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Investimentos

C6 Bank: como criar uma carteira de investimentos?

Raquel Luciano

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Pensando em atender todos os tipos de investidores, desde aqueles que já sabem investir até os que estão em fase de aprendizado, o C6 Bank lançou recentemente o C6 TechInvest, um serviço que usa tecnologia para auxiliar o usuário a diversificar seus investimentos de forma personalizada.

O C6 TechInvest sugere carteiras com diferentes composições de ativos, como Ibovespa, S&P 500, Nasdaq 100, papéis atrelados à inflação e juros prefixados no Brasil, títulos do Tesouro dos Estados Unidos, além de prata e ouro.

O processo de criação da carteira leva poucos segundos e, após o cadastro inicial, o app já apresenta a carteira recomendada ao cliente, que pode, a partir daí, personalizar sua composição, excluindo ou incluindo algum dos ativos, e definindo a relação de risco e retorno desejada.

As carteiras recomendadas pelo C6 TechInvest têm uma vantagem importante – elas são diversificadas, um fator relevante quando se pensa em proteger os investimentos das oscilações do mercado.

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Além disso, é possível iniciar uma carteira a partir de um investimento de R$ 1 mil. A taxa de administração é de 0,7% ao ano, uma das menores do mercado para esse tipo de serviço.

Confira abaixo o passo a passo para investir pelo C6 TechInvest

Passo 1: Ao entrar no aplicativo do C6 Bank, disponível na App Store e na Google Play Store, toque no ícone C6 Invest e, em seguida, em C6 TechInvest.

Passo 2: Em seguida, arraste a tela para cima para conhecer mais detalhes sobre o C6 TechInvest e depois toque em começar.

Se este for o seu primeiro acesso na área de investimentos do app, você terá que preencher um cadastro e fornecer informações complementares que farão o banco conhecer melhor seu perfil de investidor.

Passo 3: Aguarde alguns instantes para que sua carteira recomendada seja gerada. Na sequência, conheça os ativos indicados para você e personalize sua carteira como quiser, marcando ou desmarcando os ativos em que deseja investir ou não. Quando finalizar, toque em continuar.

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Passo 4: Agora que você já definiu quais ativos farão a composição da sua carteira, chegou a hora de definir a alocação, ou seja, qual percentual será de fato aplicado em cada um deles. Comece conferindo a alocação recomendada de acordo com o seu perfil e toque em performance para ver o rendimento dessa composição de carteira nos últimos meses. Se desejar seguir com essa recomendação, toque em continuar.

Mas, se você quiser alterar a alocação recomendada, arraste o círculo pelo gráfico no topo da tela e visualize outras opções. Quando encontrar a alocação desejada, basta tocar em continuar e avançar para a próxima tela.

Passo 5: Por último, dê um nome para sua carteira, indique qual valor deseja investir ao todo e toque em continuar. Na sequência, leia o contrato, declare que leu e concorda, digite sua senha, valide o token e, pronto, você receberá uma mensagem de confirmação na tela.

O cliente também pode criar mais de uma carteira, com diferentes composições e alocações de ativos para diferentes objetivos.

Já para resgatar o investimento, basta acessar a área de investimentos do app, tocar em C6 TechInvest, selecionar a carteira de onde pretende resgatar o dinheiro total ou parcialmente, definir o valor, tocar em resgatar, digitar a senha e validar o token. O dinheiro ficará disponível na conta corrente em um dia útil.

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Plataforma completa

A plataforma de investimentos do C6 Bank foi pensada para ser simples e para que todas as operações possam ser feitas no mesmo lugar, sem a necessidade de acessar um outro app para aplicar os recursos. Além do C6 TechInvest, a plataforma já oferece um dos mais completos marketplaces de investimento do mercado, com renda fixa, renda variável (com taxa zero de corretagem) e fundos tanto do Brasil quanto internacionais, além de previdência.

Desde o início do ano, clientes do C6 Bank também podem investir diretamente no exterior por meio da Conta Global de Investimentos, que dá acesso a fundos internacionais e produtos de renda fixa mais sofisticados, como os bonds.

Sobre o C6 Bank

O C6 Bank é um banco completo, lançado em 2019, que já superou a marca de 10 milhões de clientes no Brasil. Sem agências físicas, a instituição financeira já tem em seu portfólio mais de 20 produtos, incluindo conta corrente isenta de taxa de manutenção, cartão sem anuidade, transferências e saques gratuitos, tag de pedágio grátis, programa de pontos, Conta Global, plataforma de investimentos, entre outros.

