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Moedas e Câmbio

Solana: a criptomoeda que pode bater o Ethereum

Pedro Hostyn

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Se você está no mundo dos Bitcoins e do Ethereum, é provável que você ainda não conheça a Solana. Atualmente, é a quinta maior plataforma de blockchain do mundo, e sua criptomoeda, a SOL, é uma das maiores criptomoedas do mundo.

Diferentemente do Bitcoin, a Solana é uma plataforma de contratos inteligentes, que busca unir compradores e vendedores de forma mais rápida, segura e eficaz. Por isso, a função da SOL é a mesma do ETH (criptomoeda do Ethereum) e, por isso, especialistas acreditam que as duas baterão de frente nos próximos anos.

O que é a Solana?

A Solana é uma plataforma de contratos inteligentes. De uma forma resumida, é como se você entrasse em um sistema e, lá de dentro, pudesse fazer contratos, como os contratos “normais”, só que de forma descentralizada, ou seja, sem intervenção de governos. E para isso, o Solana usa uma moeda própria, a SOL.

Vamos dar um exemplo: você quer comprar uma casa. Para isso, precisa ir no banco acertar as coisas de pagamento, depois precisa ir no cartório para passar o imóvel para o seu nome e mais um monte de burocracias. Nesses casos, incidem taxas e impostos cobrados pelo governo. Na Solana, não. Você vai lá, compra a casa em poucos minutos e faz o pagamento com SOL. E para ter 1 SOL, faz-se uma conversão normal, como se fosse trocar Real por Dólar.

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E o que chama a atenção é que o serviço é tão revolucionário que a cotação de SOL, em dólar, subiu 11.567,4% apenas em 2021. Isso quer dizer que se você tivesse investido R$1.000 no início do ano, hoje teria algo em torno de R$116.670,00 sem contar a variação do dólar, ou seja, valeu a pena para quem teve o olhar apurado lá no início.

Solana SOL

Foto: Skorzewiak/Shutterstock

Vale a pena?

Se você acredita que as moedas tradicionais vão perder força nos próximos anos e que as moedas descentralizadas vão crescer no mundo, sim, vale a pena. Porém, você deve se atentar ao risco que envolve investir esses valores nesses ativos. Isso porque é comum que eles subam e caiam 10% ao dia. Você teria estômago?

É por isso que especialistas em investimentos afirmam que não é ideal colocar mais de 5% dos seus investimentos em criptomoedas, dado o risco que ela apresenta. Dessa forma, você pode separar o seu dinheiro de modo a investir com pouca exposição. Vale lembrar que a SOL, diferentemente de outras criptomoedas, ainda não tem um ETF apenas dela na B3. Por isso, plataformas como a Binance, são excelentes para você começar.

Além disso, se você gosta de emoção, as criptomoedas são negociadas o dia todo, todos os dias. Por isso, elas continuam variando de preço em finais de semanas e feriados. Isso permite que você faça operações quando quiser, na palma da sua mão.

Atualmente a SOL é a quinta maior criptomoeda em capitalização, atrás de Bitcoin, Ethereum, BNB (moeda da Binance) e Tether.

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Estudante de Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Experiência com o mercado de investimentos e análises políticas fazem parte da rotina. Atualmente, atua como assessor de atendimento e escritor do presente jornal.

Moedas e Câmbio

FMI diz que criptomoedas andam junto com ações

Pedro Hostyn

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Um relatório do FMI apontou que os preços das criptomoedas têm forte correlação com o mercado de ações. Apesar disso, a entidade falou que nem sempre foi assim, mas que ao decorrer da pandemia, os dois ativos começaram a ter movimentos cada vez mais parecidos.

Na nota, o FMI destacou o tamanho do mercado das criptomoedas, que já passa dos trilhões de dólares. Ainda, o banco afirmou que esse tipo de investimentos não está mais em segundo plano das maiores gestoras e corretoras do país.

São semelhantes, mas não são iguais!

Segundo o FMI, os ativos nem sempre foram com rentabilidades semelhantes. Tanto pela falta conhecimento da maioria dos investidores, quanto pelo ceticismo do mercado em relação a esses ativos, os investidores não viam os fundamentos das moedas digitais, o que começou a mudar durante a pandemia.

