Aluguel ficará mais caro em 2023. Entenda!
O preço do aluguel no país deve ficar mais caro em 2023. Com o grande reajuste que teve em 2022, muitas pessoas ficaram com o bolso apertado. Contudo, isso deve voltar a acontecer em 2023. Isso porque a inflação do aluguel, o IGP-M, está com alta de 8,59% nos últimos 12 meses. Apesar disso, a notícia para agosto é boa, já que o índice teve uma deflação de 0,7%.
Para o mesmo mês do ano passado, a alta havia sido de 0,21%. Dessa forma, a queda no índice de preços refletirá em um aumento menor do aluguel no ano que vem. O IGP-M é o percentual de reajuste para contratos de aluguel em todo o país.
Inflação do aluguel em alta no ano
A inflação do aluguel deu dor de cabeça para muitas pessoas no ano passado. Isso porque o IGP-M subiu 17,78% em 2021, um dos maiores percentuais da história do índice. Com isso, quem pagava um aluguel de R$1.000 passou a pagar R$1.177,80, um aumento que pesa bastante no bolso, principalmente para quem tem as finanças apertadas. Somado ao aumento do aluguel, vale lembrar que os alimentos também estão com alta de preços, o que mexe nas necessidades básicas dos brasileiros.
Por isso, é fundamental ficar de olho nesse índice. E para o mês de agosto, o aluguel teve uma boa notícia: queda nos valores. No último mês, o IGP-M caiu 0,7%, assim como houve uma queda da inflação oficial do Brasil. O principal motivo é a queda da gasolina, corte dos impostos e a estabilidade do dólar.
Além dessas variáveis, a inflação do aluguel acompanha os custos de produtos primários, matérias-primas, preços no atacado e insumos da construção civil. Por isso, ele é comumente tido como um índice mais completo da inflação do Brasil, mas não é o dado oficial usado pelo Governo Federal.
(Imagem: Pixabay).
O que fazer com o aumento?
Com os recentes dados da inflação do aluguel, o IGP-M está em alta de 8,59%. Isso quer dizer que esse percentual será aplicado sobre o seu atual valor do alugel. Com isso, se você paga R$1.000 todos os meses, passará a pagar R$1.085,90. Essa diferença é grande e é preciso se preparar desde já. De forma geral, imobiliárias fazem o reajuste nas parcelas de fevereiro ou março, a depender do contrato assinado pelo inquilino.
Além disso, é importante lembrar que você pode tentar negociar o reajuste pelo IPCA, caso esse índice feche menor que o IGP-M. Dessa forma, você pode ter um reajuste menor. Para isso, especialistas sugerem o contato diretamente com a imobiliária que faz o reajuste, para que o inquilino consiga realizar a negociação das novas taxas.
Além disso, é importante que o trabalhador passe a buscar qualificação para tentar um aumento salarial. Outra forma de driblar esse aumento sem sustos é buscar cortar os gastos escondidos no orçamento, de forma a gastar apenas com aquilo que é mais importante.
Para 2022, especialistas ainda aguardam o percentual mensal de setembro, outubro, novembro e dezembro da inflação do aluguel. Com esses dados, o reajuste ficará certo e o cidadão saberá quanto vai subir o aluguel.
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