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Dicas

3 alertas para quem quer começar a investir

Pedro Hostyn

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Começar a investir é um dos maiores planos das pessoas. Toda virada de ano, a maior promessa é que no ano seguinte você guardará dinheiro para que, na outra virada de ano, você possa viajar para fora do país. Apesar disso, é importante que você, além de fazer a meta, coloque-a em prática. E para começar a investir, alguns cuidados são importantes na hora do primeiro aporte.

Por isso, citamos 3 coisas que você deve ver antes de começar a investir. Essas etapas parecem básicas, mas elas podem dar grandes sustos caso você deseje resgatar antes do previsto.

Cuidado com os prazos

Muitos investimentos costumam operar com prazos. Isso porque os títulos de renda fixa são usados para financiar as dívidas e os processos de algumas empresas e, para ter o retorno prometido, é importante que você cumpra os prazos. Apesar disso, não é apenas a renda fixa que tem prazos.

Títulos como CDB, LCI, LCA, CRI, CRA, entre outros, possuem prazos de carência. Por isso, no mercado, é comum que você veja ativos com bons retornos, mas que possuem carência de, às vezes, 5 anos. Apesar disso, existem títulos com prazos menores, como 90 dias, 180 dias, 1 ano, e assim por diante. Dessa forma, antes de investir, olhe os prazos. Caso você precise cumprir algum, é bem provável que você fique sem poder resgatar o dinheiro em caso de emergência.

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Por outro lado, fundos de investimentos, incluindo renda variável, podem possuir prazos de resgate. Com isso, em vez de esperar para resgatar, você deverá esperar após resgatar. Essa prática é comum no mercado por causa da necessidade de as gestoras venderem os ativos para cobrir suas retiradas de valor. Por isso, atente-se também ao prazo de cotização dos fundos, caso vá investir por esse meio.

começar a investir

Foto: Getty Images

Atente-se ao risco antes de começar a investir

É bem provável que você queira o maior retorno possível quando quer investir. Mas isso vem, sempre, atrelado a um risco maior. Funciona assim: quanto maior o retorno que você desejar, maior o risco que deverá tomar. Por isso, se você quer grandes rentabilidades, deve estar disposto a perder dinheiro também.

Contudo, muitas pessoas não gostam de ver um rendimento negativo. Por isso, antes de investir, é importante fazer o perfil de investidor. Ele decidirá quais ativos você pode, ou não, investir. Quem define esses produtos não são as corretoras, mas sim a CVM, o órgão máximo do mercado de capitais do país. Perfil conservador pode investir apenas em renda fixa, enquanto os outros podem investir em mais produtos, também com maior risco.

Olho nas taxas

Nem sempre o melhor fundo dará o melhor rendimento. Isso porque grande parte dos produtos e das corretoras possuem taxas. E elas são várias: taxa de administração, taxa de performance, taxa de gestão, e assim por diante. No longo prazo, essas taxas pegam parte dos seus rendimentos, o que não é bom para você.

Por isso, opte sempre pela menor taxa. E para isso, as corretoras competem fortemente para atrair seus clientes. Alguns bancos possuem taxa zero para seus produtos, enquanto que para produtos de outras instituições cobram taxas maiores. Dessa forma, pesquise bem antes de investir e procure sempre as menores taxas. E não há problema caso queira investir em mais de uma corretora. Caso isso leve a menores custos, basta organizar os ativos em uma tabela após começar a investir.

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Estudante de Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Experiência com o mercado de investimentos e análises políticas fazem parte da rotina. Atualmente, atua como assessor de atendimento e escritor do presente jornal.

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BIVB39: é uma boa escolha para investir no S&P 500?

Pedro Hostyn

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Investir nos Estados Unidos é uma excelente forma de proteger o seu patrimônio. Ao saber disso, buscar formas cada vez mais simples de investir no mercado mais desenvolvido do mundo passa a ser a meta dos investidores. Contudo, poucos conhecem ou sabem da existência do BIVB39, atual concorrente do IVVB11, que também replica o S&P 500. Ambos os ativos replicam o principal índice de ações do mundo, mas algumas diferenças podem mudar os retornos dos seus investimentos no longo prazo.

