ETF ACWI11: será que é uma boa?

[imagem: Pexels -reprodução]

Seguindo os nossos posts recorrentes sobre ETF, hoje vamos analisar mais a fundo o ACWI11.

As letras do código significam All Countries World Index.

Qual a estratégia

Como o próprio nome diz, o ETF ACWI11 busca investir em todos os índices do mundo. Uma pretensão e tanto!

Mas os investidores sabem que diversificar é bom, porém fazer em excesso pode prejudicar os rendimentos.

Desde seu lançamento no Brasil, em 5 de fevereiro, o fundo rendeu 6,99%, ante queda de 3,38% do Ibovespa, o que nos informa que as bolsas do mundo estão rendendo acima do nosso índice.

Isso reitera a tese de que diversificar os investimentos é bom e deve ser feito pelos investidores.

A alocação do fundo

O ETF, como é de se esperar, investe majoritamente nas bolsas de países desenvolvidos.

Por isso, o ACWI11 investe cerca de 60% nos Estados Unidos, 6% no Japão, 4% em Hong Kong, diversificando o resto em bolsas europeias, asiáticas e das américas.

Isso leva o investidor a aportar indiretamente nas maiores economias do mundo. Por serem mais confiáveis aos olhos internacionais, em tempos de crise essas bolsas tendem a sofrer menos quedas. Já em tempos de bonança, elas pode apresentar rendimentos maiores.

Apesar disso, a alta concentração na bolsa americana pode ser vista com bons olhos, porém, para alguns, pode não ser tão bom.

Isso porque concentrar muito os investimentos na bolsa americana deixa o ETF dependente do bom resultado por lá. Por outro lado, os EUA são, ainda, a maior economia do mundo.

É importante pesar essas informações antes de investir.

ETF
[Imagem: Pexels – reprodução]

Tipos de ativos

Na carteira do ACWI11, o ETF investe em empresas de diferentes ramos.

Cerca de 28% fica em empresas de tecnologia, 16% no mercado financeiro, 13% em consumo cíclico, 11% em empresas de saúde. O restante ainda é diversificado em indústrias, energia, utilidades, telecomunicações e outros setores.

Por isso, concentrar o maior investimento em tecnologia está de acordo com as modificações do mundo. Apesar disso, nos anos 90, as empresas “.com” sofreram um grande susto nos índices do mundo.

Das empresas, Apple, Microsoft, Amazon, Facebook e Google são as 5 maiores alocações, representando cerca de 10% das ações do ETF.

Essas são as maiores empresas do mundo e, por isso, também são mais seguras.

Como comprar no Brasil?

Para investir nesse ETF, basta entrar na sua corretora e procurar o ACWI11.

Com um preço aproximado de R$11,00, é importante ressaltar que é acessível a qualquer investidor diversificar os investimentos no mundo todo.

Por isso, uma estratégia bem feita, com diversificação no Brasil e no mundo, pode resultar em um investimento de sucesso.

Apesar disso, o investidor deve sempre ficar atento ao rebalanceamento periódico de sua carteira, que pode ocorrer a cada 3, 6 ou 12 meses.

Vale lembrar que ações com altos rendimentos acabam concentrando sua carteira e deixando ela dependente dos rendimentos dessa empresa.

Assim, vender as ações que mais renderam para comprar aquelas que renderam menos, pode ser, sim, usado a seu favor no longo prazo.

Para ver mais reportagens sobre os ETFs, clique aqui.

Está "bombando" na Internet:

Acesse www.pensarcursos.com.br
Pensar Cursos - mais de 1400 cursos gratuitos. 

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui