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Bancos

Nubank oferece desconto de 50% na Black Friday. Saiba onde comprar!

Raquel Luciano

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O Nubank lançou recentemente seu novo cartão de crédito focado no público com altos rendimentos: o Ultravioleta. O serviço, oferecido na categoria Black Friday, garante ao usuário uma série de benefícios, dentre eles os descontos de até 50% em empresas parceiras.

Para acessar todas as vantagens, a fintech cobra uma mensalidade no valor de R$ 49. Entretanto, clientes que acumularem gastos no cartão acima de R$ 5 mil por mês ou investirem, pelo menos, R$ 150 mil no banco digital recebem isenção da cobrança.

O cartão Ultravioleta do Nubank garante as seguintes vantagens aos clientes: acesso à salas VIP e Wi-Fi em aeroportos, compra protegida, proteção de preço, seguro de vida em viagens, além de todas as conveniências oferecidas no programa de relacionamento Mastercard Surpreenda.

Lista de empresas que oferecem descontos pelo cartão Nubank

Além das oportunidades citadas acima, o Nubank Ultravioleta também oferece descontos de até 50% em lojas parceiras. Veja a lista delas a seguir:

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LivUp: até 20% de desconto em produtos;
Localiza: 10% de desconto no valor das diárias;
Mash: 10% de desconto em todo site;
Natura: até 30% de desconto em produtos selecionados;
Netshoes: 15% de desconto em compras na página da parceira;
Ponto: até 25% de desconto em produtos selecionados;
RecargaPay: R$ 10, de desconto na primeira compra no aplicativo;
Renner: até 15% de desconto em compras na página da parceria;
Salomão Zoppi: 25% de desconto em exames;
Shoestock: até R$100 de desconto em compras na página da parceria;
Sociedade da Mesa: 20% de desconto na primeira compra;
Tommy Hilfiger: 20% de desconto mais frete grátis;
Zattini: 10% de desconto em produtos vendidos e enviados pela Zattini;
C&A: 12% de desconto no site;
Camicado: até 10% de desconto em todas as compras no hotsite;
Casas Bahia: até 25% de desconto em produtos selecionados;
Centauro: 25% de desconto em camisas de time no site;
Clube do Malte: 50% de desconto no primeiro mês do Beer Pack 4 para assinatura trimestral;
Dasa: até 20% de desconto em vacinas e exames;
Decolar: até 10% de desconto em passagens, hospedagens, pacotes e mais;
Electrolux: até 45% de desconto no Shop Club;
Evino: R$ 50 de desconto na primeira compra e R$ 20 nas próximas;
Extra: até 25% de desconto em produtos selecionados;
Liquido: 12% de desconto em todo o hotsite da promoção.

Por tudo isso, o Nubank Ultravioleta consegue se destacar em comparação ao tradicional roxinho. Além disso, o Ultravioleta é confeccionado em metal e conta com cashback de 1% a cada compra. O valor é depositado na conta do Nubank e passa a render até 200% do CDI.

 

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Jornalista formada pela Universidade Nove de Julho com experiência na produção de matérias para portais de notícia nos estados do MS, BA, MG e SP. Atualmente é Redatora do Sua Finança.

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Nubank deixa de ser banco mais valioso da América Latina

Pedro Hostyn

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Depois de ser o IPO mais aguardado de 2021, o Nubank deixou de ser o banco mais valioso da América Latina. Isso se deve à queda dos preços das ações, que fizeram o banco perder valor. A principal causa dessas quedas é o aumento de juros nos Estados Unidos, bem como as incertezas com a economia brasileira. Apesar disso, o banco ainda está em segundo lugar, avaliado em US$37,4 bilhões, atrás apenas do Itaú.

Na bolsa brasileira, o BDR do Nubank, o NUBR33, já perdeu mais de 34% de seu valor. Cotado a R$11,50 no fim do primeiro pregão, agora o banco vale R$7,56 na cotação de sexta-feira. Apesar disso, analistas afirmam que o banco não sofreu interferências e não teve mudanças em processos internos. Com isso, a queda é puramente especulativa.