Porém, antes de falar sobre o BIVB39, é importante que expliquemos, de forma sucinta, o que é o S&P 500, o índice que esse ativo replica. Além disso, vamos falar quais empresas constam nesse índice, para que o investidor saiba onde está colocando, mesmo que indiretamente o seu dinheiro.

O que é o S&P 500?

O Standart and Poors 500 é uma carteira teórica de ações que conta com as 500 maiores empresas do mundo. Por contar com essas gigantes, o índice é um termômetro global da renda variável e é utilizado como comparativo para outros investimentos em ativos de risco. Por isso, o mundo inteiro olha para esse índice.

Assim como no Ibovespa, o S&P 500 não permite um investimento direto, dado que se trata de uma carteira teórica. Porém, dentro dessa cesta de ativos estão Google, Microsoft, Tesla, Apple e outras gigantes do mundo. Contudo, algumas gestoras de investimentos replicam essa carteira em ativos reais, fornecendo uma rentabilidade bastante semelhante ao investidor. O ETF mais famoso do mundo para replicar o S&P 500 é o IVV, listado na bolsa americana.

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Porém, para replicar o IVV, as gestoras podem tomar duas medidas: ou elas compram o ETF no mercado exterior e fazem um fundo com 100% da alocação nesse ativo; ou elas replicam diretamente o IVV na bolsa brasileira, através de um BDR de ETF. E é aqui que está a diferença entre o BIVB39 e o IVVB11.

BIVB39 IVVB11 S&P 500

Foto: Unsplash

A diferença entre o IVVB11 e o BIVB39

Apesar de apresentarem rentabilidades semelhantes desde seus lançamentos, esses dois ativos ainda podem dar muita dor de cabeça aos desavisados. Isso porque, além de contar com diferentes gestoras, os ativos têm taxas diferentes.

Começando pelo IVVB11, diferentemente do BIVB39, o ETF gerido pela Black Rock investe 100% no IVV. Contudo, para fazer isso, a gestora cobra uma taxa de 0,23% ao ano para fazer essas compras. Com isso, a Black Rock compra o ETF IVV diretamente na bolsa americana. Contudo, a gestora do IVV, a Black Rock USA, cobra uma taxa de 0,3% ao ano. Com isso, a taxa total fica em torno de 0,53% para cada ano investido no IVVB11.

Contudo, o BIVB39 é um BDR do IVV. Ou seja, em vez de comprar o IVV, o mercado apenas o replica aqui no mercado brasileiro. Isso gera uma taxa menor, dado que a taxa do BIVB39 é de apenas 0,3% ao ano, a taxa do ETF IVV. Com isso, no longo prazo, pode haver grande diferença de rendimentos, devido a uma taxa de 0,23% ao ano. Com isso, para cada mil reais investidos, haverá uma diferença de taxas de R$23 reais a cada 10 anos de investimentos, o que no final resulta em uma diferença de rentabilidade de 2,32%.

Por causa dessa taxa, analistas começam a recomendar a compra do BIVB39. Porém, é preciso que o investidor se atente à liquidez do ativo, que é bem menor que a liquidez do IVVB11.

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Warren lança novo fundo de criptomoedas; confira

Pedro Hostyn

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A Warren, a maior gestora de carteiras de investimentos do Brasil, lançou mais um fundo, o Fundo Warren Cripto. Voltado para as criptomoedas, o fundo é o primeiro com gestão ativa de portfólio. Além disso, o valor mínimo é de R$1,00 e é acessível a todos os investidores. A febre dos fundos de investimentos em criptomoedas vem para democratizar ainda mais esse investimento a quem é leigo no assunto ou quer concentrar tudo em uma plataforma apenas.

