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IFIX fecha em queda e acumula perdas enormes no ano

Pedro Hostyn

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O índice dos fundos imobiliários, IFIX, fechou o dia em queda e escancarou uma realidade dura para os investimentos: os fundos imobiliários estão caindo. E isso tem alguns motivos desde o início do ano.

Apesar disso, o foco dos investidores deve ser sempre na qualidade do FI e nos proventos mensais que ele paga.

O que é o IFIX?

IFIX é uma cesta de fundos imobiliários que, juntos formam o índice dos FII. Funciona da mesma forma que o Ibovespa. Além disso, esse índice é utilizado como termômetro do mercado para saber como estão os olhares dos investidores sobre os papéis.

E não anda muito bom: desde o início do ano, o IFIX já caiu 8,50%. E não é de graça. Isso acontece porque as taxas de juros estão ficando cada vez maiores e os investidores estão saindo da renda variável. E não apenas os investidores estrangeiros.

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Isso porque com uma Selic maior, os rendimentos do CDI ficam maiores que os rendimentos dos proventos dos FII. E dessa forma, a renda fixa fica com menor risco e maior retorno. O que é ideal para quem não gosta muito da renda variável.

Somado a isso, os investidores estrangeiros, responsáveis por quase 50% da liquidez da bolsa, estão saindo da B3 para investir em ativos mais seguros. Com isso, as bolsas americanas estão operando em alta, batendo recordes históricos.

Apesar disso, muitos fundos imobiliários continuam pagando bons proventos e, com as quedas, os dividend yield deles têm aumentado. Alguns FII estão com retornos acima do CDI, inclusive. Por isso, é a hora de investir com calma nesse ativo e escolher apenas os melhores.

E vale lembrar que não há apenas a estratégia “tradicional” de investir. Existe uma estratégia alternativa, como essa aqui.

IFIX FII fundos imobiliários

Foto: Expect Best – Reprodução

O que fazer agora?

Para o investidor, a queda do IFIX é essencial para refazer a estratégia ou mantê-la, caso ela ainda esteja sólida. Isso porque não é a hora de sair dos fundos imobiliários e isso tem uma explicação. Vale lembrar que nada nesse texto é recomendação. Casa caso varia, mas vamos usar dados.

Hoje, há uma grande gama de fundos imobiliários descontados. Para ver isso, vemos o indicador P/VPA. Quando ele está abaixo de 1, dizemos que está descontado. Por isso, temos um pouco mais da metade dos fundos imobiliários com P/VPA abaixo de 1. E dentre eles, claro, temos fundos ruins, mas também temos fundos bons.

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Com isso, basta entrar no site da sua corretora, escolher o fundo e comprar ele de forma consciente. Não é porque não é o investimento do momento que ele não é rentável. Com cotas descontadas, você ganha proventos, mas também ganha em oscilação dos valores.

Uma carteira diversificada ainda continua sendo a principal estratégia para sobreviver no longo prazo. Investir em todos os tipos de produtos continua sendo a principal metodologia para sobreviver a qualquer cenário (saiba mais aqui).

 

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Estudante de Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Experiência com o mercado de investimentos e análises políticas fazem parte da rotina. Atualmente, atua como assessor de atendimento e escritor do presente jornal.

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FII de papel: ativos que podem aprimorar sua rentabilidade

Pedro Hostyn

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Com a alta da taxa de juros, muitos investidores da renda variável buscam meio de aprimorar ainda mais os ganhos na bolsa de valores. E muito disso pode vir com os FII de papel, afinal, esses fundos imobiliários são excelente fonte de renda passiva para o investidor.

Contudo, quanto maior a Selic, mais difícil fica para os outros tipos de ativos acompanharem as taxas na política de dividendos. Apesar disso, esses FII podem ser a oportunidade perfeita.

O que são os FII de papel?

