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CDB

Selic pode chegar a 12%; saiba como aproveitar

Pedro Hostyn

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O aumento da inflação no cenário brasileiro tem pressionado o Banco Central para aumentar a taxa Selic cada vez mais. Apesar disso, a entidade dizia que a inflação começaria a dar uma trégua em outubro e o mercado viu que não foi bem isso que aconteceu. Isso porque os dados do IPCA para o mês são os mais altos em 19 anos.

Dessa forma, economistas começam a recalcular a rota e, nessa fase, muitos deles começam a prever uma Selic a 12%. E você, como investidor, deve saber aproveitar isso desde agora.

Vale a pena investir onde?

Uma das frases mais famosas do mercado financeiro, pelo menos da parte dos clientes, é: “qual é o melhor investimento?”. E para ser sincero, quem trabalha com investimentos detesta essa pergunta, por que a resposta é um “depende”, seguido de, mais ou menos, uns 10 minutos de fala.

Isso porque a economia é dinâmica. Tudo muda a todo momento. Por isso, “o melhor investimento” é aquele que, basicamente, ninguém viu. E a explicação é simples: o mercado começa a se dar conta de uma oportunidade quando ela já se tornou realidade, não quando ela é uma suspeita. E é exatamente isso com a taxa Selic nesse exato momento: a inflação está subindo e a Selic precisa subir também. O topo? Ninguém sabe, mas economistas acreditam em 12% ao ano.

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Na internet, “especialistas” e influencers afirmam que é o momento de Tesouro IPCA, mas todos esquecem da taxa Selic. E eu, particularmente, acho que é hora de começar a olhar para esses títulos. Contudo, isso não quer dizer que o título ligado ao IPCA vai pagar mal, porém eu acho que o título ligado à Selic vai tomar a dianteira já no início do ano que vem.

Por isso, se você ainda acha vantajoso comprar o IPCA, eu concordo com você. É vantajoso comprar o IPCA, ainda mais com IPCA + 5,14% no título de 2026. Contudo, a Selic vai começar a subir e você só vai se dar conta dela quando ela atingir o topo.

Selic

Alguns produtos podem ajudar você a ganhar acima da Selic. Foto: Getty Images | Reprodução

Produtos para ganhar com a Selic

Por isso, para ganhar com a Selic, você pode usar o Tesouro Selic, normalmente, e sem riscos. Contudo, a ideia é ganhar mais, ainda com segurança. Por isso, alguns títulos de crédito privado são a saída nesse momento, dado que eles pagam acima do CDI.

Com isso, CDB que pagam 110% do CDI, por exemplo, são excelentes saídas para o médio prazo. Por outro lado, a mesma regra vale para LCI, LCA, LC, LF, debêntures e qualquer outro título que tenha sua taxa atrelada ao CDI. Contudo, esses produtos possuem carência de anos, muitas vezes, o que sabemos que alguns não gostam ou não podem.

Por isso, um fundo de crédito privado, como o Fundo Warren CP ou o Fundo ARX Denali FIRF CP, podem ser saídas eficientes para o seu investimento. Isso porque os fundos renderam 154,80% e 263,20% do CDI, respectivamente, nos últimos 12 meses. Com isso, eles podem projetar taxas acima do CDI no futuro, mesmo que não mantenham esses percentuais. Até porque rentabilidade passada não garante retorno futuro, lembre-se disso!

Nos exemplos acima, ambos os fundos tem 2 dias de liquidez para resgate, mas são 2 entre milhares de opções de fundos, inclusive dentro da sua corretora. Por isso, é só procurar e começar a aportar gradativamente. Quando a Selic estiver no topo, você já terá os juros sobre juros atuando e sairá com vantagem após a queda da Selic.

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Estudante de Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Experiência com o mercado de investimentos e análises políticas fazem parte da rotina. Atualmente, atua como assessor de atendimento e escritor do presente jornal.

CDB

CDB prefixado: é hora de entrar nesse mundo?

Pedro Hostyn

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Com a taxa Selic em alta, a renda fixa toma proporções ainda maiores no mundo dos investimentos. E dentro desses títulos, o CDB prefixado começa a ganhar ainda mais destaque. Com emissão privada, esses papéis pagam mais que o Tesouro Direto e podem ser excelentes opções para a sua carteira.

Contudo, nesse processo, você precisa tomar diversos cuidados para não cair em ciladas do mercado financeiro.

O que é o CDB prefixado?