O banco teve o maior crescimento na base de clientes entre os bancos digitais do país, segundo levantamento do UBS Evidence Lab publicado em outubro de 2020. O C6 Bank atende pessoas físicas, MEIs e PMEs e está presente em 100% dos municípios brasileiros. Mais informações sobre o banco em https://www.c6bank.com.br

Foto: Assessoria de Imprensa

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Jornalista formada pela Universidade Nove de Julho com experiência na produção de matérias para portais de notícia nos estados do MS, BA, MG e SP. Atualmente é Redatora do Sua Finança.

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Os investimentos do futuro: saiba quais são

Pedro Hostyn

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É difícil falar de investimentos do futuro, porque isso demanda saber de uma variável incerta: o próprio futuro. E, nesse texto, não temos a pretensão de acertar todos os investimentos. Apesar disso, olhando o cenário atual, podemos inferir que algumas coisas no mundo vão mudar. E seus investimentos devem acompanhar isso.

Para isso, analisamos algumas realizações governamentais, algumas previsões de gestores na internet e, claro, material de especialistas em política internacional.

ESG

De longe, a ideia mais interessante e palpável para os investimentos do futuro são as empresas e os produtos ESG. Isso porque o mundo inteiro caminha para políticas públicas e privadas nesse sentido.

E isso já está impactando estudos importantes. Segundo o Global Consumer Trends 2021, “para os consumidores, as empresas não deveriam focar apenas na receita, pois elas são mais do que organizações com fins lucrativos”. Dessa forma, seja porque são pressionadas para isso, seja porque querem, as empresas vão mudar seu jeito de trabalhar.

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Com isso, energia renovável, produtos recicláveis, diversidade, inclusão e tudo que cerceia o ESG estarão presentes na economia. Além disso, o FMI lançou uma nota, recentemente, falando que o clima é um dos aspectos mais importantes da economia. Ou seja, o mundo inteiro está andando para esse caminho.

Além disso, um estudo da Mackenzie mostrou que investimentos ESG estão rendendo mais que os investimentos na “velha economia”. No Brasil, podemos ver isso nas ações da Embraer, que está liderando a entrada em carros elétricos no Brasil.

Criptomoedas

Se você acha que o Bitcoin já é uma realidade, você está parcialmente certo. Isso porque, como ativo de investimento, a cripto de fato já é uma realidade. Com essa moedinha preciosa, já temos milionários nascendo e temos, também, ETF em bolsas importantes.

Mas por outro lado, as criptomoedas ainda são o investimento do futuro porque elas ainda não são muito usadas para a maior finalidade das moedas: comprar. Ainda não é possível, por exemplo, pagar o cafezinho em Bitcoin. Por isso, uma implementação, em países mais relevantes que El Salvador, das criptomoedas como forma de pagamentos poderia trazer rendimentos enormes.

Por outro lado, temos o crescimento de outras moedas digitais que não o Bitcoin: Ethereum e Solano, por exemplo. Essa diversificação deve ficar cada dia maior. E quem souber aproveitar, vai fazer dinheiro (literalmente)!

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investimentos do futuro

Foto: Kellie Churchman – Pexels

Oceano Azul

Se você ainda não leu o livro “A Estratégia do Oceano Azul“, provavelmente você não entendeu esse título. Mas o conceito é, na verdade, bastante simples, apesar de a prática ser muito diferente.

Quando uma empresa entra no Oceano Azul quer dizer que ela está inovando uma categoria ou, ainda, mesclando dois mercados em um produto apenas. Um exemplo clássico: Méliuz. Quando, antes de Méliuz, você encontrou empresas que davam cashback? Então, esse é o oceano azul. Isso quer dizer que investir em empresas inovadoras darão dinheiro aos investidores, mas mais que isso, trarão conforto à sociedade em geral.

Por isso, é importante ficar atento!

Ah, e vale lembrar que poderíamos incluir as NFT aqui nesse texto, mas separamos um conteúdo exclusivo para esse investimento. Para acessar, clique aqui.

