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Metaverso: Disney vai criar seu próprio mundo virtual

Pedro Hostyn

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Com o anúncio da troca do nome do Facebook, que agora se chama Meta, o mundo do metaverso começou a tomar forma nas maiores empresas do mundo. E hoje, a Disney (DISB34), informou ao mercado que vai, também, criar seu próprio metaverso.

Para especialistas, o movimento é visto como preocupante. Por outro lado, parece ser inevitável.

Mais um metaverso?

Sim! A princípio teremos mais de um metaverso no futuro não muito distante. Isso porque, hoje, a Disney informou que criará o seu próprio metaverso. Além de ser uma excelente chance de você abraçar o Mickey, a Disney planeja criar um metaverso ligado às experiências cinematográficas da companhia.

Por isso, além das criptomoedas e das blockchains, o metaverso vem sendo visto como um movimento que vai juntar, em um universo apenas, o físico e o digital. No metaverso, cada pessoa será um “personagem”, com autonomia e pensamentos próprios. Seria como viver na vida real, mas dentro de um jogo. Se você tem um óculos de realidade virtual, sabe do que estou falando!

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Bob Chapek, CEO da empresa, falou que o metaverso será uma “integração ilimitada do mundo físico e do mundo digital“. O CEO ainda falou que a Disney está seguindo movimentos da Meta (Facebook), Microsoft e HP. Por isso, analistas veem que o movimento está sendo fomentado por grandes somas de dinheiro, o que pode fazer com que se torne uma realidade de fato.

Disney metaverso

Foto: Drew Angerer/Getty Images

Por que o movimento preocupa?

A existência de diversos metaversos preocupa, porque ele é, na verdade, uma fuga da realidade. Especialistas começam a sugerir que os problemas da vida real possam ser passados para esses jogos e, pior que isso, podem ser extrapolados. Isso porque a perda da vida será virtual. Com isso, os problemas de tradição, religião, pensamentos políticos, entre outros, podem se aprofundar.

Apesar disso, o metaverso também abre outras oportunidades econômicas. Isso porque, além de roupas reais, agora o mercado terá a existência de compra de roupas virtuais, objetivos virtuais. Basicamente, tudo que você compra hoje poderá comprar no metaverso. Com isso, espera-se que as criptomoedas descentralizadas tomem conta das transações dessa nova realidade. A fusão do digital com o físico ainda seria bom para conectar diferentes pessoas de forma mais próxima.

E o movimento não está muito distante. Na verdade, já é realidade. Isso porque recentemente a Gucci, uma das maiores empresas de roupas de luxo, lançou um tênis virtual por US$12,99. E apesar das críticas, a empresa conseguiu transformar sua marca em uma entrante no mercado virtual.

Com isso, o metaverso começa a ser uma realidade cada vez mais próxima. Isso, de fato, vai revolucionar a forma como viveremos, de modo a tornar tudo uma realidade virtual, substituindo gradativamente a realidade física na qual vivemos.

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Estudante de Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Experiência com o mercado de investimentos e análises políticas fazem parte da rotina. Atualmente, atua como assessor de atendimento e escritor do presente jornal.

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A bolsa está barata? Confira a verdade por trás disso

Pedro Hostyn

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Não há um investidor sequer que não saiba que a bolsa está caindo e que os prejuízos do ano se acumulam a cada semana. O Ibovespa engatou 5 meses consecutivos de queda, chegando a atingir a casa dos 100 mil pontos que, até pouco tempo atrás, era a meta dos investidores. Mas diante das quedas, podemos dizer que a bolsa está barata?

Nesse texto, vamos levantar questões importantes e um gráfico intuitivo que vai mostrar que depende do setor que você quer analisar.

O cenário do país

A bolsa está caindo desde que o cenário fiscal e monetário do Brasil começaram a mostrar indícios de que problemas viriam. Desde que a inflação acelerou, o governo gastou mais e as contas ficaram desequilibradas, o mercado começou sucessivamente a diminuir a exposição ao Brasil.

A queda da bolsa reflete o aumento da inflação, os resultados da PEC dos Precatórios que, na prática, desequilibrará o orçamento brasileiro, entre outras instabilidades dão ao Ibovespa uma queda de 12% no ano. Se pegarmos a queda a partir do topo, o percentual fica ainda maior, 20,12%.

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Por isso, o Ibovespa perde de pares de mercados desenvolvidos, como o S&P 500, mas também perde para índices de mercados igualmente emergentes. Dessa forma, a bolsa está barata, certo? Depende, porque o Ibovespa tem uma composição diversificada.

