: Pexels

Como investir?

Para investir nos mercados emergentes, o investidor não precisa fazer muito esforço. Basta ir na plataforma da sua corretora e fazer a operação de compra de alguns ETF que fazem todo o trabalho para você. Esses fundos escolhem as empresas e compram para você. Contudo, você deve saber que nunca terá rendimentos maiores que as bolsas emergentes dessa forma.

Isso porque os ETF replicam índices, e não os superam em rentabilidade. De qualquer forma, é possível ter rendimentos acima do Ibovespa com esses mercados, caso eles performem melhor que o nosso índice.

A melhor forma de investir nesses mercados é pelo ETF BEEM39, o ETF do índice iShares MSCI EEM. Ele tem diversos mercados emergentes em carteiras. Mas caso queira investir em mercados específicos, você pode usar o BAAX39, que investe nos emergentes da Ásia, BIEM39 para mercados potenciais , BILF39, para mercados da América Latina. Para alguns países, temos o BCHI39, que investe na China, BNDA39, que investe na Índia, e o BEWT39, que investe em Taiwan.

Vale lembrar que investir no Brasil é, por si só, uma exposição a um mercado emergente do mundo. Apesar disso, esses ETF podem dar ainda mais exposição a mercados com alto potencial de crescimento. Além disso, esses ETF não impedem que o investidor invista nos Estados Unidos, dado que essa é a bolsa preferida dos investidores no mundo.

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A bolsa está barata? Confira a verdade por trás disso

Pedro Hostyn

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Não há um investidor sequer que não saiba que a bolsa está caindo e que os prejuízos do ano se acumulam a cada semana. O Ibovespa engatou 5 meses consecutivos de queda, chegando a atingir a casa dos 100 mil pontos que, até pouco tempo atrás, era a meta dos investidores. Mas diante das quedas, podemos dizer que a bolsa está barata?

Nesse texto, vamos levantar questões importantes e um gráfico intuitivo que vai mostrar que depende do setor que você quer analisar.

O cenário do país

A bolsa está caindo desde que o cenário fiscal e monetário do Brasil começaram a mostrar indícios de que problemas viriam. Desde que a inflação acelerou, o governo gastou mais e as contas ficaram desequilibradas, o mercado começou sucessivamente a diminuir a exposição ao Brasil.

A queda da bolsa reflete o aumento da inflação, os resultados da PEC dos Precatórios que, na prática, desequilibrará o orçamento brasileiro, entre outras instabilidades, dão ao Ibovespa uma queda de 12% no ano. Se pegarmos a queda a partir do topo, o percentual fica ainda maior, 20,12%.

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Por isso, o Ibovespa perde de pares de mercados desenvolvidos, como o S&P 500, mas também perde para índices de mercados igualmente emergentes. Dessa forma, a bolsa está barata, certo? Depende, porque o Ibovespa tem uma composição diversificada.

Cerca de 60% do Ibovespa é composto por empresas do setor financeiro e empresas ligadas às commodities. Os gráficos do time de gestão da Warren mostram o P/L do Ibovespa, que está bem abaixo da média dos últimos 10 anos. Isso, por si só, significa que a bolsa está barata.

bolsa está barata

P/L do Ibovespa. Foto: Warren Brasil | Reprodução

Contudo, se retirarmos as empresas financeiras e aquelas ligadas às commodities, veremos que o que está acontecendo é exatamente o contrário: a bolsa não está barata, ela está no preço justo. Para os amantes do valuation, isso significaria que você está pagando R$100,00 por R$100,00.

P/L do Ibovespa sem as empresas do setor financeiro e ligadas às commodities. Foto: Warren Brasil | Reprodução

Por isso, a Warren também fez um gráfico interessante que mostra quais setores estão baratos e, ainda, quais setores estão caros. A conclusão é que a bolsa está barata apenas em alguns setores, não em todos. Confira abaixo:

bolsa está barata

A bolsa está barata? Confira o P/L de cada setor. Foto: Warren Brasil | Reprodução

A bolsa está barata mesmo?

A conclusão desse estudo é que saber se a bolsa está barata, como um todo, depende da análise de setores. Como um total, a bolsa está levemente barata, mas nada que justifique entrar com valores volumosos na carteira de renda variável. É o momento de aportar mais dinheiro? Sim. Mas não é a “oportunidade do século”.

Além disso, caso seja da sua estratégia, você pode entrar comprando em empresas dos setores que estão mais baratos, segundo a imagem acima. Nesse cenário, é mais provável rendimentos maiores do que a média do mercado, mas nada é garantido.