O Fundo Warren Cripto tem estratégia semelhante a seus pares, mas conta com a grande vantagem de não ter taxa de administração. O valor inicial também permite que qualquer um consiga entrar nesse mercado.

As vantagens de um fundo

Investir através de fundos de investimentos permite que o investidor delegue a carteira para profissionais especializados na área e que passam o dia todo falando sobre aquele investimento. Por isso, é bastante comum que fundos de investimentos performem melhor que carteiras pessoais. Apesar disso, os fundos de criptomoedas não estão acessíveis a todos em grande parte. O Fundo Warren Cripto mudará isso.

Isso porque alguns fundos de criptomoedas investem em mercados exteriores e, com isso, ficam aptos apenas para clientes qualificados ou profissionais. Ainda, os fundos de investimetos para o público em geral investem nos fundos de investidores qualificados, o que resulta em um amontoado de taxas nos seus investimentos.

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Exatamente por isso, a Warren solucionou o problema criando um fundo de criptomoeda melhor que seus pares de mercado e distribuindo para qualquer investir. Isso porque o Fundo Warren Cripto tem gestão ativa, ou seja, a alocação pode ser modificada conforme a gestão do fundo achar melhor. Normalmente, os melhores fundos do mercado atuam assim.

fundo de criptomoeda Warren Fundo Warren Cripto

Foto: Warren | Divulgação

O fundo de criptomoedas da Warren

O fundo de criptomoedas da Warren é o primeiro de gestão ativa do Brasil, o que faz com que ele tenha uma composição variável de ativos. Além disso, a gestora prevê investir em criptomoedas fora do mainstream, o que pode trazer excelentes retornos no curto prazo. Além disso, a empresa evita investir em ETF de criptomoedas, o que diminui ainda mais as taxas.

Por isso, o Fundo Warren Cripto é, atualmente, o mais acessível do Brasil para quem quer investir nessa modalidade. O valor mínimo de R$1,00 permite que você diversifique bastante a sua carteira de investimentos e consiga ficar exposto às variações não apenas do Bitcoin, mas também de diversas criptomoedas.

Vale sempre lembrar que os fundos da Warren são isentos de taxa de administração. Contudo, o fundo tem taxa de performance de 15% do que ultrapassar o CDI. A média do mercado é de 20%. Além disso, o fundo busca ter rendimentos acima do Bitcoin, operando com volatilidade ainda menor. Na sua alocação, o fundo investirá 100% do valor em criptoativos, seja por meio de derivativos e mercado futuro, seja por meio de compra, de fato, dessas moedas. Por isso, se você pretende se expor ao metaverso e às demais formas de investimentos da era digital, o fundo da Warren é bastante recomendado.

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Dicas

Crowdfunding: o jeito mais fácil de investir em startups

Pedro Hostyn

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Muitos investidores começam a ver empresas que têm potenciais lucros, mas não conseguem acessá-las pelo mercado tradicional, dado que elas não tem suas ações listadas em bolsa. Contudo, existe um meio simples de você investir nessas startups: chama-se crowdfunding.

Apesar de ser um nome complicado, o intuito por trás é bastante simples. O modelo busca unir investidores às empresas em crescimento, fazendo com que o mercado brasileiro se desenvolva ainda mais. Além disso, o investidor que opta por essa modalidade pode fazer o dinheiro render bem acima do mercado, basta tomar alguns cuidados.

O que é crowdfunding?

Crowdfunding é um termo em inglês para falar sobre pessoas físicas investirem em títulos de empresas ainda em crescimento, as startups. O termo, que em tradução literal seria “fundo das multidões”, tem uma estratégia bastante simples: captar recursos de investidores em troca de partes da empresa. E hoje no Brasil existem diversas corretoras que fazem isso.