Isso porque durante a crise do coronavírus, enquanto os mercados estavam caindo, as criptomoedas saltavam a retornos exorbitantes, o que chamou a atenção do mercado. Somente em 2021, o Bitcoin subiu mais de 59%, chegando a bater topos de 110% de rendimentos anuais. Apesar disso, a criptomoeda teve forte correção no mês de dezembro, o que fez a rentabilidade cair.

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Contudo, o FMO notou que, a partir de abril de 2020, a correlação entre o Bitcoin e o S&P 500 ficou, cada vez mais, mais atrelado. Recentemente, analistas afirmaram que as quedas do Bitcoin ocorriam por conta da altas dos juros, encabeçada pelo FED. Esse é o mesmo motivo que fez os índices americanos operarem em queda nas duas primeiras semanas do ano.

A entidade ainda fez um gráfico, que comprova o posicionamento da equipe. Além disso, o FMI afirmou que a correlação não é apenas com os mercados americanos, mas também tem correlação com o andamento dos mercados emergentes, como o Brasil. O FMI fez a comparação com o índice MSCI Emerging Markets Index.

FMI

Estudo do FMI aponta para correlação entre bitcoin e o S&P 500. Foto: FMI | Reprodução

Criptomoedas não ficaram de lado, diz FMI

O FMI ainda afirmou que as criptomoedas não estão na geladeira do mercado financeiro. Segundo a entidade, a nova onda de investimentos está ganhando o mundo, mas alertou para algo importante, que é a adoção das criptomoedas. Isso porque o fundo diz que a alta volatilidade das moedas digitais pode colocar em xeque as economias.

Esse recado, segundo o FMI, serve justamente para as economias com alta aceitação das criptomoedas. Por isso, há a recomendação de analisar e buscar meios de regulamentação das criptomoedas, estratégias globais de inserção desses ativos na economia, bem como supervisão para diminuir os riscos à estabilidade financeira dos países.

O FMI aponta que o novo desafio dos economistas é montar estratégias para se proteger da alta volatilidade desses ativos. Especialistas acreditam que os países devem começar a se posicionar, de forma mais efetiva, sobre a aceitação das criptomoedas. No Brasil, o governo ainda não se posicionou, mas há expectativas de uma tributação sobre as operações em criptomoedas. Por outro lado, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, deseja adotar o bitcoin como forma de pagamento.

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Derivativos

Fundos de investimentos em dólar: vale à pena?

Pedro Hostyn

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Proteger o seu patrimônio deve ser uma das suas prioridades ao começar no mercado financeiro. Isso porque não basta guardar dinheiro, é preciso que o poder de compra dele siga durante todos os anos investidos. Para os investidores que buscam fazer o hedge, um dos ativos mais comuns são os fundos de investimentos em dólar. Investir na moeda americana pode diminuir as perdas em momentos de crise, mas podem não render tão bem quanto outros ativos.

Por isso, é uma boa ideia investir em fundos de investimentos em dólar? Como montar uma estratégia que você consiga ter uma alocação ideal usando esse ativo? Nesse texto, vamos falar tudo sobre essa modalidade de investimentos que, segundo alguns analistas, deveria estar em todas as carteiras de investimentos. Ainda, vamos explorar algumas modalidades disponíveis no mercado, com preços acessíveis e taxas baixas.

O que são os fundos de investimentos em dólar?

Como o próprio nome diz, os fundos de investimentos em dólar investem diretamente na moeda americana. Por isso, quando o dólar sobe, o fundo ganha. Por outro lado, quando o dólar cai, o fundo perde. Mas existem diversos cenários na economia que podem sinalizar uma provável direção para a moeda americana.

Ao utilizar os fundos de investimentos em dólar, as gestoras atuam comprando contratos futuros de dólar. Funciona assim: minuto a minuto, o mercado negocia a compra e venda de dólar. E é assim que o preço se movimenta. Quando muita gente quer dólares, a cotação sobe. Mas quando pouca gente quer dólares ou quando mais pessoas querem o real, a cotação da moeda cai. E isso acontece por diversos motivos: empresas querem comprar máquinas, uma pessoa deseja viajar, uma siderúrgica quer comprar aço, e assim por diante.

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Porém, épocas de crise tendem a fazer o dólar subir. Foi o que aconteceu no início da pandemia. Quando o mundo se deparou com a covid, a busca pela moeda americana, a mais segura do mundo, disparou, fazendo o dólar passar dos R$6,00 em alguns dias. Por outro lado, quando a economia brasileira vai bem, há a tendência de investidores comprarem reais para investir aqui. O atual momento, segundo analistas, é de indefinição. Isso porque muitas variáveis precisam ser analisadas pelo mercado.

fundos de investimentos em dólar

Foto: NeonBrand | Reprodução

Como investir?