Cerca de 60% do Ibovespa é composto por empresas do setor financeiro e empresas ligadas às commodities. Os gráficos do time de gestão da Warren mostram o P/L do Ibovespa, que está bem abaixo da média dos últimos 10 anos. Isso, por si só, significa que a bolsa está barata.

bolsa está barata

P/L do Ibovespa. Foto: Warren Brasil | Reprodução

Contudo, se retirarmos as empresas financeiras e aquelas ligadas às commodities, veremos que o que está acontecendo é exatamente o contrário: a bolsa não está barata, ela está no preço justo. Para os amantes do valuation, isso significaria que você está pagando R$100,00 por R$100,00.

P/L do Ibovespa sem as empresas do setor financeiro e ligadas às commodities. Foto: Warren Brasil | Reprodução

Por isso, a Warren também fez um gráfico interessante que mostra quais setores estão baratos e, ainda, quais setores estão caros. A conclusão é que a bolsa está barata apenas em alguns setores, não em todos. Confira abaixo:

bolsa está barata

A bolsa está barata? Confira o P/L de cada setor. Foto: Warren Brasil | Reprodução

A bolsa está barata mesmo?

A conclusão desse estudo é que saber se a bolsa está barata, como um todo, depende da análise de setores. Como um total, a bolsa está levemente barata, mas nada que justifique entrar com valores volumosos na carteira de renda variável. É o momento de aportar mais dinheiro? Sim. Mas não é a “oportunidade do século”.

Além disso, caso seja da sua estratégia, você pode entrar comprado em empresas dos setores que estão mais baratos, segundo a imagem acima. Nesse cenário, é mais provável rendimentos maiores do que a média do mercado, mas nada é garantido.

De uma forma geral, a recomendação das gestoras é seguir a estratégia de aportes mensais nas empresas que você mais acredita para o seu longo prazo. A bolsa está barata? Depende!

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É hora de vender ações americanas?

Pedro Hostyn

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As ações americanas bateram as máximas e agora especialistas começam a ver a bolsa bastante descolada da realidade. Por isso, muitos bancos já falaram que a bolsa deve cair no curto prazo e fugir da ilusão de que está tudo bem com a economia. Apesar disso, após as falas do mercado, os índices americanos voltaram a bater recordes, o que animou novamente os investidores.

Contudo, a nova variante da covid e as notícias de que o FED vai acelerar o desestímulo à economia e aumentar os juros, as bolsas parecem perder força na sua onda de subida. Por isso, alguns investidores se questionam se é a hora de vender as ações de lá. E nesse vídeo vamos falar sobre isso.

Porque as ações americanas subiram tanto?

Para saber o motivo da perda de força, é preciso saber o que fez com que as ações americanas subissem tanto. E para fazer, precisamos voltar ao início da pandemia. Isso porque a fuga dos investidores à economia mais forte do planeta é a explicação ideal para o que aconteceu e reflete até hoje.

Quando o mundo se deparou com a covid, os investidores saíram fortemente da bolsa, fazendo com que todos os índices operassem em quedas extremamente fortes. Mas passado o sufoco e a angústia, os investidores voltaram ao mercado começando pelos ativos de menor risco, que são as empresas listadas no mercado americano. Isso porque a moeda mundial é o dólar e ativos ligados a ele são mais seguros que os ligados a outras moedas, mesmo na renda variável.

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Além disso, a Nasdaq é composta de empresas ligadas à tecnologia. Na pandemia, a digitalização dos processos, no mundo todo, favoreceu as empresas desse índice, fazendo com que ele subisse de forma acentuada. E isso não refletia a situação da economia. Por isso, os investidores ficavam sempre na expectativa, que eram sempre maiores. Com os resultados trimestrais do mês passado, os resultados surpreenderam, mas as expectativas acabaram.

Isso porque a Ômicron chegou e o FED vai aumentar os juros. O balde de água fria tomou conta do mercado e agora os índices operam em queda ou, pelo menos, em altas menos relevantes. Mas isso quer dizer que é a hora de vender esses ativos? A resposta depende do que você quer para a sua carteira.

Ações americanas

Foto: Pexels

Vender ou não vender?

O fato de querer sempre achar o topo das ações americanas é um dos maiores empecilhos para a tomada de decisão dos investidores, principalmente aqueles de menor tempo de mercado. Por isso, o ideal é não tentar prever o mercado no curto prazo. A bolsa está cara nos Estados Unidos? Sim. Mas isso não quer dizer que ela não possa subir mais.

