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Investimentos

WRLD11: um ETF que investe no mundo todo

Pedro Hostyn

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Se você quer um ETF que investe no mundo todo, mas não gostou muito do ACWI, agora você pode ter mais uma chance de começar a investir no mercado global com o WRlD11. O ETF busca investir em todos os mercados do mundo, dentre países desenvolvidos e emergentes.

Contudo, como em qualquer ETF, é importante que você saiba dos prós e dos contras para saber se você deve, ou não, investir nele.

O que é o WRLD11?

WRLD11 é um ETF que estreará na B3 amanhã, 20, e que segue o índice FTSE Global All Cap Net TR US RIC como referência. Com isso, ele busca replicar os rendimentos de uma carteira de ativos do mundo todo.

Dessa forma, o ETF é mais uma forma de o investidor diversificar o patrimônio a diversas moedas externas e investir, mesmo que indiretamente, em empresas do mundo todo. O WRLD11terá uma exposição de 60% ao dólar, 8% ao euro, 7% ao yen japonês e o restante dividido entre grandes moedas, como o dólar canadense, moeda de Hong Kong, etc.

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Além disso, a maior exposição do novo ETF é em empresas de tecnologia, cerca de 20%. Outra grande posição é em serviços financeiros (16), empresas de saúde (12%) e indústrias (11%).

Dentre as grandes marcas do WRLD11 , estão Nestlé, Mercado Livre, Tesla, Pfizer, VW, L’Oreal, Amazon, entre muitas outras gigantes. No total, o ETF investirá em mais de 9 mil empresas ao redor do mundo. Com isso, a alocação fica 60% na América do Norte, 17,24% na Europa, sendo 4,6% no Reino Unido e 12,64% na Europa desenvolvida. Além disso, o Japão somará, sozinho, 6,49% dos investimentos totais.

WLRD11 ETF

Foto: Laura Tancredi – Pexels

Vantagens e desvantagens?

As vantagens são aquelas comuns a todos os ETF de exposição mundial. Contudo, o WRLD11 tem uma análise fundamental necessária: o fator econômico do mundo todo. Isso porque ele tem exposição ao planeta todo.

Dessa forma, nas vantagens, temos a grande diversificação em empresas do globo com apenas 1 cota do ETF. Assim, o investidor tem acesso com valores baixos e que podem render bem no longo prazo. Além disso, uma enorme diversificação setorial dá acesso a grandes empresas do mundo, diferentemente do NASD11, que falamos hoje, que investe apenas no mercado americano.

Por outro lado, a taxa do fundo fica em 0,38% ao ano, considerando a taxa do ETF de referência e a taxa da Investo, gestora do ETF aqui. E não é só isso. É muito difícil que o WRLD11 tenha rentabilidades enormes, dado que a grande diversificação atrapalharia isso. Contudo, o índice global pode facilmente ficar acima do Ibovespa.

Agora, você tem todas as informações para comprar ou não o ativo. Vale lembrar sempre que esse post não é uma recomendação de compra, que fica sob responsabilidade dos investidores.

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Bons investimentos!

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Estudante de Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Experiência com o mercado de investimentos e análises políticas fazem parte da rotina. Atualmente, atua como assessor de atendimento e escritor do presente jornal.

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Os melhores BDR para investir na bolsa

Pedro Hostyn

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Se você busca diversificar o seu patrimônio, de modo a expor ele aos rendimentos do dólar, já deve saber que os BDR são uma excelente opção. Isso porque eles também variam com a variação do dólar, protegendo seu patrimônio da alta da moeda americana. E com isso, saber quais são os melhores BDR para investir também pode dar retornos ainda maiores, segundo a Toro Investimentos

A corretora, que recentemente comprada pelo banco Santander Brasil, reuniu especialistas para montar a lista de ativos estrangeiros.

Os investimentos em BDR

Investir em BDR se tornou mais acessível graças aos esforços da B3 em popularizar o investimento para todos os tipos de investidores no Brasil. Com isso, os ativos ganharam mais liquidez e conseguiram se consolidar nas carteiras de investimentos dos mais diferentes agentes do mercado.

Hoje, é comum vermos fundos de investimentos voltados apenas a esses papéis. E com isso, o investidor brasileiro consegue investir em grandes empresas, como Disney, Apple, Microsoft, Tesla e tantas outras. Além disso, um estudo mostra que os investimentos em BDR subiram 1.400%, fazendo parte da rotina do investidor.