De uma forma geral, a recomendação das gestoras é seguir a estratégia de aportes mensais nas empresas que você mais acredita para o seu longo prazo. A bolsa está barata? Depende!

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É hora de vender ações americanas?

Pedro Hostyn

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As ações americanas bateram as máximas e agora especialistas começam a ver a bolsa bastante descolada da realidade. Por isso, muitos bancos já falaram que a bolsa deve cair no curto prazo e fugir da ilusão de que está tudo bem com a economia. Apesar disso, após as falas do mercado, os índices americanos voltaram a bater recordes, o que animou novamente os investidores.

Contudo, a nova variante da covid e as notícias de que o FED vai acelerar o desestímulo à economia e aumentar os juros, as bolsas parecem perder força na sua onda de subida. Por isso, alguns investidores se questionam se é a hora de vender as ações de lá.

Por que as ações americanas subiram tanto?

Para saber o motivo da perda de força, é preciso saber o que fez com que as ações americanas subissem tanto. E para fazer, precisamos voltar ao início da pandemia. Isso porque a fuga dos investidores à economia mais forte do planeta é a explicação ideal para o que aconteceu e reflete até hoje.

Quando o mundo se deparou com a covid, os investidores saíram fortemente da bolsa, fazendo com que todos os índices operassem em quedas extremamente fortes. Mas passado o sufoco e a angústia, os investidores voltaram ao mercado começando pelos ativos de menor risco, que são as empresas listadas no mercado americano. Isso porque a moeda mundial é o dólar e ativos ligados a ele são mais seguros que os ligados a outras moedas, mesmo na renda variável.

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Além disso, a Nasdaq é composta de empresas ligadas à tecnologia. Na pandemia, a digitalização dos processos, no mundo todo, favoreceu as empresas desse índice, fazendo com que ele subisse de forma acentuada. E isso não refletia a situação da economia. Por isso, os investidores ficavam sempre na expectativa, que eram sempre maiores. Com os resultados trimestrais do mês passado, os resultados surpreenderam, mas as expectativas acabaram.

Isso porque a Ômicron chegou e o FED vai aumentar os juros. O balde de água fria tomou conta do mercado e agora os índices operam em queda ou, pelo menos, em altas menos relevantes. Mas isso quer dizer que é a hora de vender esses ativos? A resposta depende do que você quer para a sua carteira.

Ações americanas

Foto: Pexels

Vender ou não vender?

O fato de querer sempre achar o topo das ações americanas é um dos maiores empecilhos para a tomada de decisão dos investidores, principalmente aqueles de menor tempo de mercado. Por isso, o ideal é não tentar prever o mercado no curto prazo. A bolsa está cara nos Estados Unidos? Sim. Mas isso não quer dizer que ela não possa subir mais.

O argumento de que “as ações americanas estão caras” é pautada no indicador P/L do agregado do índice. O indicador que mostra isso é o Shiller PE Ratio. E esse indicador está caindo, mesmo com a bolsa subindo. Isso quer dizer que ainda há espaço para subida. E se analisarmos o histórico do P/L do S&P 500, esse indicador não está nem perto de estar nas máximas, ou seja, não há evidências de que seja a hora de vender.

Dessa forma, é hora de seguir com a estratégia, alocando parte do valor no cenário internacional para se proteger da desvalorização do real e da queda da economia brasileira.

 

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Saiba as ações que mais subiram e caíram em novembro

Pedro Hostyn

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O mês de novembro foi o quinto mês consecutivo de queda no Ibovespa. Com o fechamento nas mínimas do ano, o índice de ações brasileiro opera em queda de mais de 15% no ano. Apesar disso, o investidor deve saber que algumas ações performaram melhor que o índice, enquanto outras ficaram bem abaixo da referência.

Nesse texto, vamos mostrar os ativos que mais subiram, e também aqueles que mais caíram durante o mês passado.

Os motivos da queda do Ibovespa

Não existe um motivo único para a queda das ações brasileiras, representadas pelo Ibovespa. Por aqui, o cenário nacional e o cenário internacional afetam a cotação dos preços à medida em que as notícias chegam. Exatamente por isso que o mercado financeiro é irracional no curto prazo.

Contudo, a descoberta da variante Ômicron afetou bastante as expectativas da economia no mundo todo. Anteriormente, os lockdowns na Europa e o aumento de casos em diversos países do mundo lembraram que o planeta ainda está em pandemia e que ela está longe de acabar.