Tradicionalmente, os fundos imobiliários são aqueles ativos que têm muitos imóveis e geram lucro com seus aluguéis mensais. Mas isso não ocorre, por exemplo, nos FII de papel que, em sua grande maioria, não têm imóveis físicos. Apesar disso, eles contam com ativos de dívidas de outras empresas, e isso pode ser bem mais lucrativo, ainda mais nesse momento.

Por isso, os FII de papel têm na carteira uma série de ativos, como os CRI, CRA, LCI, LCA, entre muitos outros. Como o foco é no mercado imobiliário, os CRI e as LCI são predominantes. E nelas, o FII empresta dinheiro para outras, em troca de uma remuneração. E é aí que está a mágica!

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Isso porque ao ter os retornos dos ativos, essa dívida é atrelada, em grande parte, à taxa do CDI ou, ainda, à inflação. Dessa forma, com o aumento da Selic e com o aumento do IPCA e do IGP-M, os fundos de papéis tendem a ganhar mais que os outros, o que também faz com que seu preço suba ou, pelo menos, caia menos que os outros.

É por esse modo que os FII de papel conseguem repassar, ao investidor, a correção dos preços pela inflação de modo mais fácil. Com isso, nessa alta inflacionária atual, o cotista consegue proteger seus dividendos da alta dos preços, buscando proventos ainda maiores.

FII de papel fundos imobiliários

Foto: Envato Elements

A performance desses ativos

Um levantamento da Teva Indices mostrou que os fundos imobiliários de papel subiram, em média, 4,5% no ano de 2021. Enquanto isso, alguns FII de tijolo, que têm maiores dificuldades em épocas de IPCA alto, apresentaram uma queda média de 8%.

No caso dos fundos de tijolo, o interessante é pensar que esses ativos têm maiores problemas para repassar a inflação aos cotistas. Isso porque o reajuste dos imóveis se dá uma vez ao ano. Ainda, os contratos atrelados ao IGP-M demandarão negociações, à medida que o índice já ultrapassa os 27% no ano.

Por outro lado, esses rendimentos mostram a fuga dos investidores para os FII de papel, de modo a buscar aprimorar a rentabilidade. E alguns fatores ainda somam para quem quer fazer isso. O primeiro é que a inflação, no curto prazo, não está necessariamente dando trégua. Dessa forma, esses papéis ainda seguirão pagando mais. O segundo fator é que a taxa Selic continuará subindo e deve atingir os dois dígitos no início do ano que vem.

Com essa realidade, os FII de papel podem se proteger cada vez mais, com uma arrecadação maior. Além disso, protegem o investido, à medida que os proventos vão ficando cada vez maiores.

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IFIX: Aprenda a gerar renda com aluguéis

Jéssica Queiroz

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IFIX são índices de fundos imobiliários capazes de gerar renda apenas com aluguéis. Entretanto, poucos investidores conhecem esse benefício.

Investidores que desejam alcançar consideráveis retornos ao investir em fundos imobiliários, buscam conhecimento sobre o que é o IFIX. Afinal, esse índice é capaz de beneficiar quem deseja montar uma carteira de investimento cheia de sucessos e rentabilidade. Curioso sobre esse tipo de índice e como investir? Leia o artigo abaixo e descubra tudo o que você precisa saber para começar a gerar renda agora com aluguéis 

Conheça o IFIX:  Índice para a geração de renda com aluguéis 

IFIX

Imagem: Istock Photos

O IFIX é considerado um índice capaz de apontar todo o desempenho de fundos imobiliários que estão listados dentro da Bolsa de Valores. 

Os ativos que fazem parte dessa carteira de investimento possuem inúmeros parâmetros totalmente definidos pela B3. Alguns desses parâmetros envolvem a liquidez do IFIX e o valor de mercado.

Entenda como o IFIX funciona na prática 

Imagem: Istock Photos

O IFIX atua dentro da bolsa de valores como um índice de retorno total. Neste caso, ele é capaz de considerar alterações e oscilações existentes nas cotas dos fundos. 

Além disso, esse índice também pode avaliar a distribuição de proventos e analisar os impactos que podem causar na carteira. Dentre os proventos analisados pelo IFIX, estão: 

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  • Direito de subscrição;
  • Dividendos;
  • Juros sobre Capital Próprios.