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Vale lembrar que a modalidade é recente e foi disponibilizada para todos os investidores desde outubro de 2020, apenas. Com isso, o investidor passou a se proteger do Risco-Brasil de forma mais fácil e, muitas vezes, sem corretagem.

BDR Toro Investimentos

Foto: Pixabay

Quais os melhores ativos?

Segundo a Toro Investimentos, os melhores BDR para investir são aqueles que estão mais populares entre os brasileiros. Isso porque esses ativos possuem maior liquidez e, com isso, diminuem o risco da renda variável aos investidores, dado que na hora da venda, o titular pode vender sem problemas.

Contudo, é importante lembrar que essas empresas mais populares são aquelas já consolidadas no mercado. Por isso, essa carteira não vai ter rendimentos excepcionais ou muito acima do mercado. Isso porque as empresas citadas são as que têm maior peso nos índices. Com isso, se elas sobem, os índices também sobem. Por isso que alguns investidores buscam investir em Small Caps.

De qualquer forma, os BDR mais populares, segundo o levantamento da Toro são, em ordem alfabética: Apple (AAPL34), Amazon (AMZO34), Alibaba (BABA34), Coca-Cola (COCA34), Disney (DISB34), Facebook (FBOK34), Google (GOGL34), Mercado Livre (MELI34), Microsoft (MSFT34) e Tesla (TSLA34). Com esses papéis, a Toro acredita que você terá uma boa exposição ao mercado mundial, além de ter em carteira empresas que dificilmente deixarão de ser líderes de mercado, pelo menos no curto prazo.

Com isso, é uma carteira ideal para quem quer maior segurança e uma visão de longo prazo. Vale lembrar que, mesmo investindo nessas empresas, você não pode deixar de investir no Brasil. Isso porque uma diversificação entre diferentes países é fundamental para você ter uma carteira saudável.

Portanto, os BDR se somam aos seus ativos brasileiros e formam, como um todo, uma carteira que dá dinheiro a você em quase todos os cenários. Apesar disso, você sempre deve analisar aquele segredo que nunca te contaram sobre os BDR que falamos aqui.

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Investimentos

Saiba porque o Ibovespa não para de cair

Pedro Hostyn

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Você anda abrindo a conta da sua corretora todos os dias e, na grande maioria das vezes, vê valores no vermelho. E essa angústia com o Ibovespa caindo é normal, principalmente com um cenário de taxas de juros altas. E isso tem uma explicação na precificação muito utilizada no mercado.

Por isso, nesse texto vamos mostrar como o mercado reage aos cenários e como você pode se beneficiar desse.movimento de baixa.

O fluxo de caixa descontado

Uma das formas mais populares de precificação dos ativos do Ibovespa é o fluxo de caixa descontado. Com o Ibovespa sendo um reflexo da economia, a alta dos juros é sentida dessa forma no índice brasileiro.

No fluxo de caixa descontado, um analista busca prever quanto a empresa terá de receita nos anos seguintes e busca trazer esses valores ao valor presente. Com isso, quanto mais a taxa de desconto para trazer a valor presente, menos a empresa valerá hoje. Parece complicado, mas na verdade é bastante simples.

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Um exemplo é pensar em uma empresa do Ibovespa que vai gerar um caixa de R$1 milhão por ano nos próximos 5 anos. Para trazermos a um valor presente, precisamos descontar por uma taxa livre de risco. No caso do Brasil, a taxa Selic. Com isso, quanto maior a taxa de desconto, menores são os valores presentes. Exatamente por isso que quando a taxa de juros sobe, a bolsa cai.

Ibovespa

Foto: D&R negócios | Reprodução

Outros fatores da queda do Ibovespa

Outras causas da queda do Ibovespa vêm da política nacional e da política internacional. Com isso, a tomada de decisão dos políticos vem afetando ainda mais os preços dos ativos, além de fatores da conjuntura econômica.

Além dos juros altos, a inflação nas alturas também afeta as empresas. Isso porque com os preços altos, as pessoas tendem a comprar menos, diminuindo os valores esperados para as empresas.

Por outro lado, a PEC dos precatórios é o Auxílio Brasil preocupam o mercado à medida que o governo gastando mais tende a ficar cada vez com menos dinheiro para cumprir suas obrigações. Além disso, o fato de o Governo Federal colocar dinheiro nas mãos das pessoas pode gerar uma escalada de preços ainda mais. E o Ibovespa sente isso e os investidores vendem seus ativos no Brasil.