De uma forma geral, todo CDB tem a intenção de financiar realizações e empréstimos de instituições financeiras. Com isso, esses títulos são formas seguras e fáceis de você emprestar dinheiro aos bancos. Com o seu dinheiro, eles emprestam para outras pessoas ou, ainda, investem em projetos de expansão de negócios ou qualquer outra atividade. Por isso, o CDB tem a mesma finalidade que o Tesouro Direto, porém o dinheiro vai para outro lugar.

Contudo, o lado positivo do CDB é que ele tem taxas maiores que o Tesouro Direto. Isso porque emprestar dinheiro a uma empresa é mais arriscado que emprestar dinheiro para uma instituição financeira, já que, caso o governo tenha problemas em pagar você, ele simplesmente imprime dinheiro e paga, algo que um banco não pode fazer. Com isso, o risco de emprestar para um banco é maior que emprestar para o Governo Federal. Dessa forma, o investidor busca sempre o maior retorno, quando corre mais risco.

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E como todo título de renda fixa, existem três formas de retorno: o pós-fixado, o híbrido e o prefixado.

CDB prefixado

Foto: Pexels

Está na hora do prefixado

Com a constante alta dos preços e dos juros, todos os títulos de renda fixa ficam com rendimentos maiores. Contudo, o caso do pré-fixado é diferente, dado que ele precisa render mais que o IPCA e o CDI. E a lógica é bastante simples.

No título prefixado, o investidor terá apenas aquele rendimento anual, sem variação nem outras surpresas. Por isso, ele deve sempre ter uma margem de rendimento, para caso o IPCA ou o CDI subam acima da expectativa. E é isso que acontece atualmente: já temos alguns prefixados na casa dos 15% ao ano.

Dessa forma, se você conseguir guardar os valores por, pelo menos, 2 anos, é uma excelente ideia começar a analisar CDB pré-fixado. Além disso, é importante que, na hora do cálculo, você coloque o valor do Imposto de Renda, para ter a rentabilidade líquida do título. Por último, saiba que instituição financeira está emitindo o título, se ela tem as contas em dia e se é, de fato, confiável.

Os CDB possuem a garantia do FGC e tem prazos de liquidez que podem se adequar ao seu perfil. Por isso a hora é de fazer boas buscar e saber que, no longo prazo, as taxas de hoje podem superar inclusive o Ibovespa. Dessa forma, mesclar a renda fixa com a renda variável, principalmente agora que as taxas est00ão altas, pode ser uma excelente decisão.

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CDB

Boletim Focus: previsão de piora na economia continua

Pedro Hostyn

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Como toda segunda-feira, o mercado se deparou hoje com as expectativas do Boletim Focus, lançado pelo Banco Central do Brasil. O cenário não agradou os economistas e tivemos um aumento expressivo da expectativa de inflação para o ano de 2021.

Agora, o mercado prevê um IPCA acima dos 10%, enquanto vê um PIB cada vez menor no horizonte de curto prazo. Isso mostra que o pior momento da economia está longe de ter passado.

Os dados preocupam

O Boletim Focus tem, atualmente, duas frentes importantes de análise da economia para que os agentes tomem suas decisões de investimentos. A primeira é a previsão do IPCA; a segunda é a previsão do PIB. Com esses dois dados, nas últimas semanas, vemos dados nem um pouco bons.

Isso porque a expectativa do PIB está caindo pela sexta semana seguida. Com o resultado dessa semana, o mercado prevê uma aumento de 4,80% nesse ano e de fracos 0,7% para o ano que vem. No caso do PIB de 2022, é a sétima semana consecutiva de reajuste para baixo. Apesar disso, o Ministério da Economia ainda prevê um aumento de 2% no PIB do Brasil em 2022.

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No lado da inflação, o aumento dos preços é notório e o consumidor já sente isso. Com os dados de outubro acima da expectativa e a prévia do IPCA, o IPCA-15, que sairão nessa semana, o mercado começa a se posicionar cada vez mais pessimista nas previsões.

No Boletim Focus dessa semana, o mercado acredita numa inflação de 10,12% no final do ano, o que seria a maior taxa anualizada desde 2016. Ainda, vale ressaltar que o mercado subiu a expectativa trinta e três semanas seguidas, o que demonstra um cenário de possível descontrole da inflação. Para 2022, o IPCA previsto é de 4,96%, fechando dezoito semanas seguidas de alta na previsão.

Além disso, com o PIB indo para baixo e a inflação para cima, apesar de ser cedo para afirmam, os economistas começam a ver um cenário grave de estagflação. Dessa forma, isso pode pressionar o Banco Central a subir as taxas de juros de forma mais forte no ano que vem. O mercado já prevê uma Selic a 12%.