Por isso, é importante que você invista em fundos de investimentos em dólar quando quiser proteger o seu patrimônio. No ano de 2021, a bolsa caiu 12%, enquanto o dólar engatou uma alta de 10%, aproximadamente. Dessa forma, quem tem uma carteira com metade em dólar e metade em Ibovespa fechou o ano praticamente no zero a zero. E é exatamente essa a função desse fundo.

Em tempos de crise, é indicado que você busque esses fundos. Com isso, você diminui as perdas causadas pelos investimentos em bolsa, por exemplo. Por outro lado, em tempos de alegria no Ibovespa, você pode perder parte de seus retornos com prejuízos no dólar. Porém, analistas recomendam uma carteira com até 5% de fundos de investimentos em dólar, para mitigar perdas e evitar muitas oscilações.

Para isso, diversas gestoras têm esses fundos de investimentos em dólar, como a Warren, o Banco do Brasil, o Santander e demais corretoras. Caso deseje investir, basta entrar em contato com a sua corretora e ver as opções. Contudo, atente-se às taxas e aos demais custos, para não ter sustos na hora do resgate.

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Moedas e Câmbio

Dólar fecha semana em leva queda e anima investidores

Raquel Luciano

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O dólar fechou em leve queda e próximo das mínimas do dia nesta sexta-feira (14), com vendas na reta final da sessão estimuladas pela continuidade de um movimento de realização de lucros na divisa norte-americana, que acumulou na semana o maior declínio em mais de dois meses.

A moeda americana vem de quatro quedas consecutivas que a levaram para baixo de pelo menos dois suportes técnicos. Se fracassar em voltar acima dessas linhas, mais ordens de vendas podem ser acionadas, deixando o dólar sujeito a mais depreciação.

A semana foi de expressivo ajuste técnico do dólar no mundo, o que conduziu uma correção também no Brasil, com o mercado discutindo o ritmo de prováveis altas de juros nos Estados Unidos. Os investidores estrangeiros, por exemplo, venderam na B3 nesta semana até a quinta-feira (último dado disponível) 1,7 bilhão de dólares entre contratos de dólar futuro, cupom cambial e swap cambial tradicional.

O que motivou a queda do dólar essa semana

O dado sugere que especuladores que operam na Bolsa Mercantil de Chicago podem ter dado sequência a um movimento de redução de apostas contra a moeda brasileira. Na virada do ano, esse grupo de agentes financeiros –que costuma operar com posições de maior risco e muitas vezes direcionais– fez a maior compra líquida de reais em cerca de um mês.

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“De acordo com nossas previsões de retorno total para 2022, real, rublo russo e baht tailandês devem ser as três moedas com melhor desempenho em 2022”, disseram estrategistas do Bank of America em relatório, que veem essas moedas como “baratas”.

A estimativa do BofA para o fim do ano é de taxa de câmbio nominal de 5,70 reais por dólar –alta de 2,27% para o dólar e queda de 2,22% para o real. Contudo, os retornos totais embutem ainda as taxas de juros a termo, que têm como referência o juro básico da economia (a Selic). O retorno implícito em contratos de balcão de taxa de câmbio a termo (NDFs, nas sigla em inglês) de um ano estava em cerca de 11,4% ao ano, nas máximas desde o fim de 2016.

Ao fim desta sexta, o dólar à vista caiu 0,29%, para 5,5125 reais na venda, menor patamar desde 16 de novembro do ano passado (5,4999 reais). Ao longo do pregão, a divisa oscilou entre alta de 0,46%, a 5,5541 reais, e queda de 0,35%, a 5,5090 reais.

O recuo desta sexta foi o quarto seguido, período em que o dólar perdeu 2,82%. A moeda não caía por quatro pregões seguidos desde agosto do ano passado. Na semana, o dólar acumulou desvalorização de 2,12%, a mais forte desde a também queda de 2,12% registrada na semana finda em 5 de novembro de 2021. Em 2022 até agora, o dólar recua 1,09%.

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Economia

Eduardo Paes diz que Rio investirá em criptomoedas

Pedro Hostyn

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Em entrevista coletiva à Rio Innovation Week, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, disse que pretende investir parte do Tesouro do município em criptomoedas. Segundo o prefeito, a ideia faz parte de uma medida de atração de empresas, que busca transformar a cidade em um polo tecnológico. Além disso, ele afirmou que fará isso através do programa “Cripto Rio”.