No cenário internacional, o Ibovespa também perde quando os títulos de renda fixa de outros países começam a render mais. Isso porque, usando o exemplo dos Estados Unidos, é mais seguro investir lá com rentabilidade baixa a investir aqui sem boas perspectivas futuras. Por isso, os movimentos internacionais de países desenvolvidos afetam diretamente os mercados emergentes como o Brasil.

Apesar disso, as quedas do Ibovespa são momentâneas e a grande maioria dos analistas são enfáticos em falar que no longo prazo o Ibovespa vai subir. Com isso, se você tem uma estratégia para a renda variável, é hora de comprar as suas empresas favoritas a preços melhores. No longo prazo, esse preço menor dará maior lucro a você, caso suas expectativas se concretizem.

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Renda Fixa

FIDC: a renda fixa que rende muito mais

Pedro Hostyn

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Se você é um entusiasta da renda fixa, você provavelmente já ouviu falar de CDI, créditos privados e outros títulos. Contudo, uma modalidade bastante interessante de você pesquisar são os FIDC, os Fundos de Investimentos de Direito Creditório. Esses fundos podem render bem mais que o CDI, com várias opções no mercado buscando render o CDI + 10%.

Com um rendimento desses, você poderia ter retornos de quase 20% no início do ano que vem, o que é uma rentabilidade bem acima do mercado. Apesar disso, você deve saber que os FIDC são investimentos mais arriscados que o restante da renda fixa, então ele tem que ser ponderado.

O que é o FIDC?

Os fundos de Direitos Creditórios investem em contas a receber das empresas. Com isso, os fundos atuam como intermediadores em empresas que precisam adiantar o capital e, em troca, o fundo recebe uma taxa a mais do valor pago. Pode parecer complicado, mas na verdade é bastante simples de entender.

Imagine que você tem uma empresa e ela precisa receber diversos aluguéis nos próximos meses, que somam R$1 milhão. Contudo, alguns imprevistos aconteceram e você precisa do dinheiro agora. Com isso, uma empresa paga esses aluguéis para você, porém no valor de R$500 mil, adiantando o valor. Você aceita e agora faz emissão de um direito creditório, que é um título que vai dizer que a empresa que pagou os R$500 mil vai receber o R$1 milhão dentro dos prazos normais.

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Com isso, o inquilino não é afetado, a sua empresa recebe os valores adiantados e o FIDC ganha fazendo essa troca. Dessa forma, esse tipo de negociação é boa para a três partes. Claro, isso é um exemplo simplificado, mas existem diversos direitos creditórios, como cheques, duplicatas, compras parceladas no cartão de crédito e muito mais.

Por atuar nesse meio-campo, o FIDC tem um nível relativamente alto de risco, e é por isso que os rendimentos desses fundos são bem acimas do mercado. Apesar de ser considerado renda fixa (multimercado por alguns especialistas), ele não pode ser usado para reserva de emergência ou economias de curto prazo. No longo prazo, os FIDC podem aprimorar os seus rendimentos e aumentar o seu patrimônio.

FIDC

Foto: Pexels

Como investir?

Para investir em FIDC, você deve ter uma conta em uma corretora de valores e selecionar o seu fundo. Apesar disso, não é todo fundo de investimentos em direitos creditórios que são bons negócios. Por isso, alguns passos devem ajudar você a tomar a decisão correta.

Antes de mais nada, você deve escolher fundos consolidados no mercado. E para saber isso, você deve investir apenas em fundos com mais de 3 anos no mercado. Isso porque esses fundos, além de terem estratégias efetivas, têm maior margem para negociação dos direitos creditórios, o que é bom para o investidor também.

Além disso, procure fundos com taxas razoáveis, e evite aqueles que cobram taxas abusivas ou diversas taxas ao longo do processo. Isso porque as taxas comem a sua rentabilidade e, no longo prazo, podem afetar os seus rendimentos.

 

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Ações

Dividendos: a estratégia mais popular da bolsa

Pedro Hostyn

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Um dos sonhos de todo investidor é que o valor dos dividendos cubra os gastos mensais e, com isso, ele possa viver de renda passiva. E é exatamente por isso que a estratégia dos dividendos é uma das mais famosas no mercado e nesse texto vamos explicar uma estratégia inovadora, que tem o respaldo de grandes investidores.