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Além disso, por aqui, a PEC dos precatórios em andamento e a inflação subindo de elevador estão preocupando os economistas e baixando as expectativas do PIB. Por isso, alguns setores são mais afetados que outros. Setores do varejo e da construção civil pioram em cenários de alta de juros, contudo os bancos tendem a dar resultados melhores no outro lado.

Por último, o tapering e a inflação nos Estados Unidos preocupam. Falas de Jerome Powell, presidente do Banco Central, sugerem que a inflação por lá não é passageira e que pode se manter por mais algum tempo. O atual presidente Joe Biden reelegeu Powell para a presidência do FED.

Ações

Foto: Pixabay

As melhores e as piores ações

Com esse cenário, os ativos do Ibovespa operam nos pregões e as ações têm diferentes impactos com o atual momento da economia. No mês de novembro, as ações que mais subiram não estão ligadas nem ao varejo nem à construção civil. Contudo, também não são as grandes empresas da bolsa, as chamadas blue chips.

Dentre os ativos que mais subiram, os 5 primeiros são Tim (TIMP3), Locamerica (LCAM3), Dexco (DXCO3), Energisa (ENGI3) e Suzano (SUZB3). As altas foram de 22,9%, 17,4%, 16,2%, 14,8%, 14%, respectivamente. Com a queda de 1,53% do Ibovespa, esses ativos performaram bem melhor que a referência.

Por outro lado, na parte das quedas, a dor dos investidores foi grande e os ativos foram bem abaixo do Ibovespa. Isso porque essas ações têm menores perspectivas com o atual cenário e os investidores prezam por sair de suas posições para buscar ativos mais seguros.

Por isso, as ações que mais caíram são Natura (NTCO3), Locaweb (LWSA3), Magazine Luiza (MGLU3), Assai (ASAI3) e Banco Pan (BPAN4). As quedas foram -31,3%, -27,9%, -27,8%, -16,6% e -15,2%, respectivamente. Dentre as empresas, o destaque fica com Magazine Luiza, que é uma das empresas mais queridas da bolsa de valores e opera em uma queda vertiginosa durante 2021. No atual ano, ela caiu mais de 70%.

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Com isso, o mês de novembro também apresentou ações com oportunidades, assim como dezembro, que se inicia hoje. Apesar disso, é quase impossível prever os ativos que terão os melhores retornos, dado que o mercado vive de expectativas e notícias. Por isso, consolide-se na sua estratégia de investimentos e siga ela em todos os cenários.

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Vitreo lança dois fundos de investimentos em criptoativos

Pedro Hostyn

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A corretora Vitreo colocou no mercado, hoje, dois novos fundos de investimentos em mercado de criptoativos, de modo a expor os investidores a essas novas formas de investimentos. Agora, investidores do varejo e investidores qualificados podem investir em smartcoins e outros criptoprodutos de forma facilitada.

Ambos os fundos têm gestão ativa e têm a alocação baseada nas análises da Empiricus, uma das maiores casas de análises do Brasil.

Fundos da Vitreo

Os fundos da Vitreo são divididos em duas modalidades, para atender às diferentes legislações da CVM. Por isso, ela lançou um fundo para o varejo, ou seja, pessoas comuns. O outro é para investidores qualificados, que são pessoas físicas ou jurídicas que têm mais de R$1 milhão em ativos financeiros.

O primeiro fundo é o Vitreo Cripto Smart, que investe em contratos inteligentes, como Solana e Ethereum. Para esse fundo, a corretora se utilizou de ativos baseados no exterior. Por isso, ele é apenas para investidores qualificados. Ele tem taxa de administração de 1,5% ao ano e uma taxa de performance de 20% sobre o que exceder os rendimentos do ICE US Treasury Short Bond Index TR +2%, que é um índice de crédito privado dos Estados Unidos. O valor mínimo é de R$5 mil

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O segundo fundo é o Vitro Coin Smart, que é o fundo de investimentos disponíveis para todos os investidores do varejo. Nele, a corretora optou por uma exposição de 20% ao fundo Vitro Cripto Smart, enquanto os outros 80% são investimentos em ETF de criptomoedas da bolsa de valores. Sobre esses ETF, nós já comentamos cada um deles nesse texto aqui. A taxa de administração do fundo é de 0,34% ao ano e ele, em si, não tem taxa de performance. Apesar disso, por investir no Cripto Smart, que tem taxa de performance, ele tem incidência indireta dessa taxa. O valor mínimo é de R$1 mil.

Vitreo

A Vitreo lançou dois fundos em criptoativos. Mas eles têm detalhes escondidos. Foto: Pexels

Vale a pena investir?