No entanto, por ser um índice atrelado a FIIs, são levados em conta apenas os proventos de dividendos que, neste caso, são os rendimentos mensais entregues aos cotistas. 

Qual é o índice de rentabilidade do IFIX? 

IFIX

Imagem: Istock Photos

O IFIX teve seu início em janeiro do ano de 2011. Naquela época, era conhecido ainda como IFII. Desde então, seu índice de rentabilidade tem tido uma alta de 100,99%.

Além disso, desde o seu período de iniciação a alta tem sido constante, ou seja, desde então, não tem apresentado nenhum período de queda. Sua única e maior desvalorização aconteceu em 2013, quando caiu a 12,6%.

Critérios que devem ser seguidos para que um fundo imobiliário faça parte de um índice de fundo imobiliário 

Imagem: Istock Photos

Existem algumas regras e critérios considerados importantes para que um fundo imobiliário possa fazer parte do IFIX. Os requisitos principais são: 

  • Mínimo de 60% de presença em pregão;
  • Cotas classificadas como Penny Stocks;
  • Oferta pública realizada antes do balanceamento de vigência;
  • Cotas classificadas entre ativos elegíveis.

Mesmo que o fundo seja resgatado totalmente pelo emissor, no momento de vigência da carteira, não se encaixa na carteira teórica do IFIX. 

Entretanto, existe o critério de ponderação, onde são calculados a participação dos valores de mercado dos cotistas. 

Saiba como investir neste tipo de índice

IFIX

Imagem: Istock Photos

Apesar de ser um investimento em potencial na bolsa, o IFIX ainda não está disponível para nenhum tipo de investidor. 

Entretanto, é possível que os investidores o utilizem como uma forma de elaborar investimentos ao comprarem cotas de fundos participantes. 

Por não estar aberto a investimentos, a única forma de ter algum resultado que seja semelhante a esse fundo, é investir em fundos imobiliários comuns. 

No entanto, é importante conhecer essa área de investimento, avaliar os melhores fundos e garantir que seja um investimento rentável. 

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Fundos imobiliários: confira os mais baratos do mercado

Pedro Hostyn

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Os fundos imobiliários estão crescendo nos investimentos no Brasil, porque a bolsa de valores apresentou alta volatilidade nos últimos dias. Como os FII são menos voláteis e tem menos negociações no dia, investidores que buscam maior segurança estão migrando, gradativamente, para esse tipo de investimento.

Com isso, saber quais são os mais baratos podem ajudar o investidor a ter alguns ganhos no curto prazo, desde que os fundos imobiliários façam parte da estratégia do investidorVale lembrar que esses ativos não são recomendação de compra e vamos explicar como chegamos nos resultados apontados abaixo. Qualquer compra ou venda feita na sua carteira após esse texto é de sua responsabilidade.

Como encontrar os fundos imobiliários mais baratos?

Ao contrário das ações, que precisam de técnicas apuradas de valuation, os fundos imobiliários têm métricas um pouco mais simples de determinarmos se estão baratos ou caro. Para isso, utilizamos dois indicadores para chegar nos resultados finais.

O primeiro indicador é o preço sobre valor patrimonial (P/VP). Basicamente, ele pega todo o valor patrimonial do fundo imobiliário, que é a soma de todos os bens móveis e imóveis do FII, e divide pelo número de cotas. Desse resultado, temos o valor patrimonial. Por exemplo: se temos um fundo que tem R$100 milhões em prédios e outros imóveis e esse fundo tem 1 milhão de cotas na bolsa de valores, o Valor Patrimonial dele é de R$100 por cota.

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Após isso, o indicador compara esse valor patrimonial com o preço da cota. Funciona assim: se a cota está negociada abaixo de 100 reais, quer dizer que esse fundo está com desconto. Se o valor da cota na bolsa está acima de R$100,00, quer dizer que ele está sendo negociado acima do seu valor patrimonial, ou seja, está caro.