Ainda, vale lembrar que o que diremos aqui é apenas uma sugestão para você investir. A estratégia é baseada nas falas de Luis Barsi e no livro de Décio Bazin.

O que são dividendos?

Antes de começarmos com a estratégia, é importante que você saiba o que são os dividendos. De forma bastante simples, os dividendos são parte dos lucros das empresas que elas distribuem a seus cotistas. E isso é fundamental para você entender a estratégia.

Isso porque se você pretende viver de parte dos lucros das empresas, o fundamental é que ela tenha lucro. Dessa forma, você deve evitar todas as empresas que têm prejuízos constantes. Assim, você consegue excluir da sua carteira as empresas que são ruins, ao mesmo tempo em que ganha parte da renda das empresas sem fazer nada.

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Além disso, é comum que nessa estratégia o investidor tenha em carteira grandes empresas, apenas. Isso porque as chamadas blue chips, grandes empresas líderes em seus setores, tendem a dar mais lucro ao longo do tempo, à medida em que distribuem cada vez mais dividendos. Exemplos de blue chips são os grandes bancos, Petrobrás, Vale, Wege, entre outras.

E nessa jornada de viver de rendimentos, você também precisa entender de um indicador chamado de dividend yield. Trata-se de uma divisão simples: para descobrir o indicador, você deve dividir o valor distribuído aos cotistas pelo atual preço da ação. Você encontrará um valor em percentual. Um exemplo seria uma empresa que custa R$1,00 e distribui R$0,10 de dividendos. Nesse caso, dividimos R$0,10 por R$1,00, o que daria um dividend yield de 10%.

Com isso, você focará apenas em empresas que tem um dividend yield acima da taxa Selic, em qualquer cenário.

dividendos

Foto: Pexels

A estratégia

A composição da sua carteira para viver de dividendos é bastante simples de ser alcançada, à medida em que você segue esses passos fielmente. A carteira deve ser composta de 15 a 20 ações, diversificadas igualmente entre elas. Além disso, lembre-se de não concentrar os valores investidos em um único setor da economia.

Após isso, você pesquisará um site que possa ajudar você. Aqui utilizamos o fundamentus.com. Por lá, você filtrará as empresas que têm os maiores dividend yields. Após isso, você pesquisará se a empresa está pagando dividendos há mais de 3 anos consecutivos, pelo menos uma vez ao ano. Caso a empresa passe nessa fase, ela está pronta para ir para a sua carteira.

Agora, basta dividir 5% do seu dinheiro de renda variável para cada empresa e investir. Depois disso, nos seus aportes mensais, você vai rebalanceando a carteira, de modo a ter sempre uma carteira com bons dividendos. Depois disso, você reinveste os dividendos para crescer o seu patrimônio mais rápido.

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CDB

CDB prefixado: é hora de entrar nesse mundo?

Pedro Hostyn

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Com a taxa Selic em alta, a renda fixa toma proporções ainda maiores no mundo dos investimentos. E dentro desses títulos, o CDB prefixado começa a ganhar ainda mais destaque. Com emissão privada, esses papéis pagam mais que o Tesouro Direto e podem ser excelentes opções para a sua carteira.

Contudo, nesse processo, você precisa tomar diversos cuidados para não cair em ciladas do mercado financeiro.

O que é o CDB prefixado?

De uma forma geral, todo CDB tem a intenção de financiar realizações e empréstimos de instituições financeiras. Com isso, esses títulos são formas seguras e fáceis de você emprestar dinheiro aos bancos. Com o seu dinheiro, eles emprestam para outras pessoas ou, ainda, investem em projetos de expansão de negócios ou qualquer outra atividade. Por isso, o CDB tem a mesma finalidade que o Tesouro Direto, porém o dinheiro vai para outro lugar.

Contudo, o lado positivo do CDB é que ele tem taxas maiores que o Tesouro Direto. Isso porque emprestar dinheiro a uma empresa é mais arriscado que emprestar dinheiro para uma instituição financeira, já que, caso o governo tenha problemas em pagar você, ele simplesmente imprime dinheiro e paga, algo que um banco não pode fazer. Com isso, o risco de emprestar para um banco é maior que emprestar para o Governo Federal. Dessa forma, o investidor busca sempre o maior retorno, quando corre mais risco.

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E como todo título de renda fixa, existem três formas de retorno: o pós-fixado, o híbrido e o prefixado.