E isso não está restrito a apenas um mercado. Hoje, as corretoras permitem investir em empresas do ramo imobiliário, setor de tecnologia e toda e qualquer startup que deseje abrir uma parte do seu capital. Apesar de ser bem semelhante a um IPO, existem algumas diferenças, como a liquidez. Isso porque esses ativos não são listados em bolsa, o que dificulta a compra da sua parte, caso você deseje vender. Por isso, é importante que você saiba que são investimentos para o longo prazo.

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Além disso, é importante lembrar que esse é um investimento que deve ser feito após você ter a reserva de emergência pronta e também ter alguns ativos em renda variável. Por ser altamente arriscado o crowdfunding, analistas recomendam que você já tenha certa experiência no mercado. Além disso, diferentemente dos ativos em bolsa, o papel do crowdfunding não fica variando de preço todos os dias, sendo um investimento estritamente pautado no valor.

crowdfunding

Foto: Avi Richards | Reprodução

Como saber se vale à pena começar?

Para saber se o crowdfunding é para você, existem algumas reflexões que você precisa fazer antes de mirar esse tipo de investimento. Normalmente, ele é mais restrito a pessoas com maior poder aquisitivo e que pensam, de fato, em ter uma empresa. Apesar disso, algumas corretoras permitem aportes mais baixos, o que democratiza esse mundo.

Para saber se o crowdfunding se encaixa no seu portfolio, é importante ver se você tem valores suficientes no mercado tradicional. Isso porque diversificar nas maiores empresas é mais recomendado que as startups, principalmente para iniciantes. Com isso, dê sempre preferência para as ações antes de crowdfunding. Ainda, se quiser investir em empresas de crescimento na bolsa, mire as small caps.

Caso você já tenha investimentos suficientes na sua corretora de valores, é importante que você se questione se está apto a esperar 10 ou 15 anos para ter o seu investimento de volta. Isso porque as startups são empresas que precisam de tempo para crescer e, para ganhar dinheiro, você precisa esperar. Caso você ache que é para você, plataformas como a Urbe.me e a Wiztartup estão disponíveis a qualquer investidor. Basta esperar surgir uma captação e entrar com o dinheiro.

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Corretoras

Criptomoedas: saiba por onde começar

Pedro Hostyn

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Se você começou agora no mundo dos investimentos, já deve ter reparado que existe uma grande controvérsia em torno das criptomoedas. De um lado, grandes investidores não gostam desse tipo de investimento. Por outro, grandes figuras da internet afirmam que compraram criptoativos e que acreditam no futuro desses produtos. Por isso, nesse texto vamos mostrar o que está por trás dessa discussão e, caso você queira começar a investir, como fazer isso.

Vale lembrar que é um tema bastante vasto e que vamos buscar resumir apenas um passo a passo, evitando falar dos conceitos de cada criptomoeda. Isso você pode encontrar aqui.

Contra ou a favor? Escolha o seu lado!

Se você começar a pesquisar sobre criptomoedas a fundo, verá que muitos gestores são contra esse tipo de investimento. Por outro lado, grandes finfluencers (influenciadores de finanças) se mostram muito favoráveis às moedas digitais e as defendem com orgulho.

E desse lado da disputa estão grandes nomes das finanças. Por um lado, Warren Buffet e seu braço direito, Charlie Munger, já afirmaram que são contra as criptomoedas. Do outro lado, Robert Kyiosaki, autor do livro “Pai Rico, Pai Pobre”, já chegou a dizer que as criptomoedas vão acabar com as moedas tradicionais. E dentro dessa grande discussão, existe um fator imprescindível para analisarmos: o tempo.

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Isso porque todas as classes de ativos (ações, renda fixa, ouro, commodities, entre outras) se provaram sólidas ao longo do tempo. Ações continuarão existindo, mesmo que empresas venham à falência. Negociações de ouro são características humanas desde os primórdios das civilizações. A renda fixa é a porta de entrada dos investimentos há anos. Grandes empresas negociam commodities todos os dias, em volumes gigantescos de dinheiro. Mas isso não acontece com o Bitcoin, por exemplo. Para se ter uma ideia, o Bitcoin nasceu em 2008, ou seja, 13 anos.