Dessa forma, se pegarmos fundos que tem a cota mais barata que o valor patrimonial, é possível ganhar na cotação do FII no curto ou médio prazo. Algumas estratégias de investimentos usam isso.

No segundo indicador usado, para evitar que coloquemos, aqui, fundos imobiliários pouco conhecidos, usamos o índice de liquidez. Ele mede quantas negociações o fundo teve nos últimos 12 meses diariamente. Para segurança, pegamos FII com R$200.000,00 de liquidez diária, ou seja, utilizaremos apenas os fundos altamente negociados.

fundos imobiliários FII

Escolher os fundos imobiliários mais baratos pode trazer bons retornos. Foto: Pixabay

Mas atenção!

Os indicadores podem ser falhos. Isso porque um fundo pode ser bastante negociado porque ficou ruim e todos os investidores decidiram vender. Por outro lado, o fundo pode estar barato por alguma irracionalidade do mercado. Dessa forma, vai depender de cada caso, que o investidor deve ver antes de investir ou não em qualquer produto financeiro.

Com isso, uma análise mais aprofundada não é descartada. Além disso, os FII mais baratos são de acordo com o fechamento do pregão dessa sexta-feira, 29, podendo variar nos próximos pregões.

Quais os FII mais baratos?

Seguindo essas métricas, encontramos os 10 fundos imobiliários mais baratos. Colocaremos os códigos em bolsa em ordem crescente, ou seja, do mais barato para o menos barato, na cotação atual.

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São eles: RBCO11, FIGS11, BRCR11, JSRE11, PATL11, AIEC11, RECT11, TEPP11, HGRE11 e o PATC11. Os P/VP vão de 0,5 a 0,74 nas atuais cotações.

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Fundos imobiliários: saiba como ganhar dinheiro com eles

Pedro Hostyn

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Se você gosta de uma renda passiva, você provavelmente já conhece os fundos imobiliários (FII) e, com certeza, adora eles. Isso porque a categoria de investimento tem um risco-retorno bem menor que as ações, mas representam, igualmente, riscos.

De qualquer forma, existem duas formas de ganhar dinheiro com os fundos imobiliários. Se você conhece apenas uma, não saia daqui!

A forma tradicional de ganhar com FII

O jeito mais comum de ganhar dinheiro com os fundos imobiliários é, de fato, comprar cotas e esperar o dinheiro entrar todos os meses. Apesar disso, esses retornos tem algumas desvantagens, mesmo que as vantagens compensem sempre.

Das vantagens dessa forma, podemos enumerar que a oscilação dos preços dos FII são, em sua grande maioria, bem menores que das ações. Assim, em dias que a bolsa caiu 3,28% (19 de outubro), o IFIX operou em leve baixa de 0,27%. Apesar disso, a retomada também é mais lenta.

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Contudo, os fundos imobiliários são recomendados para iniciar na bolsa, dado que a variação é menor que o cotista pode se acostumar gradativamente. Além disso, escolher bons FII pode ser a chave para o sucesso no longo prazo. Isso porque o investidor reaplica o valor das cotas e, gradativamente, esse bolo vai crescendo. A isso damos o nome de “efeito bola de neve”, ou seja, um investidor que compra dez cotas de MXRF11, por exemplo, recebeu R$0,80 no último mês. Se for reinvestindo no ativo, juntamente com novos aportes, uma hora os proventos ultrapassarão o valor de uma cota. Quando isso ocorre, o investidor compra uma cota com custo zero.

Apesar disso, os proventos mensais não são a única forma de ganhar dinheiro com fundos imobiliários. E é isso que mostra uma outra estratégia.

fundos imobiliários FII

Foto: Scott Webb / Pexels

Uma forma incomum nos fundos imobiliários

Outro modo de ganhar dinheiro é comprar fundos imobiliários descontados no mercado. Para isso, alguns indicadores deve ser conhecidos, assim como as vantagens e desvantagens.