O argumento de que “as ações americanas estão caras” é pautada no indicador P/L do agregado do índice. O indicador que mostra isso é o Shiller PE Ratio. E esse indicador está caindo, mesmo com a bolsa subindo. Isso quer dizer que ainda há espaço para subida. E se analisarmos o histórico do P/L do S&P 500, esse indicador não está nem perto de estar nas máximas. Ou seja, não há evidências de que seja a hora de vender.

Dessa forma, é hora de seguir com a estratégia, alocando parte do valor no cenário internacional para se proteger da desvalorização do real e da queda da economia brasileira.

 

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Saiba as ações que mais subiram e caíram em novembro

Pedro Hostyn

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O mês de novembro foi o quinto mês consecutivo de queda no Ibovespa. Com o fechamento nas mínimas do ano, o índice de ações brasileiro opera em queda de mais de 15% no ano. Apesar disso, o investidor deve saber que algumas ações performaram melhor que o índice, enquanto outras ficaram bem abaixo da referência.

Nesse texto, vamos mostrar os ativos que mais subiram, e também aqueles que mais caíram durante o mês passado.

Os motivos da queda do Ibovespa

Não existe um motivo único para a queda das ações brasileiras, representadas pelo Ibovespa. Por aqui, o cenário nacional e o cenário internacional afetam a cotação dos preços à medida em que as notícias chegam. Exatamente por isso que o mercado financeiro é irracional no curto prazo.

Contudo, a descoberta da variante Ômicron afetou bastante as expectativas da economia no mundo todo. Anteriormente, os lockdowns na Europa e o aumento de casos em diversos países do mundo lembraram que o planeta ainda está em pandemia e que ela está longe de acabar.

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Além disso, por aqui, a PEC dos precatórios em andamento e a inflação subindo de elevador estão preocupando os economistas e baixando as expectativas do PIB. Por isso, alguns setores são mais afetados que outros. Setores do varejo e da construção civil pioram em cenários de alta de juros, contudo os bancos tendem a dar resultados melhores no outro lado.

Por último, o tapering e a inflação nos Estados Unidos preocupam. Falas de Jerome Powell, presidente do Banco Central, sugerem que a inflação por lá não é passageira e que pode se manter por mais algum tempo. O atual presidente Joe Biden reelegeu Powell para a presidência do FED.

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Foto: Pixabay

As melhores e as piores ações

Com esse cenário, os ativos do Ibovespa operam nos pregões e as ações têm diferentes impactos com o atual momento da economia. No mês de novembro, as ações que mais subiram não estão ligadas nem ao varejo nem à construção civil. Contudo, também não são as grandes empresas da bolsa, as chamadas blue chips.

Dentre os ativos que mais subiram, os 5 primeiros são Tim (TIMP3), Locamerica (LCAM3), Dexco (DXCO3), Energisa (ENGI3) e Suzano (SUZB3). As altas foram de 22,9%, 17,4%, 16,2%, 14,8%, 14%, respectivamente. Com a queda de 1,53% do Ibovespa, esses ativos performaram bem melhor que a referência.

Por outro lado, na parte das quedas, a dor dos investidores foi grande e os ativos foram bem abaixo do Ibovespa. Isso porque essas ações têm menores perspectivas com o atual cenário e os investidores prezam por sair de suas posições para buscar ativos mais seguros.

Por isso, as ações que mais caíram são Natura (NTCO3), Locaweb (LWSA3), Magazine Luiza (MGLU3), Assai (ASAI3) e Banco Pan (BPAN4). As quedas foram -31,3%, -27,9%, -27,8%, -16,6% e -15,2%, respectivamente. Dentre as empresas, o destaque fica com Magazine Luiza, que é uma das empresas mais queridas da bolsa de valores e opera em uma queda vertiginosa durante 2021. No atual ano, ela caiu mais de 70%.

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Com isso, o mês de novembro também apresentou ações com oportunidades, assim como dezembro, que se inicia hoje. Apesar disso, é quase impossível prever os ativos que terão os melhores retornos, dado que o mercado vive de expectativas e notícias. Por isso, consolide-se na sua estratégia de investimentos e siga ela em todos os cenários.

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Os melhores BDR para investir na bolsa

Pedro Hostyn

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Se você busca diversificar o seu patrimônio, de modo a expor ele aos rendimentos do dólar, já deve saber que os BDR são uma excelente opção. Isso porque eles também variam com a variação do dólar, protegendo seu patrimônio da alta da moeda americana. E com isso, saber quais são os melhores BDR para investir também pode dar retornos ainda maiores, segundo a Toro Investimentos

A corretora, que recentemente comprada pelo banco Santander Brasil, reuniu especialistas para montar a lista de ativos estrangeiros.