Esse prazo é extremamente curto para analisarmos se um ativo tem ou não fundamentos. Por isso, a moeda pode não se provar ao longo do tempo, caso governos queiram barrar as moedas ou, ainda, caso haja muita manipulação de mercado. Até o momento, apenas El Salvador tem o Bitcoin como moeda. Por isso, você precisa analisar as perspectivas do futuro para saber se acha, ou não, que o mundo cripto se manterá ativo.

criptomoedas

Foto: André McKezie | Reprodução

Caso queira comprar criptomoedas

Se você é um dos entusiastas desses ativos, saiba que é bastante simples de comprar criptomoedas. Hoje, existem corretoras enormes negociando esses ativos que estão dando retornos enormes a alguns investidores e transformando pessoas comuns em milionários. Por isso, é hora do passo a passo.

Antes de mais nada, é importante avisar que você precisa estudar as criptomoedas. Cada uma delas funciona de uma forma distinta na prática, o que pode não se encaixar na sua estratégia. Depois disso, você pode abrir conta em uma corretora de criptomoedas. Para dar três exemplos: Binance, Crypto.com e Coinext. Após isso, basta depositar por lá e operar a moeda que desejar. De forma bastante simplificada, você compra as moedas após a corretora descontar as taxas.

Contudo, caso não queira abrir conta em uma nova corretora, saiba que é possível investir em criptomoedas através de fundos de investimentos e, ainda, através de ETF na conta da sua corretora. Apesar de ser um meio mais tradicional, você deve saber que a volatilidade é igualmente alta nesses investimentos.

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Dicas

Final de semana: as dicas para curtir a folga

Pedro Hostyn

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É hora de coletar algumas dicas de economia para aproveitar o tempo para estudar mais sobre seus investimentos. E no texto dessa semana, aproveitando a black friday, vamos aproveitar e colocar livros a mais, para que você possa aproveitas as promoções.

Começando por eles, então!

Os livros do seu final de semana são, com certeza, dois dos melhores livros de finanças e mindset para os investidores. E saber como lidar com os seus investimentos, principalmente em momentos de queda, é o que vai diferenciar bons investidores dos maus investidores.

Por isso, os investidores devem saber o que os já consagrados fizeram. E por isso, saber as estratégias usadas e criar uma própria pode diferenciar os seus resultados da média do mercado. Dessa forma, dentre os diferentes modos, saber “O Jeito Warren Buffet de Investir” pode ser excelente para você saber a estratégia de um dos maiores do mundo.

Por outro lado, os “Axiomas de Zurique” podem dar a você boas dicas de como grandes banqueiros investem e fazem suas fortunas. Afinal, para ficar rico, você deve saber como fazer isso. O livro é uma das obras mais consagradas do mundo dos investimentos e já mudou a percepção de muitas pessoas sobre o dinheiro.

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Para escutar no final de semana

Um podcast muito bacana para o seu final de semana é daqueles que você pode ouvir três das maiores personalidades do mundo dos investimentos e do aprimoramento pessoal. E foi o que fez o Flow, reunindo Thiago Nigro (o Primo Rico), Bruno Perini e Joel Jota, líder em autoconhecimento e autoaprimoramento.

No podcast, eles falam tudo sobre suas histórias, seus pensamentos, e o melhor de tudo, como chegaram ao sucesso. Mais um excelente material para que você consiga se superar a cada dia, dentro da sua realidade.

Para acessar esse papo, basta clicar aqui.

Filme do final de semana

O filme para você assistir no seu final de semana é uma história que já contamos aqui, mas é sempre muito bacana rever. Se você está com dívidas, problemas pessoais e financeiros ou quaisquer outros entraves, é importante que você saiba que pode superar essas adversidades.