 

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Dicas

IVVB11: o ETF que salvou os investidores brasileiros

Pedro Hostyn

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Se você é um investidor e ainda mantém seu dinheiro apenas no Brasil, você está investindo errado, e o IVVB11 foi excelente para quem ficou sabendo disso há 1 ano. Isso porque a bolsa brasileira caiu durante o ano, mas os Estados Unidos estão em outra vibe.

Por isso, reiteramos que diversificar os investimentos em diferentes setores é fundamental, mas diversificar entre países é a chave para a sobrevivência no longo prazo.

Esse material não é recomendação de compra ou venda. Ele é apenas elucidativo e busca trazer mais informações ao investidor. Qualquer operação é de responsabilidade do investidor.

O que é o IVVB11?

O IVVB11 é mais um ETF que é listado na B3 e que está atrelado ao mercado internacional. Nesse caso, ele replica o índice S&P500, a maior bolsa de valores do mundo.

O S&P500 tem gigantes mundiais listadas por lá: Apple, Berkshire Heathaway, JP Morgan, Nike, entre outras. Por isso, é uma bolsa altamente procurada pelos investidores devido à maior participação na economia do mundo das companhias que estão lá. Como o próprio nome diz, são 500 empresas listadas no índice.

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Como qualquer ETF, o investidor leva de bandeja uma série de ativos junto, no caso, 500. Isso por si só já é vantajoso. Contudo, é importante lembrar que as companhias listadas são de diversos setores diferentes, o que gera mais uma diversificação dentro do ETF. Ou seja, se você desejar colocar o ETF em carteira, diversifica em diversos setores de outro país.

Além disso, é importante saber quem são os players que operam nessa bolsa. E o melhor de tudo é que é o mundo todo. Isso porque os Estados Unidos são a maior economia do mundo, então a busca pelas bolsas de lá é uma prioridade. Dessa forma, todos os grandes investidores que você conhece investem lá.

S&P 500 IVVB11

Foto: Bloomberg

Os retornos do S&P 500

Quem investiu no S&P 500, através do IVVB11, está jogando na cara dos brasileiros os seus números verdes. Isso porque o índice americano deixou o Ibovespa no chinelo. E não foi por pouco.

Se pegarmos a cotação pré-pandemia até hoje, o IVVB11 subiu quase 100%. Desde o primeiro pregão de 2021, a alta são exorbitantes 33%. Para se ter uma ideia, os rendimentos do Ibovespa nos mesmos períodos são -9,87% e -10,84%, respectivamente.

Ou seja, enquanto quem investiu R$1.000 no IVVB11 no primeiro pregão desse ano tem, hoje, algo em torno de R$1.330, o investidor que fez isso no Ibovespa tem R$891,60. Isso dá uma diferença de R$438,40. Uma quantia relevante, certo?

Então, é por isso que o investidor, ao começar, deve buscar diversificar os valores entre diversos setores e, também, entre países. É dessa forma, por exemplo, que minimiza-se perdas ou, ainda, alavanca-se ganhos na renda variável.

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Concluindo, a pior ideia que se pode ter é comprar tudo em apenas um ativo. Isso faz com que você vire dependente de uma empresa, o que pode causar prejuízos enormes. Como diz o famoso ditado, “nunca coloque todos os ovos na mesma cesta”.

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Bridgewater: conheça o fundo mais lucrativo do mundo

Pedro Hostyn

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A Bridgewater Associates é a maior gestora de hedge funds do mundo e conta com a liderança de um dos economistas mais famosos do mercado financeiro: Ray Dalio. Atualmente, a gestora conta com mais de US$140 bilhões sob gestão e tem mais de 1.500 funcionários.

O melhor de tudo é que alguns investidores já podem aportar no fundo de Ray Dalio em uma corretora brasileira.

A história de Ray Dalio

Ray Dalio nasceu em Nova York e, segundo conta no seu livro, começou a investir antes dos 18 anos. Com isso, estudou o mercado financeiro desde jovem e se formou em finanças pela Long Island University.

Em 1975, Ray fundou a Bridgewater Associates, que é hoje a maior gestora de investimentos do mundo. Isso porque Ray montou uma estratégia extremamente inovador e que, com o tempo, mostrou resultados excelentes.

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A estratégia da “paridade de risco” é tida como indestrutível. Isso porque ela prevê investimento em todas as classes de ativos, com diferentes riscos. Dessa forma, o fundo rende bem em qualquer cenário, seja em crise, seja em cenários de boas perspectivas.

