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Economia

Petróleo nas máximas: como isso afeta o seu bolso?

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A notícia de que o petróleo atingiu as máximas desde 2014 abalou o mercado e fez economistas reverem suas previsões para o Brasil. Isso porque em 2021 o preço dos combustíveis, afetado pelo petróleo, representou 49% do IPCA anual. Dessa forma, saber o que o aumento do barril pode causar na economia é fundamental para que você se planeje e proteja seu dinheiro.

De forma resumida, o preço do petróleo mexe em quase tudo. Isso porque a commodity é base para plásticos, combustíveis, além de mexer nos preços das passagens aéreas, por conta do querosene. Por isso, o cenário não é bom para nenhum consumidor.

Petróleo nas máximas

Algumas causas são as responsáveis pelo preço nas máximas. De forma suscinta, algumas tensões entre países, a demanda maior que a oferta e a preocupação com a variante Ômicron fizeram os preços subirem de forma abrupta. No ano passado, o Brent operou em alta de mais de 50%.

Por isso, bancos, como o Goldmann Sachs, afirmam que o barril pode chegar à cotação dos US$100 ainda nesse ano. Para ter mais detalhes, você pode ler aqui.

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Contudo, mesmo com a cotação em alta, isso não é uma notícia isolada. O preço do petróleo é importante para todas as economias do mundo, mas as emergentes sofrem ainda mais com isso. Por isso, algumas consequências já podem ser esperadas pelo consumidor. A principal delas é o aumento dos combustíveis nos postos de gasolina. Apesar de a Petrobrás já ter feito o reajuste na semana passada, novas altas são esperadas pelos economistas.

Além disso, o preço do diesel fica maior, afetando o custo dos fretes, que aumentarão e serão repassados ao consumidor. Dessa forma, as compras no mercado podem ficar ainda mais caras, resultado em um menor poder de compra da população.

Com a alta do petróleo, suas compras podem ficar mais caras. Foto: Unsplash

Como proteger o seu dinheiro nos investimentos?

Apesar de a inflação aumentar para todas as pessoas, ainda é possível proteger parte do seu dinheiro das altas do petróleo. Isso porque, mexendo na inflação de toda a economia, os títulos atrelados ao IPCA podem dar retornos interessantes ao mercado.

Com taxas de IPCA+ 5,44% a IPCA+ 5,74%, o Tesouro Direto tem retornos recordes, se comparado com os últimos anos. Além disso, existe a possibilidade de se proteger investindo em fundos de investimentos atrelados ao IPCA. Mais raros, mas existentes, títulos indexados ao IGP-M também podem dar retornos maiores. Contudo, esses últimos são mais complicados de serem achados por investidores comuns.

Apesar disso, uma forma de também buscar se proteger da inflação, ainda no início do ano, é colocar o seu dinheiro em uma conta que renda 100% do CDI. Isso porque as taxas estão altas, enquanto a inflação ainda está recém começando no ano. Dessa forma, mesmo que momentaneamente, o investidor consegue se proteger da alta do petróleo e dos preços.

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