Nubank caiu feio!

A expectativa de que o banco central americano, o FED, aumente os juros na maior economia do mundo mexeu com todo o mercado de ações, inclusive com o Nubank. Por lá, investires veem as treasuries americanas (títulos públicos) se valorizando cada vez mais, o que contribui para a saída da renda variável. Com isso, as ações tendem a perder valor, algumas mais, outras menos.

Porém, o caso do Nubank é diferente. Isso porque muitos analistas enxergam o IPO da fintech como exagerado. O preço colocado no banco ficou acima de grandes empresas mundiais, como Itaú e Santander. Por isso, o mercado tende a corrigir esses preços de forma automática. Como o Nubank estava sendo negociado bem acima de seus indicadores, a tendência é de queda. Agora avaliado em US$37,4 bilhões, o banco começou na bolsa valendo US$42 bilhões, uma queda de mais de 10% em um mês. NO BDR a situação é ainda pior, dado que o dólar também se desvalorizou nesse tempo.

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Nubank

Foto: Divulgação

Itaú voltou ao seu posto

Desde a entrada do Nubank na bolsa americana, o Itaú havia perdido o posto de maior banco da América Latina. Contudo, desde o IPO do roxinho, o banco laranja valorizou 6,19%, enquanto as ações da fintech caíram. Com isso, a empresa voltou ao seu posto. Vale lembrar que o Itaú é dono da maior carteira de clientes do país.

Apesar disso, essa retomada tem grandes contribuições da bolsa de valores por aqui. Com a instabilidade nos Estados Unidos, investidores buscam o mercado brasileiro para tentar uma exposição maior. Dessa forma, as ações das blue chips são as mais buscadas, entre elas, o ativo do Itaú (ITUB).

Ainda, vale lembrar que o desempenho da Nasdaq não anda satisfatório. Depois de subir mais de 20% em 2021, a bolsa das techs opera em baixa de 5,93% no ano até agora. Além da queda das ações do Nubank, outras novidades esperadas pelo mercado, como Robinhood, Toast e Affirm caíram até 31%. Com esse movimento, há a tendência de desconto de ativos. Por outro lado, analistas afirmam que o P/L do índice Nasdaq segue elevado, o que pode contribuir com mais quedas durante o ano.

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Next comemora a marca de 10 milhões de clientes

Raquel Luciano

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O banco digital Next, começou o ano atingindo uma marca invejável. A fintech bateu a marca de 10 milhões de clientes e superou até mesmo as expectativas do presidente Renato Ejnisman. Ao assumir o cargo, em março do ano passado, Renato havia determinado uma meta de 7 milhões de clientes até o fim de 2021.

Esta meta determinada pelo presidente foi batida em setembro e o Next continuou conquistando clientes. Os 10 milhões de clientes alcançados, respondem por um crescimento de 170% ao ano. Renato disse que o banco deseja manter o crescimento agressivo para aproximar a finetch de seus rivais.

O Next conseguiu dobrar sua quantidade de clientes no último semestre, pois no último dia 3 de junho, o banco estava comemorando a marca de 5 milhões de usuários. Na data, o banco disse “alcançarmos a marca de 5 milhões de clientes sinaliza que estamos no caminho certo”.

Porém, mesmo com esta importante marca alcançada, o Next ainda está longe de bater de frente com seus concorrentes principais, como o Nubank, que possui 48 milhões de clientes e o Inter, com 14 milhões. O presidente da fintech projeta que as novas funcionalidades lançadas pelo banco digital no último ano podem deixar esta competição mais acirrada.

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NextShop

A grande aposta do Next no momento é a sua plataforma de compras lançada em novembro do ano passado, a nextShop. O banco digital também aposta em seu programa de cashback, agressivo para segurar os usuários na plataforma, oferecendo até 10% do valor das compras de volta para a conta dos clientes.