Boletim Focus

Foto: Anna Nekrashevich | Reprodução

O que fazer com essas notícias do Boletim Focus?

Se você vê o Focus toda semana, é provável que nada mude na sua estratégia de uma semana para outra. E na verdade isso é o correto. Porém, alguns dados podem começar a levantar discussões diferentes para os seus investimentos em 2022.

Por exemplo, a décima oitava semana seguida de alta da inflação em 2022 começa a mostrar que o IPCA pode ser um excelente investimento para o curto ou médio prazo. Apesar dos bons retornos apenas agora, há um consenso no mercado de que se proteger da inflação é um bom negócio em qualquer cenário econômico.

Além disso, uma escalada da Selic mostra que a renda fixa está vindo com força, e que os fundos de crédito privado, que pagam acima do CDI, serão, sim, excelentes fontes de recursos para os seus investimentos. Além disso, outros títulos de renda fixa serão os preferidos do mercado no ano que vem, o que não exclui aportes na bolsa de valores.

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CDB

Crédito Privado: a saída para ter rendimentos acima do CDI

Pedro Hostyn

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Se você acha que a Selic (e o CDI) estão altos o suficiente para dar bons retornos a você, não está errado. Mas existe uma forma simples de conseguir retornos ainda maiores com o crédito privado. Basicamente, em vez de emprestar para o Governo Federal, agora você passa a emprestar para empresas privadas.

Por isso, vamos falar sobre os produtos de crédito privado e como você faz para escolher um bom produto desse tipo.

O que é crédito privado e como acessar?

Crédito privado é o meio que empresas conseguem se financiar sem buscar empréstimos nos bancos. Com os juros mais baixos nessa modalidade, as empresas captam recursos para seus projetos e, em troca disso, pagam juros aos credores.

Dessa forma, é mais barato pegar um empréstimo com o mercado financeiro que com bancos normais. E para isso, essas instituições emitem alguns tipos de títulos que são acessíveis a você. Como é mais arriscado emprestar para essas empresa que para o Governo Federal, as taxas também são maiores.

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Com isso, você pode investir em CDB, LC, LF, LCI, LCA e Debêntures com taxas superiores ao Tesouro Direto. Alguns desses títulos tem mínimos iniciais de R$100,00. Contudo, esse valor vai depender de cada instituição. Apesar do valor mínimo, as taxas são maiores que o Tesouro Direto, o que é bom para você.

Como investir nessa modalidade?

É bastante simples investir em crédito privado e o mercado financeiro vem oferecendo produtos cada vez melhores em suas plataformas. Por isso, os títulos precisam ser estudados de forma real, para analisar quais os rendimentos no final das contas.

O primeiro passo é buscar na sua corretora a aba de títulos de renda fixa. Após isso, você busca aqueles títulos com maior rendimentos. Depois, basta calcular o rendimento líquido que você terá ao final do processo. Isso porque alguns títulos de renda fixa não tem Imposto de Renda, como LCI, LCA, CRI, CRA e Debêntures Incentivadas.

Dessa forma, esses títulos podem dar retornos maiores ao final do processo, mesmo que os percentuais mostrados sejam menores. Por exemplo, uma LCI que paga 11% ao ano é melhor que um CDB que paga 12% ao ano. Isso porque o Imposto de Renda que incide no final comerá 15% do seu rendimento, às vezes até mais, dependendo do prazo.

crédito privado

Foto: Cottonbro – Pexels

Como diversificar?

Nessa parte, é importante diversificar de diferentes formas no crédito privado para ter uma segurança maior. Isso porque, como é mais arriscado investir nele que no Tesouro Direto, a diversificação vem para diminuir os riscos.

Assim, títulos de diferentes emissores devem ser buscados. Dessa forma, caso um emissor não cumpra seus deveres, você tem proteção. Além disso, diferentes prazos também são excelentes alternativas. Por isso, mescle entre títulos de 1, 2, 3, 4 e 5 anos, por exemplo. Além disso, um fundo de investimentos em crédito privado pode ser uma excelente forma de ter baixa liquidez e rendimentos ainda altos.

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Com isso, com certeza você baterá o CDI no longo prazo e terá rendimentos bem maiores que a poupança. Tudo isso prezando pela segurança dos seus investimentos e aplicando em renda fixa de alta qualidade.

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CDB

Selic pode vir acima do esperado. Saiba onde investir

Pedro Hostyn

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O Comitê de Política Monetária (COPOM) se reunirá hoje e amanhã para decidir a nova taxa Selic da economia brasileira. Com os recentes cenários de alta da inflação e o Risco-Brasil nas alturas, não é de se surpreender com um reajuste de mais de 1%.

