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Economia

XINA11: o ETF que permite investir na China

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O mercado chinês vem ganhando cada vez mais espaço no mundo. Hoje, a segunda maior economia do mundo é alvo de estudos e de fortes investimentos. Além disso, recentemente o megainvestidor Ray Dalio afirmou em seu livro que todos deveriam investir no país asiático. E para os brasileiros, é bastante simples colocar o dinheiro na China. Estamos falando do ETF XINA11.

Com esse ETF, você tem a exposição às principais empresas do país, que cresce mais que a média mundial a mais de 20 anos. Por conta disso, a China é comumente tida como a próxima potência mundial e, por isso, ficar de fora do XINA11 pode custar caro para os investidores. Atualmente, o ativo é barato.

Como funciona o XINA11?

O XINA11 é um dos principais ETFs da bolsa de valores brasileira. Lançado pela XP Investimentos, o ativo promete dar mais uma opção de diversificação de investimentos para quem busca proteger os valores dos riscos do mercado brasileiro. Atualmente, esse fundo investe em mais de 700 empresas do país, o que dá cerca de 85% de todo o mercado do país.

Com isso, os retornos do XINA11 replicam, quase que com exatidão, os rendimentos da bolsa chinesa. Além disso, o ativo converte os rendimentos em reais. Com isso, além de investir nas principais empresas do país, o investidor ainda tem a proteção cambial, que não tem relação com o dólar. Dessa forma, além de investimentos dolarizados e criptomoedas, esse ETF pode ser mais uma proteção cambial e geográfica para os seus investimentos.

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E para reforçar essa importância, o megainvestidor Ray Dalio diz que todos os investidores devem ter China na carteira de investimentos. Atualmente, uma cota do ETF custa cerca de R$7,00. Por isso, com esse valor, você já pode proteger o seu dinheiro em outro país.

Foto: Reprodução

Vale a pena investir na China?

Para entender se vale a pena investir na China, buscamos a opinião de alguns especialistas, além de revisar toda a obra de Ray Dalio. A conclusão geral é que o investidor deve, sim, expor o dinheiro ao país. Contudo, é preciso ter cuidado para usar o XINA11 para diversificação, fugindo da concentração de dinheiro apenas nesse produto.

Isso quer dizer que o XINA11 não pode representar mais de 20% da sua carteira de investimentos. Por outro lado, investimentos nos Estados Unidos podem representar os outros 30%, completando a metade dos seus investimentos fora do Brasil. Por outro lado, quem não quer comprar o ETF no Brasil pode comprar outros produtos diretamente na bolsa americana, através de corretoras especializadas nesse mercado, como a Nomad e a Avenue.

Além disso, existem diversos fundos de investimentos voltados ao mercado asiático. Atualmente, o Warren Ásia permite que você invista nesse mercado com valores a partir de R$1,00. Com isso, além de proteger o seu dinheiro, você ainda conta com a gestão especializada de profissionais qualificados do mercado financeiro.

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Vale lembrar que diversos estudos mostram que a China deve ser a próxima potência do mundo em termos econômicos. Dessa forma, ficar de fora desse mercado é comparável a não investir nos Estados Unidos atualmente.

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