Os investimentos em BDR

Investir em BDR se tornou mais acessível graças aos esforços da B3 em popularizar o investimento para todos os tipos de investidores no Brasil. Com isso, os ativos ganharam mais liquidez e conseguiram se consolidar nas carteiras de investimentos dos mais diferentes agentes do mercado.

Hoje, é comum vermos fundos de investimentos voltados apenas a esses papéis. E com isso, o investidor brasileiro consegue investir em grandes empresas, como Disney, Apple, Microsoft, Tesla e tantas outras. Além disso, um estudo mostra que os investimentos em BDR subiram 1.400%, fazendo parte da rotina do investidor.

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Vale lembrar que a modalidade é recente e foi disponibilizada para todos os investidores desde outubro de 2020, apenas. Com isso, o investidor passou a se proteger do Risco-Brasil de forma mais fácil e, muitas vezes, sem corretagem.

BDR Toro Investimentos

Foto: Pixabay

Quais os melhores ativos?

Segundo a Toro Investimentos, os melhores BDR para investir são aqueles que estão mais populares entre os brasileiros. Isso porque esses ativos possuem maior liquidez e, com isso, diminuem o risco da renda variável aos investidores, dado que na hora da venda, o titular pode vender sem problemas.

Contudo, é importante lembrar que essas empresas mais populares são aquelas já consolidadas no mercado. Por isso, essa carteira não vai ter rendimentos excepcionais ou muito acima do mercado. Isso porque as empresas citadas são as que têm maior peso nos índices. Com isso, se elas sobem, os índices também sobem. Por isso que alguns investidores buscam investir em Small Caps.

De qualquer forma, os BDR mais populares, segundo o levantamento da Toro são, em ordem alfabética: Apple (AAPL34), Amazon (AMZO34), Alibaba (BABA34), Coca-Cola (COCA34), Disney (DISB34), Facebook (FBOK34), Google (GOGL34), Mercado Livre (MELI34), Microsoft (MSFT34) e Tesla (TSLA34). Com esses papéis, a Toro acredita que você terá uma boa exposição ao mercado mundial, além de ter em carteira empresas que dificilmente deixarão de ser líderes de mercado, pelo menos no curto prazo.

Com isso, é uma carteira ideal para quem quer maior segurança e uma visão de longo prazo. Vale lembrar que, mesmo investindo nessas empresas, você não pode deixar de investir no Brasil. Isso porque uma diversificação entre diferentes países é fundamental para você ter uma carteira saudável.

Portanto, os BDR se somam aos seus ativos brasileiros e formam, como um todo, uma carteira que dá dinheiro a você em quase todos os cenários. Apesar disso, você sempre deve analisar aquele segredo que nunca te contaram sobre os BDR que falamos aqui.

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Dividendos: a estratégia mais popular da bolsa

Pedro Hostyn

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Um dos sonhos de todo investidor é que o valor dos dividendos cubra os gastos mensais e, com isso, ele possa viver de renda passiva. E é exatamente por isso que a estratégia dos dividendos é uma das mais famosas no mercado e nesse texto vamos explicar uma estratégia inovadora, que tem o respaldo de grandes investidores.

Ainda, vale lembrar que o que diremos aqui é apenas uma sugestão para você investir. A estratégia é baseada nas falas de Luis Barsi e no livro de Décio Bazin.

O que são dividendos?

Antes de começarmos com a estratégia, é importante que você saiba o que são os dividendos. De forma bastante simples, os dividendos são parte dos lucros das empresas que elas distribuem a seus cotistas. E isso é fundamental para você entender a estratégia.

Isso porque se você pretende viver de parte dos lucros das empresas, o fundamental é que ela tenha lucro. Dessa forma, você deve evitar todas as empresas que têm prejuízos constantes. Assim, você consegue excluir da sua carteira as empresas que são ruins, ao mesmo tempo em que ganha parte da renda das empresas sem fazer nada.

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Além disso, é comum que nessa estratégia o investidor tenha em carteira grandes empresas, apenas. Isso porque as chamadas blue chips, grandes empresas líderes em seus setores, tendem a dar mais lucro ao longo do tempo, à medida em que distribuem cada vez mais dividendos. Exemplos de blue chips são os grandes bancos, Petrobrás, Vale, Wege, entre outras.