Apesar disso, nem tudo são flores. No início dos anos 80, Ray Dalio apostou errado no mercado financeiro e isso trouxe um prejuízo enorme para ele e para seus investidores. Com isso, perdeu a confiança de muitos clientes e ficou à mercê de fechar a empresa.

Isso, segundo ele, mudou sua perspectiva de vida. Na obra “Princípios“, Ray fala que aprender a escutar as pessoas é fundamental.

Ray Dalio Bridgewater

Photo by Pedro Fiúza/NurPhoto via Getty Images)

Como funciona a Bridgewater e os investimentos

A Bridgewater é uma gestora de investimentos que tem como política interna a “verdade extrema”. Nesse sentido, Ray Dalio estimulou os funcionários a não esconder suas opiniões, por mais duras que sejam. Apesar de parecer um excelente modelo, nem tudo foram alegrias.

Isso porque as reuniões gravadas, as verdades duras e muitas vezes o ataque entre os colegas fez com que o clima dentro da empresa ficasse pesado. Contudo, Dalio nunca quis que o espírito de empresa fosse maior que desavenças pessoais. Porém, em 2018 Dalio saiu da empresa, mas ainda atua em casos isolados.

Sobre a política de investimentos, a carteira do fundo mostra uma estratégia diversificada entre ativos de longo prazo, renda variável, curto prazo e commodities. Segundo contam, a carteira  tem 40% investidos em títulos da dívida de longo prazo (acima de 30 anos), 30% em ações de empresas consolidadas na bolsa de valores, 15% em títulos de dívida pública ou privada de curto prazo (até 10 anos), 15% dividido entre ouro e outras commodities, como gás natural e petróleo. Com isso, o fundo que perde de um lado, ganha de outro e assim vai rebalanceando.

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Desde o lançamento do fundo no Brasil, pela XP, o fundo já rendeu 4,36%, ante 1,99% do CDI. Apesar disso, o fundo é apenas para investidores qualificados, ou seja, aqueles que tem mais de R$1 milhão investidos em títulos financeiros. Você pode ler tudo sobre o fundo aqui.

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Investimentos

B3 anuncia novo índice ESG

Pedro Hostyn

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Na levada dos investimentos do futuro, a bolsa brasileira, a B3, anunciou um novo índice de ESG. E para provar que isso não tem a ver apenas com o meio ambiente, o índice GPTW B3 não contará, necessariamente, com empresas sustentáveis.

Isso porque as empresas consideradas excelentes locais de trabalho comporão o índice. Inclusive, o GPTW é uma sigla para “Great Place to Work” (ótimo lugar para trabalhar, em inglês), nome de uma empresa de consultoria global.

ESG não é meio ambiente?

Não apenas. ESG envolve tudo que diz respeito à sustentabilidade, mas também a praticas sociais mais inclusivas e governança corporativa responsável. E é nessa última área que o índice vai atuar.

Isso porque, através de entrevista a funcionários de empresas listadas, o GPTW terá as empresas listadas em um ranking anual divulgado pela Great Place to Work. Segundo o diretor executivo de Produtos e Dados da B3, Luis Kondic, das 2.000 empresas certificadas pela consultoria, 50 estão na bolsa de valores brasileira. Contudo, isso não quer dizer que todas participarão.

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Apesar disso, esse novo índice também abre portas para que novas empresas busquem a certificação, o que aumenta a confiabilidade do mercado nas companhias, além de modificar práticas prejudiciais dentro das empresas.

B3 ESG GPTW

Foto: GPTW / Reprodução

Quando a B3 lançará o novo índice?

O índice entrará em vigor apenas em 2022, mesma data que será divulgada a lista de empresas do índice. Porém, as empresas devem ser escolhidas de acordo com alguns critérios já estipulados pela bolsa de valores brasileira (B3).

Isso porque as empresas devem ter participado de, pelo menos, 95% dos pregões até hoje. Além disso, o valor da ação das empresas não pode ser menor que R$1,00, o que o mercado chama de “penny stock”. Por último, a ação deve estar entre as 99% primeiras do índice de negociabilidade. Passando nesses quesitos, a empresa entra em mais uma concorrência.

Isso porque o índice será composto por 33 empresas, sendo 22 certificadas pela Great Place to Work, e 11 que se destacam nos quesitos eliminatórios. Apesar disso, o índice dividirá o peso igualmente entre os dois setores. Dessa forma, metade do peso fica nas certificadas, enquanto a outra metade fica nas empresas com boas classificações nos pré-requisitos.