Isso porque a inflação está subindo mais que o previsto, e uma taxa de juros que não segura a inflação da forma desejada tem que ser mais forte ainda.

As projeções

Após as notícias de hoje que o IPCA-15 foi o maior para outubro em 26 anos, o mercado começa a projetar aumentos mais fortes para a Selic amanhã. Com isso, grandes bancos já se planejam para aumentos maiores que 1%, conforme nota do Banco Central na última reunião.

Apesar disso, grande parte do mercado ainda espera uma Selic a 7,25%, conforme o processo de aumento gradual da Selic. Por outro lado, a quantidade de instituições que preveem um aumento acima do ponto percentual aumentou. Hoje, o Goldmann Sachs lançou nota afirmando que prevê um COPOM aumentando a Selic em 1,5 p.p. amanhã. Ontem, a nota do Itaú previu uma Selic a 9,25% no final do ano, o que precisaria de um aumento acima do 1% também. Alpem disso, o JP Morgan vê uma Selic a 11,25% no primeiro trimestre de 2022.

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Com isso, a renda fixa se torna ainda mais atrativa e os fundos de crédito privado devem ganhar os olhares do mercado, principalmente de investidores nacionais. Do outro lado, a bolsa de valores deve sofrer no curto prazo e não seria uma surpresa se fechasse 2021 no negativo. Desde o início do ano, o Ibovespa tem uma perda acumulada de mais de 10%.

Selic

Imagem: Istock Photos

Onde investir com a Selic em alta?

Os títulos de renda fixa estão fazendo sucesso nas corretoras e a alta da Selic vem para dar mais um gás aos investidores mais conservadores. Por isso, saber onde investir para tirar mais proveito desse momento é quase uma necessidade.

Para isso, você pode investir em CDB ou LC que tenham rendimentos atrelados ao CDI. Com isso, você pega ativos que tenham mais de 100% do CDI de rentabilidade e fica com rendimentos superiores ao mercado.

Além disso, fundos de crédito privado tendem a render acima da taxa básica de juros, o que pode representar uma alternativa com menor liquidez que títulos de renda fixa. Dessa forma, você empresa, indiretamente, dinheiro para entidades privadas e tem um retorno maior também.

Para os investidores mais conservadores, o Tesouro Direto está oferecendo a Selic mais alguns percentuais de reajuste. Ontem, 25, estava em Selic + 0,12%. Além disso, vale lembrar que a inflação alta também dá títulos atrelados ao IPCA que podem ter bons rendimentos. E mais uma opção é o Tesouro Prefixado, que deve colocar taxas para cima mais uma vez nos próximos dias, o que ajudará daqui dois ou três anos.

Dessa forma, mesmo que a economia como um todo esteja andando de forma ruim, os investidores podem se beneficiar desse cenário controverso. Vale lembrar que ter uma estratégia para todos os cenários econômicos é uma excelente forma de proteger capital para o longo prazo.

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CDB

Vale a pena investir em CDB?

Pedro Hostyn

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Quem se aventurou pela renda fixa com certeza se deparou com diversas opções de CDB na ”prateleira”.

Apesar de muito atrativos, esse tipo de investimento demanda alguns cuidados.

O que é um CDB?

CDB é uma forma de os bancos se financiarem para emitir empréstimos e pagar suas dívidas.

Por isso, o banco emite um título da dívida, o CDB, pega o seu dinheiro e gasta com melhorias internas ou, ainda, utiliza seu dinheiro para emprestar para outras pessoas a taxas maiores.

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Para isso, o banco emissor vai definir um benchmark de referência e colocar alguns valores a mais, para tornar atrativo esse investimento.

Por isso, a maior parte desses investimentos estão atrelados ao CDI, com percentuais, ou à inflação (IPCA).

Os cuidados que se deve ter

Para começar a cogitar um CDB, você deve se perguntar qual o prazo que você pode ficar sem esse dinheiro.

Isso porque CDB tem prazo de carência, que vai de 180 dias a 5 anos, na grande maioria das vezes. Por isso, você não pode resgatar os valores antes do vencimento e, se conseguir vender no mercado secundário, pode ter descontos relevantes nos valores.

Além do prazo, um fator importante do CDB é o rendimento dele. Em tempos de Selic baixa, o ideal é investir naqueles que tem percentuais mais atrativos, como 120% ou 130% do CDI.

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Em momentos de Selic alta, alguns fundos de crédito privado podem ter rendimentos maiores que o CDB, sendo necessário calcular as previsões.