E nessa jornada de viver de rendimentos, você também precisa entender de um indicador chamado de dividend yield. Trata-se de uma divisão simples: para descobrir o indicador, você deve dividir o valor distribuído aos cotistas pelo atual preço da ação. Você encontrará um valor em percentual. Um exemplo seria uma empresa que custa R$1,00 e distribui R$0,10 de dividendos. Nesse caso, dividimos R$0,10 por R$1,00, o que daria um dividend yield de 10%.

Com isso, você focará apenas em empresas que tem um dividend yield acima da taxa Selic, em qualquer cenário.

dividendos

Foto: Pexels

A estratégia

A composição da sua carteira para viver de dividendos é bastante simples de ser alcançada, à medida em que você segue esses passos fielmente. A carteira deve ser composta de 15 a 20 ações, diversificadas igualmente entre elas. Além disso, lembre-se de não concentrar os valores investidos em um único setor da economia.

Após isso, você pesquisará um site que possa ajudar você. Aqui utilizamos o fundamentus.com. Por lá, você filtrará as empresas que têm os maiores dividend yields. Após isso, você pesquisará se a empresa está pagando dividendos há mais de 3 anos consecutivos, pelo menos uma vez ao ano. Caso a empresa passe nessa fase, ela está pronta para ir para a sua carteira.

Agora, basta dividir 5% do seu dinheiro de renda variável para cada empresa e investir. Depois disso, nos seus aportes mensais, você vai rebalanceando a carteira, de modo a ter sempre uma carteira com bons dividendos. Depois disso, você reinveste os dividendos para crescer o seu patrimônio mais rápido.

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MGLU3: porque Magazine Luiza caiu tanto?

Pedro Hostyn

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Um dos casos de maior sucesso na bolsa de valores é a ação de Magazine Luiza (MGLU3). Contudo, quem é acionista da empresa não está gostando nem um pouco dos rendimentos da companhia, em termos de ações, nesse ano. Isso porque desde o início do ano, a empresa opera em queda de mais de 65%, com o fechamento de hoje, 24.

E as expectativas do mercado e a economia nacional têm tudo a ver com o desempenho péssimo da empresa, que ainda é uma das maiores varejistas do país.

A queridinha do mercado?

Magazine Luiza (MGLU3) nem sempre foi uma ação querida no mercado financeiro, mas passou a ser quando começou a entregar bons resultados. Isso porque a empresa sempre teve um viés de se adiantar à concorrência e lançar produtos e serviços inovadores em suas plataformas.

Ainda antes da pandemia, a empresa começou a investir fortemente em mercado digital, formando seu aplicativo e montando uma rede de logísticas que, hoje, é uma das mais rápidas do Brasil. Ainda, alguns dados do setor de varejo mostram que a Magazine Luiza (MGLU3) é a segunda maior varejista do país, atrás apenas da argentina Mercado Livre.

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Com isso, a empresa ainda é sólida e tem um tamanho enorme, apesar da queda de suas ações. Além disso, mesmo que piores, os fundamentos da empresa ainda continuam bons, em termos de análise fundamentalista, mas em franca queda. E falando na queda, é interessante verificar os motivos.

Magazine Luiza MGLU3

Foto: Shutterstock | Reprodução

Porque Magazine Luiza (MGLU3) caiu tanto?

Toda essa queda de MGLU3 se pauta nas expectativas do mercado. Como sempre comentamos por aqui, no curto prazo o mercado é sempre irracional, e isso está acontecendo agora. Dessa forma, analisar como o mercado atua sobre a empresa, não o contrário, é fundamental para entender a ação despencando.

Quando nasceu na bolsa, a empresa tinha baixas expectativas. E à medida em que foi subindo, dando retornos, subindo novamente, dando mais retornos, a empresa foi criando seus holofotes. Com isso, o mercado começa a exigir sempre mais da empresa, que, por outro lado, precisa entregar sempre mais. Dessa forma, a empresa precisa crescer sempre mais e mais, o que uma hora tende a não acontecer. E chegou esse momento para a Magazine Luiza.

A empresa sofreu com a pandemia, a queda nas vendas do varejo e agora a alta da inflação. Com isso, a empresa passa ter menores margens de lucros, apesar de ainda ser lucrativa. Por isso, à medida que a empresa cresce muito, ela precisa crescer sempre mais para manter os investidores empolgados. E não é isso que está acontecendo.

E vale sempre lembrar que esse texto não é uma recomendação de compra ou venda da ação. É apenas um texto informativo que ajuda você a entender o funcionamento do mercado. As ações devem, sempre, ser analisadas de forma ampla e bem feita, de modo a dar tranquilidade ao investidor que aporta seus valores na renda variável.

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