CDB prefixado

Foto: Pexels

Está na hora do prefixado

Com a constante alta dos preços e dos juros, todos os títulos de renda fixa ficam com rendimentos maiores. Contudo, o caso do pré-fixado é diferente, dado que ele precisa render mais que o IPCA e o CDI. E a lógica é bastante simples.

No título prefixado, o investidor terá apenas aquele rendimento anual, sem variação nem outras surpresas. Por isso, ele deve sempre ter uma margem de rendimento, para caso o IPCA ou o CDI subam acima da expectativa. E é isso que acontece atualmente: já temos alguns prefixados na casa dos 15% ao ano.

Dessa forma, se você conseguir guardar os valores por, pelo menos, 2 anos, é uma excelente ideia começar a analisar CDB pré-fixado. Além disso, é importante que, na hora do cálculo, você coloque o valor do Imposto de Renda, para ter a rentabilidade líquida do título. Por último, saiba que instituição financeira está emitindo o título, se ela tem as contas em dia e se é, de fato, confiável.

Os CDB possuem a garantia do FGC e tem prazos de liquidez que podem se adequar ao seu perfil. Por isso a hora é de fazer boas buscar e saber que, no longo prazo, as taxas de hoje podem superar inclusive o Ibovespa. Dessa forma, mesclar a renda fixa com a renda variável, principalmente agora que as taxas est00ão altas, pode ser uma excelente decisão.

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Dicas

Final de semana: as dicas para curtir a folga

Pedro Hostyn

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É hora de coletar algumas dicas de economia para aproveitar o tempo para estudar mais sobre seus investimentos. E no texto dessa semana, aproveitando a black friday, vamos aproveitar e colocar livros a mais, para que você possa aproveitas as promoções.

Começando por eles, então!

Os livros do seu final de semana são, com certeza, dois dos melhores livros de finanças e mindset para os investidores. E saber como lidar com os seus investimentos, principalmente em momentos de queda, é o que vai diferenciar bons investidores dos maus investidores.

Por isso, os investidores devem saber o que os já consagrados fizeram. E por isso, saber as estratégias usadas e criar uma própria pode diferenciar os seus resultados da média do mercado. Dessa forma, dentre os diferentes modos, saber “O Jeito Warren Buffet de Investir” pode ser excelente para você saber a estratégia de um dos maiores do mundo.

Por outro lado, os “Axiomas de Zurique” podem dar a você boas dicas de como grandes banqueiros investem e fazem suas fortunas. Afinal, para ficar rico, você deve saber como fazer isso. O livro é uma das obras mais consagradas do mundo dos investimentos e já mudou a percepção de muitas pessoas sobre o dinheiro.

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Para escutar no final de semana

Um podcast muito bacana para o seu final de semana é daqueles que você pode ouvir três das maiores personalidades do mundo dos investimentos e do aprimoramento pessoal. E foi o que fez o Flow, reunindo Thiago Nigro (o Primo Rico), Bruno Perini e Joel Jota, líder em autoconhecimento e autoaprimoramento.

No podcast, eles falam tudo sobre suas histórias, seus pensamentos, e o melhor de tudo, como chegaram ao sucesso. Mais um excelente material para que você consiga se superar a cada dia, dentro da sua realidade.

Para acessar esse papo, basta clicar aqui.

Filme do final de semana

O filme para você assistir no seu final de semana é uma história que já contamos aqui, mas é sempre muito bacana rever. Se você está com dívidas, problemas pessoais e financeiros ou quaisquer outros entraves, é importante que você saiba que pode superar essas adversidades.

Dessa forma, “À Procura da Felicidade” mostra a história de Chris Gardner, um ex-morador de rua que conseguiu enriquecer e se tornar uma figura importantíssima no mercado financeiro. O filme rendeu diversos prêmios a Will Smith, desde Oscar, até Globos de Ouro.

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final de semana

Foto: Pexels

Vídeo do YouTube

E para o seu final de semana, vamos falar também de estratégias de investimentos. Isso porque elas permitem que você retire os vieses comportamentais das suas decisões, pautando-as sempre pela racionalidade.

E uma das estratégias mais famosas do Brasil é a ARCA, feita por Thiago Nigro. Mas no vídeo, Ramiro Gomes, do Clube do Valor, fala sobre com o que concorda e com o que discorda com essa estratégia. Um vídeo que pode ajudar muito. Veja aqui.

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