Segundo o próprio prefeito, o intuito é aplicar 1% do caixa do município nas moedas digitais. Por outro lado, ele afirmou que a prefeitura pretende dar descontos em impostos pagos com bitcoin, a criptomoeda mais famosa do mundo. Ele ainda disse que pretende melhorar a cara da cidade para uma nova economia mundial.

A fala curiosa de Eduardo Paes

Durante a entrevista em um congresso de atração de empresas de tecnologia, o prefeito afirmou que pretende investir 1% do Tesouro do Rio de Janeiro em criptomoedas. Segundo o prefeito, a ideia é atrair novas empresas e tornar a cidade uma referência em tecnologia no mundo. Além da compra de criptos, o prefeito pretende fundar um projeto chamado de Portomara Valley.

Isso porque no Portomara Valley, o Rio de Janeiro daria isenções fiscais para empresas ligadas à tecnologia. A ideia é ter a mesma política que a Zona Franca de Manaus, porém voltado ao segmento das techs. Apesar disso, o prefeito não deu restrições ao projeto. Isso porque, segundo fontes, Eduardo Paes pretende dar desconto em impostos, como IPTU e IPVA, para os cidadão que pagarem com criptomoedas. A ideia, para os aliados do governo, é mostrar uma cidade mais voltada à nova economia mundial. Vale lembrar que atualmente apenas El Salvador reconhece o bitcoin como moeda oficial. Além disso, no Brasil, não há legislações sobre o uso de criptomoedas como forma de pagamento. “Vamos estudar o arcabouço jurídico para que a gente possa fazer isso”, afirmou ao O Globo o secretário da Fazenda, Pedro Paulo.

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Eduardo Paes Bitcoin

Foto: Divulgação

Não é a primeira vez

Apesar de o Rio de Janeiro ser a maior cidade brasileira disposta a essa nova forma de pagamentos, a cidade de Maricá já havia informado sua intenção de ser um local mais tech. Isso porque a cidade, que fica próximo à Niterói, já deu detalhes sobre como funcionará os descontos para quem pagar com criptoativos. Dessa forma, a prefeitura já tem a modalidade de pagamento para os cidadãos mais modernos.

Segundo a prefeitura de Maricá, o imposto será de apenas 2% para quem fizer o pagamento através de plataformas digitais de operação. O pagamento pode ser feito em ativos ambientais, através de fintechsstartups prestadores desses tipos de serviços.

Com essa novidade, os prefeitos de ambas as cidades levantam uma discussão ainda adormecida no Brasil. Isso porque, cada vez mais, as grandes empresas aceitarão o pagamento em criptomoedas. Com isso, é necessário que haja legislações sobre o tema, bem como uma organização do próprio governo, com a iniciativa de aceitar, ou não, essas moedas. Segundo analistas, aceitar bitcoin como pagamento colocaria o Brasil em foco no mundo, dado que Estados Unidos e China não parecem dispostas a isso.

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Investimentos

Por que o bitcoin está caindo tanto? Entenda

Pedro Hostyn

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Desde que atingiu a sua máxima, no dia 8 de novembro, o bitcoin já caiu mais de 35%. Isso anda assustando novos investidores e gerando perdas para as carteiras dos mais diversos fundos de investimentos. Contudo, analistas acreditam que a moeda digital sofre forte influência do banco central americano, o FED. Com a retirada de estímulos da economia e o aumento dos juros por lá, os investidores saem de ativos de maior risco, como é o caso da criptomoeda.

Apesar disso, para investidores de longo prazo, gestores afirmam que essa pode ser a oportunidade perfeita para ganhar com a possível retomada da moeda. Contudo, vale lembrar que as moedas digitais são os ativos de maior risco atualmente, o que demanda cautela na hora de aportar mais dinheiro nelas.

O que o FED está fazendo?

Para entender a queda do Bitcoin, é importante entender o que o FED, banco central americano, está fazendo na maior economia do mundo. Isso porque o investidor deve lembrar que a inflação é um fenômeno mundial, e os atuais patamares estão acima das médias dos anos anteriores. A principal causa disso é a quebra dos processos produtivos durante a pandemia, que ainda impactam na economia.