Quem usa essa estratégia, usa o P/VP (preço sobre valor patrimonial) para ver quais FII estão descontados. Assim, um P/VP abaixo de 1 representa FII descontado, enquanto que valores acima de 1 representam ativos supervalorizados. Dessa forma, o investidor busca comprar os fundos imobiliários com o indicador abaixo de 1 e vender quando estiver acima de 1. Assim, ganha-se dinheiro na cotação do ativo e, por vezes, com proventos mensais também.

Isso porque uma das desvantagens de comprar dessa forma é que você pode acabar esbarrando em ativos ruins, que não pagam proventos e que estão em fases péssimas. Por outro lado, também pode pegar um fundo imobiliário excelente que o mercado, por algum motivo, decidiu precificar abaixo do valor patrimonial. Uma das estratégias que usa esse modelo é a S-Rank, do Clube do Valor, mas existem outras também. Ou melhor ainda, você pode montar a sua!

Dá pra inovar?

Sim! Você pode mesclar duas estratégias de FII ou, ainda pode seguir uma delas e simular a outra para ver qual dá um retorno mais satisfatório para o que você procura. Como sempre reafirmamos, o ideal é tomar decisões autônomas, sem seguir dicas. E vale lembrar que o ativo mencionado aqui não é recomendação de compra!

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Apple: quanto renderia o novo MacBook Pro em FII?

Pedro Hostyn

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A Apple lançou os seus novos dispositivos hoje, em uma apresentação global. Chamou a atenção a tecnologia inovadora e melhor que a de seus concorrentes. Contudo, um levantamento feito pelo Tecnoblog mostrou valores absurdos para os novos produtos.

Você sabe quanto renderia o valor do novo MacBook Pro 16 da Apple nos FII com maior liquidez da bolsa de valores? Vamos responder nesse post.

Os novos produtos da Apple!

A Apple lançou os novos modelos de MacBook Pro de 14 e 16 polegadas para seus consumidores e fãs de tecnologia. Apesar disso, os valores não são para qualquer um e exige muito, mas muito, dinheiro.

O levantamento e os valores vistos são do Tecnoblog, que você pode ver na íntegra aqui.

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Seguindo o modelo mais simples de MacBook da Apple, o de 14 polegadas, o modelo mais “barato” ficaria na casa dos R$27 mil, com a conversão do dólar mais os impostos. Já os modelos mais robustos ficam em R$38 mil e o top de linha, de 8TB de memória, fica na casa dos R$75.500.

Já os modelos do novo MacBook da Apple que contam com uma tela de 16 polegadas ficaram com preços ainda maiores. Do mais básico ao mais robusto, os valores foram de R$33 mil, R$45.500 e, por último, o mais caro, aos exorbitantes R$78 mil.

A paridade do dólar foi calculada pelo dólar cotado a R$5,52, fechamento de hoje, mais os impostos. Além disso, o estudo usou a média dois últimos lançamentos, o que o estudo chamou de “dólar Apple”.

Apple

(Imagem: Reprodução / Apple)

Quanto renderia em FII?

Os valores são luz para os investidores, em especial os comuns. Isso porque é difícil conseguir esses valores investindo, principalmente se o seu salário é na casa dos R$3.000.

Para os FII, utilizaremos os 5 primeiros em liquidez, de acordo com o site Fundamentus. Os dados são do pregão de hoje, 18, mas isso não quer dizer que os ativos sejam os melhores. Qualquer compra de ativos deve passar por estudos e os citados aqui não são recomendação de compra.

Para o nosso estudo, pegaremos o MacBook da Apple mais “barato”, de R$27 mil, e o mais caro, de R$78 mil. Dessa forma, os FII utilizados serão o HCTR11, KNCR11, CPTS11, KNIP11, IRDM11. Os proventos utilizados serão os pagos em outubro com o fechamento no pregão de 30 de setembro.