Empréstimos

Outra aposta importante do Next é a de aumentar sua oferta de empréstimos. Ejnisman não cita números exatos, porém, diz que o banco dobrou sua carteira de crédito no último ano, ao passo que simultaneamente, viu a inadimplência cair 40%. “Apesar de estarmos abrindo espaço em novas frentes, a receita do crédito e também dos cartões vai continuar sendo muito importante para o Next e para todo o setor”, disse.

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Depois de brigar com a XP, Itaú compra corretora Ideal

Pedro Hostyn

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Três meses após ter desavenças com a maior corretora do Brasil, a XP, o Banco Itaú anunciou a aquisição de 100% das ações de uma corretora digital, a Ideal Investimentos. A compra marca um processo de entrada do banco no setor de varejo de investimentos. Isso porque os investimentos em bancos são fortemente criticadas pelo conflito de interesses e pelas altas taxas.

Com isso, o Itaú terá mais uma empresa para o seu guarda-chuva e a perspectiva é de aumentar, ainda mais, o número de investidores na bolsa brasileira. Recentemente, os grandes bancos estão adquirindo corretoras para tentar ampliar o leque de investidores em suas bases.

Brigou com a XP

Antes de comprar a Ideal Investimentos, o banco Itaú teve uma severa briga com a XP, envolvendo a compra da corretora. Isso porque o Banco Central proibiu que o banco adquirisse 100% da empresa. Em nota, o BC informou que o Itaú poderia ter, no máximo, 49,9% da empresa, algo que o banco já tinha.

A compra da XP pelo Itaú tinha três etapas. Na primeira, o banco adquiriu os 49,9% da corretora. Posteriormente, haveria a compra de mais 25% da empresa, em duas partes de 12,5% cada. Contudo, na segunda compra de 12,5%, o Banco Central atuou proibindo as transações. Diante disso, houve troca de farpas na internet de um lado para o outro. A XP chegou a usar o nome do Itaú em suas campanhas de marketing, algo que não gerou bons retornos à empresa.

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Contudo, o Itaú tem como plano atuar no setor do varejo em corretoras. Diante dessa nova expansão de mercado, o banco comprou o controle de 100% da Ideal Investimentos, que têm uma parcela mínima no mercado. Segundo a transação, o Itaú avaliou a empresa em R$1,3 bi. Assim como na XP, a compra da Ideal será dividida em fases.

Itaú XP Ideal

Foto: Itaú | Divulgação

As fases de compra do Itaú

O Itaú anunciou a intenção de comprar 100% da ideal através de dois aportes diferentes. O primeiro, que foi anunciado hoje, e o segundo, que ocorrerá em 2027 ou posteriormente. No final da transação, o banco terá a opção de comprar 100% da corretora Ideal, 100% digital e nova no mercado. Além disso, o Itaú afirmou que a compra permitirá que o banco atue e forneça mais produtos ao mercado brasileiro.

Em nota, o banco informou que a primeira compra foi de 50,1% do capital social e votante da corretora. O valor desse aporte foi de R$650 milhões. o que faz o Itaú ter o controle da companhia. Após 5 anos, o Itaú terá a possibilidade de comprar os 49,9% faltantes, contudo, analistas afirmam que isso será feito a preço de mercado da data, não relacionado com o preço de hoje.

Dessa forma, caso a corretora cresça fortemente, o banco precisará pagar ainda mais pelos 49,9% faltantes. Apesar disso, analistas acreditam que esse prazo servirá para determinar se é, ou não, um bom negócio para o banco. Contudo, apesar de ter o controle acionário da empresa, o Itaú informou que as decisões da corretora seguirão sem interferências do banco.

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C6 Bank libera recebimento de dólares do exterior

Raquel Luciano

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Nesta quarta-feira (12), o C6 Bank liberou para alguns clientes o envio e o recebimento de dólares do exterior para facilitar a vida de quem faz transferências internacionais com frequência. Dessa forma, o banco digital será uma nova opção disponível no mercado para quem usa plataformas para fazer esse tipo de operação financeira.

De acordo com o C6 Bank, o serviço está disponível aos usuários que possuem a Conta Global, que possibilita guardar dinheiro na moeda estrangeira. Dessa forma, é possível enviar e receber dólares de qualquer conta corrente, registrada no exterior.