Os fundos da Vitreo são, de fato, inovadores. Mas o investidor precisa prestar atenção em alguns detalhes escondidos pela própria empresa. Esses pequenos detalhes podem fazer toda a diferença na sua rentabilidade futura. No final das contas, isso pode custar muito.

Começando pelo Cripto Smart, o fundo tem alta taxa de administração. Além disso, o fundo tem um benchmark que se trata de uma renda fixa. Ou seja, o fundo de renda variável terá comparação com a renda fixa. Para a maioria dos investidores, isso não faz o menor sentido.

Já sobre o Coin Smart, o fundo investirá no Cripto Smart, que tem altas taxas, e além disso vai investir em ETF da bolsa, que também possuem taxas. Nesse investimento, o investidor tem, pelo menos 5 taxas embutidas nos seus investimentos. Com isso, a taxa sobre taxa é forte no fundo, o que vai atrapalhar os rendimentos.

De uma forma geral, são muitas taxas envolvidas e vale mais a pena estudar diferentes ativos e diversificar os investimentos por conta própria. Vale lembrar que os investimentos em criptoativos pode ser feita através de corretoras internacionais, sem a regulamentação efetiva da Receita Federal. O mesmo não acontece com os fundos.

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Os melhores BDR para investir na bolsa

Pedro Hostyn

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Se você busca diversificar o seu patrimônio, de modo a expor ele aos rendimentos do dólar, já deve saber que os BDR são uma excelente opção. Isso porque eles também variam com a variação do dólar, protegendo seu patrimônio da alta da moeda americana. E com isso, saber quais são os melhores BDR para investir também pode dar retornos ainda maiores, segundo a Toro Investimentos

A corretora, que recentemente comprada pelo banco Santander Brasil, reuniu especialistas para montar a lista de ativos estrangeiros.

Os investimentos em BDR

Investir em BDR se tornou mais acessível graças aos esforços da B3 em popularizar o investimento para todos os tipos de investidores no Brasil. Com isso, os ativos ganharam mais liquidez e conseguiram se consolidar nas carteiras de investimentos dos mais diferentes agentes do mercado.

Hoje, é comum vermos fundos de investimentos voltados apenas a esses papéis. E com isso, o investidor brasileiro consegue investir em grandes empresas, como Disney, Apple, Microsoft, Tesla e tantas outras. Além disso, um estudo mostra que os investimentos em BDR subiram 1.400%, fazendo parte da rotina do investidor.

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Vale lembrar que a modalidade é recente e foi disponibilizada para todos os investidores desde outubro de 2020, apenas. Com isso, o investidor passou a se proteger do Risco-Brasil de forma mais fácil e, muitas vezes, sem corretagem.

BDR Toro Investimentos

Foto: Pixabay

Quais os melhores ativos?

Segundo a Toro Investimentos, os melhores BDR para investir são aqueles que estão mais populares entre os brasileiros. Isso porque esses ativos possuem maior liquidez e, com isso, diminuem o risco da renda variável aos investidores, dado que na hora da venda, o titular pode vender sem problemas.

Contudo, é importante lembrar que essas empresas mais populares são aquelas já consolidadas no mercado. Por isso, essa carteira não vai ter rendimentos excepcionais ou muito acima do mercado. Isso porque as empresas citadas são as que têm maior peso nos índices. Com isso, se elas sobem, os índices também sobem. Por isso que alguns investidores buscam investir em Small Caps.

De qualquer forma, os BDR mais populares, segundo o levantamento da Toro são, em ordem alfabética: Apple (AAPL34), Amazon (AMZO34), Alibaba (BABA34), Coca-Cola (COCA34), Disney (DISB34), Facebook (FBOK34), Google (GOGL34), Mercado Livre (MELI34), Microsoft (MSFT34) e Tesla (TSLA34). Com esses papéis, a Toro acredita que você terá uma boa exposição ao mercado mundial, além de ter em carteira empresas que dificilmente deixarão de ser líderes de mercado, pelo menos no curto prazo.

Com isso, é uma carteira ideal para quem quer maior segurança e uma visão de longo prazo. Vale lembrar que, mesmo investindo nessas empresas, você não pode deixar de investir no Brasil. Isso porque uma diversificação entre diferentes países é fundamental para você ter uma carteira saudável.

Portanto, os BDR se somam aos seus ativos brasileiros e formam, como um todo, uma carteira que dá dinheiro a você em quase todos os cenários. Apesar disso, você sempre deve analisar aquele segredo que nunca te contaram sobre os BDR que falamos aqui.

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