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Assim, R$27 mil investidos no HCTR11, KNCR11, CPTS11, KNIP11, IRDM11 renderiam, respectivamente, R$356,80, R$152,35, R$275, R$310,80 e R$256,20. Por outro lado, um investimento no valor do mais caro, ou seja, R$78 mil, teria os seguintes rendimentos: R$1.033,60 (HCTR11), R$441,10 (KNCR11), R$795,00 (CPTS11), R$898,80 (KNIP11) e R$742,35 (IRDM11).

Ou seja, em alguns casos, seria possível obter quase um salário mínimo em renda passiva apenas investindo os valores do novo MacBook da Apple em fundos imobiliários da bolsa. Isso mostra que uma organização financeira passa pelo controle dos desejos de consumo. A decisão entre comprar ou não um MacBook a esses valores é o divisor de águas entre ter uma renda passiva considerável ou viver pagando parcelas.

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Investir em FII dos EUA: conheça o ALUG11

Pedro Hostyn

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Os fundos imobiliários dos Estados Unidos estarão disponíveis no Brasil em breve. E não será como os BDR. Os Reits, como são conhecidos os FII americanos, terão espaço na B3 através de um ETF, o ALUG11.

O ETF replicará um outro ETF que é listado na bolsa de NOva York, o VQN.

O que são os Reits?

Reits é uma sigla para Real Estate Investmentos Trusts. Basicamente, são os fundos imobiliários dos Estados Unidos. E é neles que o ALUG11 investirá. De forma bastante similar, essas empresas investem no mercado imobiliário, operando de forma que consigam gerar lucros aos seus cotistas.

Assim como nos FII, os reits têm diferentes tipos e, claro, seus rendimentos também podem variar de um para o outro. Diferentemente do Brasil, onde existem diversos tipos de fundos imobiliários, os reits são divididos em apenas dois tipos: Mortgage e Equity.

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O Mortgage Reit são real estates que investem em títulos atrelados ao mercado imobiliário. Seria como um fundo imobiliário de papel, que investe em CRI e CRA. Dessa forma, eles não comprar imóveis de fato, mas ganham com o crescimento do mercado imobiliário assim como o outro tipo de reit.

Contudo, o Equity Reit investem, de fato, em imóveis, desde sua construção até venda ou aluguel. Essa modalidade pode ser um pouco mais arriscada, mas também podem gerar mais rendimentos. Isso porque o prazo de efetivação de um investimento desses demanda os anos necessários para construir os empreendimentos, enquanto que nos Mortgage os rendimentos vêm logo após a compra dos títulos.

ALUG11 Reits FII fundos imobiliários

Foto: Pexels – reprodução

Reits ou ALUG11?

Ainda não é possível comprar Reits na plataforma da sua corretora brasileira. Apesar disso, quem tem conta em corretoras estrangeiras, como Avenue e Passfolio, pode comprar normalmente, como se fosse uma ação.

Contudo, é importante lembrar que esses ativos também exigem estudos, como os fundos imobiliários. Como os demonstrativos vêm em inglês, pode ser um pouco complicado. Mas agora teremos uma solução!

A partir do dia 29 de outubro, um ETF começará suas negociações na B3. Estamos falando do ALUG11. Esse ETF tem 96% da composição da carteira investida em Reits e é gerido pela Investo, uma empresa especializada em ETF. O custodiante é o BNP Paribas, um dos maiores bancos de investimentos do mundo.

O ETF ALUG11 replicará outro ETF, listado na NYSE, o VNQ. Como por lá os ETF funcionam um pouco diferente, sabemos que o VNQ pagou 3,5% em dividendos para seus acionistas. Apesar disso, ETF não pagam dividendos no Brasil, mas mostram o quão saudável é o fundo.

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É uma excelente forma de diversificar em mais um mercado e pulverizar ainda mais seus investimentos. Dessa forma, além de se expor ao dólar, você investe no mercado imobiliário americano, um dos maiores do mundo.

As cotas iniciarão a R$50,00 nas ofertas reservadas, já descontadas as taxas e os custos operacionais. É mais acessível, por exemplo, que a cota de muitos fundos imobiliários, que operam na casa dos R$100 em sua grande maioria.

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