Dessa forma, “À Procura da Felicidade” mostra a história de Chris Gardner, um ex-morador de rua que conseguiu enriquecer e se tornar uma figura importantíssima no mercado financeiro. O filme rendeu diversos prêmios a Will Smith, desde Oscar, até Globos de Ouro.

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final de semana

Foto: Pexels

Vídeo do YouTube

E para o seu final de semana, vamos falar também de estratégias de investimentos. Isso porque elas permitem que você retire os vieses comportamentais das suas decisões, pautando-as sempre pela racionalidade.

E uma das estratégias mais famosas do Brasil é a ARCA, feita por Thiago Nigro. Mas no vídeo, Ramiro Gomes, do Clube do Valor, fala sobre com o que concorda e com o que discorda com essa estratégia. Um vídeo que pode ajudar muito. Veja aqui.

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FII de papel: ativos que podem aprimorar sua rentabilidade

Pedro Hostyn

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Com a alta da taxa de juros, muitos investidores da renda variável buscam meio de aprimorar ainda mais os ganhos na bolsa de valores. E muito disso pode vir com os FII de papel, afinal, esses fundos imobiliários são excelente fonte de renda passiva para o investidor.

Contudo, quanto maior a Selic, mais difícil fica para os outros tipos de ativos acompanharem as taxas na política de dividendos. Apesar disso, esses FII podem ser a oportunidade perfeita.

O que são os FII de papel?

Tradicionalmente, os fundos imobiliários são aqueles ativos que têm muitos imóveis e geram lucro com seus aluguéis mensais. Mas isso não ocorre, por exemplo, nos FII de papel que, em sua grande maioria, não têm imóveis físicos. Apesar disso, eles contam com ativos de dívidas de outras empresas, e isso pode ser bem mais lucrativo, ainda mais nesse momento.

Por isso, os FII de papel têm na carteira uma série de ativos, como os CRI, CRA, LCI, LCA, entre muitos outros. Como o foco é no mercado imobiliário, os CRI e as LCI são predominantes. E nelas, o FII empresta dinheiro para outras, em troca de uma remuneração. E é aí que está a mágica!

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Isso porque ao ter os retornos dos ativos, essa dívida é atrelada, em grande parte, à taxa do CDI ou, ainda, à inflação. Dessa forma, com o aumento da Selic e com o aumento do IPCA e do IGP-M, os fundos de papéis tendem a ganhar mais que os outros, o que também faz com que seu preço suba ou, pelo menos, caia menos que os outros.

É por esse modo que os FII de papel conseguem repassar, ao investidor, a correção dos preços pela inflação de modo mais fácil. Com isso, nessa alta inflacionária atual, o cotista consegue proteger seus dividendos da alta dos preços, buscando proventos ainda maiores.

FII de papel fundos imobiliários

Foto: Envato Elements

A performance desses ativos

Um levantamento da Teva Indices mostrou que os fundos imobiliários de papel subiram, em média, 4,5% no ano de 2021. Enquanto isso, alguns FII de tijolo, que têm maiores dificuldades em épocas de IPCA alto, apresentaram uma queda média de 8%.

No caso dos fundos de tijolo, o interessante é pensar que esses ativos têm maiores problemas para repassar a inflação aos cotistas. Isso porque o reajuste dos imóveis se dá uma vez ao ano. Ainda, os contratos atrelados ao IGP-M demandarão negociações, à medida que o índice já ultrapassa os 27% no ano.

Por outro lado, esses rendimentos mostram a fuga dos investidores para os FII de papel, de modo a buscar aprimorar a rentabilidade. E alguns fatores ainda somam para quem quer fazer isso. O primeiro é que a inflação, no curto prazo, não está necessariamente dando trégua. Dessa forma, esses papéis ainda seguirão pagando mais. O segundo fator é que a taxa Selic continuará subindo e deve atingir os dois dígitos no início do ano que vem.

Com essa realidade, os FII de papel podem se proteger cada vez mais, com uma arrecadação maior. Além disso, protegem o investido, à medida que os proventos vão ficando cada vez maiores.

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