Ficou curioso e quer saber mais? Veja o que o Sua Finanças traz para você e o que é preciso fazer para ter acesso a esse novo benefícios do C6 Bank.

Como ter acesso ao benefício do C6 Bank

Em suma, a empresa cobra uma taxa de US$ 30, ou seja, em torno de R$ 165, para fazer o envio de dólares ao exterior por meio da conta internacional. Já para receber uma transferência, o usuário precisa pagar uma taxa de US$ 15, ou seja, em torno de R$ 82.

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Ademais, o prazo para o envio de dólares por meio da Conta Global é de 2 dias úteis. As transferências são feitas das 9h às 16h30 de dias úteis. Entretanto, você pode solicitar a mesma, a qualquer momento do dia. Para fazer uma transferência, é necessário:

  • Abrir o app do C6 Bank;
  • Em seguida, clicar na opção “Transferir dólar”;
  • Posterior a isso, você deve preencher os dados e o valor, bem como selecionar o motivo.

Por outro lado, para receber, é necessário compartilhar os dados da conta com quem vai realizar a transferência de dinheiro e permitir o recebimento no app do C6 Bank. A conta global também é ofertada em euros e vem com um cartão de débito que possibilita fazer compras no exterior. Além disso, é possível sacar moeda estrangeira em 2 milhões de caixas eletrônicos espalhados pelo mundo.

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Nubank tem o maior fundo multimercado do país

Pedro Hostyn

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Dados do site Economática afirmam que o Nubank tem o maior fundo multimercado do país. Com apenas quatro meses de existência, o Fundo Nu Seleção Cautela bateu seus concorrentes em número de cotistas. Contudo, ainda deixa a desejar em patrimônio líquido e rentabilidade. Apesar disso, o fato marca mais uma revolução roxa do banco, que além de ser o maior banco da América Latina em valor, também se tornou uma das principais corretoras do país no fim do ano passado.

Além do Nu Seleção Cautela, outros dois fundos do banco estão no Top 5 fundos do Brasil. A entrada do banco no mundo dos investimentos promete mudar a forma como o brasileiro vê seu dinheiro. Além disso, deve ajudar milhões de pessoas a investir de forma mais completa. Contudo, analistas afirmam que ainda falta qualidade nos produtos da instituição.

O que são fundos multimercado?

Os fundos multimercado são produtos que permitem que o investidor diversifique em renda fixa, renda variável, commodities, ouro e demais moedas dentro de apenas um produto. Com isso, os fundos são mais arriscados que a renda fixa, mas dada a alta diversificação, são mais seguros que fundos de ações. Apesar disso, não é recomendado que o investidor utilize apenas esses produtos.

Isso porque, mesmo em fundos de investimentos diversificados, especialistas acreditam que é importante ter diversos tipos de fundos de investimentos na carteira. Isso permite ter uma rentabilidade maior e uma constância maior dos retornos no longo prazo. Contudo, os fundos multimercados do Nubank não estão sequer ultrapassando os fundos mais seguros do Brasil.

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Em comparação desde a criação dos produtos, no dia 16 de março, o CDI já rendeu 4,18%, contrastando com 3,37% de rendimento do Fundo Nu Seleção Cautela, o maior do país. Os outros dois fundos da instituição, que também estão no top 5 em números de cotistas, renderam 2,26% e 1,67%. São os fundos Nu Seleção Equilíbrio e Nu Seleção Potencial, respectivamente. Dessa forma, os retornos abaixo do CDI permitem afirmar que a NuConta estaria rendendo mais que os produtos mais arrojados da instituição.

Nubank

Apesar de ter o maior número de cotistas, os fundos do Nubank estão rendendo abaixo do CDI. Foto: Mais Retorno | Reprodução

O feito notório do Nubank

Apesar de os fundos do Nubank terem rendimentos pífios perto da inflação, analistas afirmam que o banco está dando acesso a diversos novos investidores a produtos diferentes do mercado. Isso porque anteriormente os fundos eram tidos como menos populares. Como o banco caiu no gosto dos brasileiros, popularizar essa modalidade de investimentos pode ser bom para o país.