Além disso, para o longo prazo, CDB atrelados à inflação com certeza farão você ganhar dinheiro e, principalmente, poder de compra.

Com CDB IPCA + x%, você tem o rendimento da inflação anual e x% de rendimento real. Por isso, para uma eventual poupança para os filhos ou projetos que demandam bastante tempo, essa pode ser uma excelente forma de ganhar de verdade.

As taxas também podem variar. Por isso, quando você investe através de um corretora com taxas altas, elas podem afetar o seu valor final, algo que não queremos. Por isso, busque investir em corretoras com taxas baixas.

Além disso, os CDB possuem valor mínimo de aplicação em grande parte dos casos. Por isso, atente-se a isso também!

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CDB

Foto: Pexels

Quanto ter em CDB?

O valor investido em CDB vai variar muito de estratégia para estratégia.

Investidores mais conservadores tendem a buscar percentuais mais altos em CDB, enquanto os mais arrojados podem até nem apresentar esse título em carteira.

Por ser um título de carência, o ideal é nunca ultrapassar os 50% da carteira. Contudo, é importante você verificar de acordo com a sua estratégia.

Você pode aumentar os percentuais caso algum título esteja para vencer, ou pode diminuir, caso tenha recém começado a colocar dinheiro nesses ativos.

O mercado possui muitas opções desse título e você deve estudar cada um dos emissores para ter maior confiança.

De qualquer forma, os CDB são uma excelente forma de rentabilizar seu patrimônio de forma mais segura que a renda variável.

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CDB

CDB PagBank, saiba mais sobre o assunto

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Você já ouviu falar do CDB PagBank? Este investimento tem se tornado muito famoso entre os investidores devido a sua alta rentabilidade é de 200% do CDI. No entanto, será que existe alguma pegadinha nesta aplicação? 

Se quiser saber mais sobre o assunto e obter as respostas, continue a leitura do texto a seguir e saiba mais sobre o tema.

CDB PagBank

O CDB PagBank tem o rendimento de 200% do CDI. Por isso, rende exatamente o dobro da conta do Nubank, sendo que esta tem o índice de 100% do CDI. No entanto, vale lembrar que para seu dinheiro render no Nubank basta deixá-lo na conta. Enquanto isso, o CDB PagBank é uma aplicação.

O CDB PagBank conta com a garantia do FGC. Em outras palavras, isso significa que mesmo que a instituição vá à falência você ainda terá o seu dinheiro de volta com os rendimentos.

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No entanto, é necessário se atentar a alguns pontos chaves nesta aplicação. Em primeiro lugar, não é permitido investir mais do que R $5000,00 nesta aplicação. Por isso, investimentos muito grandes não são permitidos.

O segundo ponto que pode ser considerado uma pegadinha é a data de vencimento deste investimento, o CDB PagBank vence a cada 3 meses. Por isso, o imposto de renda que você paga é o maior na renda fixa, de 22,5%. Sem contar que é necessário pagar este a cada 3 meses, diminuindo seus rendimentos.

Outras opções

O PagBank conta com outras opções de CDBs, dentre estas uma com rendimento de 110% do CDI. Desta vez a data de vencimento deste é de um ano, o que rende uma cobrança de imposto de renda menor.

Ao mesmo tempo, neste CDB PagBank não existe valor máximo de investimento. Apesar do rendimento ser menor, esta opção pode ser adequada para quem quer aplicar um valor maior ou deixar o seu dinheiro rendendo por mais tempo.

A conta do PagBank também conta com o mesmo sistema do Nubank, no qual simplesmente deixar o dinheiro já traz retorno. Neste caso o rendimento é de 100% do CDI, o que deixa os dois bancos digitais em pé de igualdade.

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Por isso, caso tenha uma conta no PagBank vale mais a pena aplicar o seu dinheiro em CDBs do que o deixar na conta.

Vale a pena investir em CDBs?

CDBs são uma forma de renda fixa, por isso contam com uma maior segurança e retorno garantido. Sendo assim, se quiser manter a segurança, esta é uma boa opção para investimento.

Por fim, vale ressaltar que muitos CDBs não apresentam liquidez diária, ou seja, o investidor só pode ter o dinheiro de volta no prazo estabelecido. No entanto, o CDB PagBank pode ser retirado sempre que necessário. Esta opção torna a aplicação uma excelente escolha para reservas de emergência.

Caso esteja buscando rendimentos maiores, vale a pena consultar uma corretora de valores. Atualmente é possível encontrar CDBs que rendem até 13.5% do valor investido ao ano, como o disponível no Banco Máxima.

 

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