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Ibovespa sobe, seguindo mercados internacionais

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O Ibovespa operou em queda no primeiro pregão da última semana de 2021. Com o dólar caindo, as empresas exportadores operaram em baixa. Contudo, os destaques da bolsa ficaram com Magalu e Via, que lideraram as subidas do dia. Por outro lado, os índices americanos voltaram a bater recordes, o que anima os investidores para o ano de 2022.

Um estudo sobre a Ômicron animou o mercado, que fez o índice brasileiro subir 0,63% hoje. Com isso, os ganhos de dezembro somam 4,74%, enquanto que o rendimento anual segue negativo, em -11,19%.

Ibovespa sem cenário nacional

Sem notícias impactantes para o cenário nacional, o Ibovespa foi no embalo do mercado internacional, que anda mais otimista em relação à pandemia do novo coronavírus. Mais especificamente, sobre a variante Ômicron. Por isso, as bolsas de fora subiram, o que impulsionou as ações por aqui.

Dessa forma, o rally de natal não terminou. Apesar da alta, o volume de negociações foi baixo, refletindo a temporada de recesso entre o natal e o ano novo. Isso porque o mercado aguarda algumas posições dos políticos em janeiro, deixando as cotações em standby por alguns dias. Dessa forma, não são esperadas altas ou quedas bruscas nos próximos pregões. Pelo menos não relacionados ao mercado nacional.

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Contudo, isso não quer dizer que alguns ativos não possa se destacar, tanto positivamente, quanto negativamente. Hoje, Magazine Luiza e Via operaram em forte alta, liderando as subidas do dia. MGLU3 subiu 9,35%, enquanto VIIA3 operou em alta de 8%. O terceiro lugar do dia ficou com Qualicorp (QUAL3), que subiu 4,91%. Por outro lado, as baixas também foram dolorosas. Liderando as perdas está Banco Pan, com queda de 3,22%. Em segundo lugar, Assaí, que caiu 3,19%. Azul ficou com o terceiro lugar, caindo 2,98%.

Foto: Getty Images

Lá fora, recordes nos índices

Com a política parada no Brasil, os investidores do Ibovespa se voltam ao noticiário internacional para tomar suas decisões de curto prazo. Dessa forma, um estudo sobre a variante Ômicron animou o mercado, e fez o S&P500 subir, batendo o seu 69° recorde. Os três índices americanos subiram.

Isso porque cientistas sul-africanos concluíram que a Ômicron, mesmo que se espalhe mais rapidamente, tem 70% menos chances de causar hospitalizações, comparando com as demais variantes. Por isso, o mercado vê, mais uma vez, uma sinalização de que não será necessário tanto tempo de lockdown no futuro. A expectativa acompanha a decisão de Joe Biden, que disse que os Estados Unidos não fecharão novamente. Pelo menos no atual cenário.

Com isso, o índice Nasdaq subiu 1,39%, fechando nos 15.800 pontos, pouco abaixo da máxima histórica. Já o S&P500 subiu 1,38%, perto dos 4.800 pontos, um recorde para o índice. Em terceiro lugar no dia, o Dow Jones operou em alta de 0,98%, cotado a 36.300 pontos. Os índices subiram mais que o Ibovespa.

Além disso, o ânimo dos investidores se refletiu no dólar, que caiu. A moeda americana  caiu 0,42% e está cotada a R$5,64. Durante o dia, a moeda chegou a bater os R$5,70, mas não teve forças para sustentar a alta. Agora, a moeda soma uma valorização de 8,35% no ano de 2021.

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