Com isso, os órgãos precisam segurar a alta dos preços, no intuito de manter o poder de compra da população. Para conter a inflação, os bancos centrais, no mundo todo, optam por aumentar suas taxas de juros, movimento chamado de hawkish. Dessa forma, os juros americanos devem aumentar quatro vezes em 2022, segundo um relatório do Goldmann Sachs. Com os títulos americanos (os mais seguros do mundo) rendendo mais, não vale a pena que grandes investidores entrem em ativos de maior risco. Por isso, a cotação da criptomoeda cai.

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Contudo, esse fenômeno de uma grande queda não é novidade. Isso porque é comum que o bitcoin corrija 30 a 40% para baixo depois de atingir máximas históricas. Vale lembrar, ainda, que a volatilidade do mercado das criptomoedas é maior que o mercado de ações, o que também gera percentuais de variação maiores.

Bitcoin

Foto: Shutterstock

Comprar bitcoin ou ficar de fora?

Com a queda de mais de 35% desde a sua máxima, o bitcoin opera em níveis de setembro de 2021. Por isso, muitos investidores se questionam se é a hora de comprar ou, pelo contrário, se as máximas já foram atingidas e é melhor ficar de fora. Contudo, analistas divergem nessa hora, e é aí que você precisa tomar uma decisão autônoma.

Para os favoráveis ao bitcoin, a moeda é o futuro das transações. Por isso, ela deve voltar a subir, segundo esses analistas, o que faz o atual momento ser uma oportunidade. Ainda, vale lembrar que o bitcoin é escasso e sua mineração pode estar no fim, segundo alguns relatórios de especialistas. Dessa forma, apoiadores afirmam que o bitcoin será o novo ouro.

Por outro lado, há quem diga que existe espaço para uma queda maior, principalmente porque a economia mundial deve passar por um ano conturbado. Nos Estados Unidos e na Europa, o aumento dos juros deve começar nos próximos meses, pressionando mercados externos, como o Ibovespa e o bitcoin, que devem cair.

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Moedas e Câmbio

Dólar começa essa segunda (10) em alta, cotado a R$ 5,65

Raquel Luciano

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O dólar opera em alta nesta segunda-feira (10), com o mercado financeiro projetando maior aperto monetário e crescimento mais fraco em 2022. Às 10h31, a moeda norte-americana subia 0,41%, cotada a R$ 5,6554.

Na sexta-feira (07), o dólar fechou em queda de 0,82%, a R$ 5,6325. Na parcial da semana e do ano, acumulou avanço de 1,04% frente ao real.

Contexto para as variações do câmbio

No radar dos investidores permanece a expectativa de aumentos de juros já em março nos Estados Unidos e preocupações com infecções crescentes por Covid-19, enquanto, no Brasil, investidores monitoravam as perspectivas da saúde das contas públicas e a piora das expectativas para a economia em 2022.

No exterior, o Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou que movimentos mais rápidos do que o esperado pelo Federal Reserve na política monetária dos EUA podem afetar economias emergentes e provocar saídas de capital e depreciação cambial no exterior.

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Na ata da sua última reunião de política monetária, o Fed revelou discussões de autoridades da instituição no sentido de subir os juros em um ritmo mais rápido do que o previsto. O potencial enxugamento de liquidez pelo BC norte-americano representa um desafio adicional para a classe de ativos emergentes (da qual faz parte o real), que costuma sofrer em situações assim devido ao risco de fuga de capital para os EUA, onde a rentabilidade dos títulos ficaria maior com a alta de juros, pano de fundo de daria suporte ao dólar.

Por aqui, os analistas do mercado financeiro voltaram a reduzir a estimativa de alta do Produto Interno Bruto (PIB) para 2022. O mercado estima agora uma alta de 0,28%, contra 0,36% na semana anterior, segundo boletim Focus divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central. Já a projeção para a taxa de juros básicos (Selic) ao final de 2022 foi elevada para 11,75%.

Os analistas consultados pelo BC reduziram pela quinta semana seguida a previsão de inflação consolidada de 2021 – de 10,01% para 9,99%. Já a previsão para o ano de 2022 continuou em 5,03%, acima do teto do sistema de metas para o ano (5%).

Ainda na cena doméstica, “uma nova dor de cabeça fiscal veio à tona”, disseram economistas do Citi em relatório divulgado nesta segunda-feira. O comentário faz referência às pressões recentes do funcionalismo público por reajustes salariais, após várias categorias de servidores anunciarem planos de paralisações e entregas de cargos.

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