Dessa forma, o mercado pode ficar mais dinâmico, com maiores valores rolando entre os agentes e dando mais confiança à liquidez do país. Além disso, um investimento sólido pode fazer com que os índices de endividamento das pessoas caiam, à medida em que a educação financeira chega a elas. “Entre os novos cotistas dos fundos Nu Seleção temos um número expressivo de novos investidores, pessoas que nunca haviam aplicado seus recursos através de um fundo, demonstrando nosso potencial de expandir o mercado de investimentos no Brasil”, afirmou Andrés Kikuchi, líder da Nu Asset Management.

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XP Investimentos compra banco Modal

Pedro Hostyn

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Na mesma semana em que anunciou a compra da Suno, casa de análise, a XP Investimentos informou ao mercado que comprou o Banco Modal por um valor superior à cotação anterior do ativo. A ideia da XP é entrar no setor de bancos de varejo, mesma estratégia adotada pelo Modal nos últimos meses. A compra avalia o Banco Modal em R$3 bilhões, valor maior que a cotação das ações MODL11 no dia 06.

Segundo a nota divulgada, a compra será feita através da troca de ações. Apesar disso, a aquisição da XP é de 100% do banco Modal. Na manhã de hoje, as ações da XP e da Modal subiam em suas bolsas.

Compra relâmpago

A XP anunciou que, em menos de um mês de negociações, chegou a um acordo sobre a compra de 100% do Banco Modal. Segundo fontes do Valor Econômico, a empresa, que agora é parte do grupo XP, era desejo de outros grandes players do mercado, como o TC, antigo TradersClub. Por outro lado, as empresas afirmam que a rapidez do negócio seria para evitar vazamentos de informações.

Anteriormente, em novembro do ano passado, o Modal começou a conversar com o TC sobre uma parceria estratégica. A ideia era juntar os mais de 500 mil clientes do TC à corretora ModalMais, uma importante corretora de valores do Brasil. Durante os dois meses de conversa, o TC chegou a contratar o banco BR Partners para que procurasse uma corretora para firmar a parceria. Contudo, analistas afirmam que houve demora na negociação e que, com isso, a XP conseguiu entrar no meio e fazer uma proposta irrecusável.

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O Banco Modal cresceu como um banco de atacado, atendendo apenas empresas. Apesar disso, por estratégia, a empresa decidiu se voltar ao setor de varejo, concorrendo diretamente com grandes nomes, como Itaú, Bradesco, Nubank e muitos outros.

XP Modal

Foto: Banco Modal | Reprodução

A avaliação da XP

A compra do Banco Modal pela XP resulta em uma avaliação de R$3 bilhões do banco. O valor é 50% acima da cotação do dia 6, que avaliava o Modal em R$1,96 bilhão. Além disso, vale lembrar que as ações do banco derreteram desde seu IPO, em abril de 2021, mais de 50%. Com isso, outros bancos acionistas, como o Credit Suisse, também estavam no prejuízo.

Por isso, a compra da Modal pela XP foi um excelente negócio para todos. Para a XP, aumenta-se o leque de serviços e empresas gerando caixa. Contudo, na Modal, fazer parte de uma empresa maior permite abrir o seu nome para o mundo, captar novos clientes e ganhar mais com isso. Já para o Credit Suisse, a recompensa vem em participações na XP, que é uma empresa mais sólida que o Banco Modal.

Na Nasdaq, a XP vale US$ 15,14 bilhões. A empresa terá que se desfazer de apenas 19,5 milhões de ações classe A ou BDRs, dando aos acionistas do Modal cerca de 3,5% da empresa. Na proporcionalidade, os acionistas atuais do Modal terão 1,95% da XP e o Credit Suisse, que detinha 15,8%, fica com 0,55% da XP. Em nota, a XP ainda criticou o que especialistas chamaram de concentração de mercado. A empresa disse, em nota, que XP e Modal, juntos, detém 3,8 milhões de clientes, enquanto os cinco maiores bancos têm 457 milhões.

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