A GPTW considera que a medida é inovadora e que vai impulsionar o mercado de bem-estar dos funcionários das empresas que estão na bolsa. Além disso, a consultoria espera causar impacto positivo nas empresas que desejam fazer o IPO na bolsa.

O GPTW se junta ao Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) e ao Índice Carbono Eficiente (ICO2), que já são realidade na B3. Com isso, a bolsa ainda se mostra aberta aos investimentos do futuro, se aliando com práticas governamentais nacionais e internacionais.

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Tesla registra lucro e anima o mercado

Pedro Hostyn

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A Tesla, do icônico Elon Musk, apresentou ao mercado lucros acima das expectativas e animou os investidores nos dois últimos pregões da semana. A empresa de carros elétricos conta com números excepcionais e já é uma das queridas do mercado mundial.

A empresa apresentou US$1,62 bilhão de lucro líquido, o que representou uma alta de 389% em relação ao mesmo período do ano passado.

Quem é a Tesla?

A Tesla (B3: TSLA34) é uma empresa de carros elétricos e outros componentes de baterias para automóveis. Mais conhecida pelo seu dono, o polêmico e divertido Elon Musk, a empresa é lider em automotivos movido à energia.

Isso porque a empresa é a primeira do mundo a vender mais de 2 milhões de carros elétricos. Com isso, a empresa deixa de ser uma empresa do futuro e passa a ser uma realidade no mundo sustentável.

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Além disso, os carros da Tesla são extremamente seguros. Conforme a distribuição das baterias no chão do veículo, alguns modelos tem baixíssimas probabilidades de capotar, por exemplo. Assim, a empresa ganha mercados cada vez mais amplos, como Estados Unidos e União Europeia.

Com esses resultados, o Lucro por Ação ficou na casa dos US$1,86, acima das expectativas do mercado, que giravam em torno de US$1,59.

Cresceu muito!

Com o resultado apresentado, a Tesla já cresceu 57% no ano de 2021, mais que muitas empresas do mundo. Com isso, ela se tornou a queridinha do mercado, operando em forte alta nos pregões que sucederam o release.

Isso porque os lucros aumentaram, assim como as vendas. O número de carros entregues no ano já passa dos 200 mil. Vale lembrar também que o mundo sofre com a escassez de chips, o que mostra a força da empresa em driblar os cenários de adversidade.

Na quinta-feira, 21, os BDR de Tesla (TSLA34) operaram em alta de 5,84%, fechando o dia a R$158,05. Já no pregão de ontem, 22, os mesmos ativos operaram em mais uma alta não muito relevante, fechando com subida de 0,03%. Apesar disso, o ativo ficou bem melhor que o Ibovespa em ambos os dias, mostrando a importância da diversificação.

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Outro fato curioso dos resultados da empresa foi o lucro reportado na categoria “reestruturação e outras”. Isso porque esse ativo representa os investimentos da empresa em Bitcoins. Para a surpresa do mercado, o valor investido na criptomoeda ficou na casa dos US$51 milhões.

Tesla

Tesla Model Y 2022. Foto: Tesla / Reprodução

É um bom investimento?

Investir na Tesla pode parecer um excelente negócio para o futuro. De fato, muitos analistas passam a prever que a empresa será líder em venda de automóveis no futuro. Apesar disso, é preciso tomar cuidado no investimento.

Isso porque a empresa ainda não é líder de mercado e pode perder se as concorrentes se moverem mais rapidamente. Contudo, os números mostram que os investidores estão se dando bem. Vale a pena dar uma estudada e ver se o ativo se encaixa na sua carteira!

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Netflix: efeito Round 6 deixa empresa com lucro recorde

Pedro Hostyn

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A nossa tão amada Netflix informou ao mercado que fechou o terceiro trimestre de 2021 com um lucro líquido de US$1,4 bilhões. A série coreana Round 6, produção própria da empresa, fechou o mês com mais de 142 milhões de contas assistindo.

Por isso, a febre global trouxe novos assinantes, o que significa mais dinheiro para a empresa de streaming. O lucro por ação também ficou acima das expectativas.

Você conhece a Netflix mesmo?

Que a Netflix é uma empresa de streaming você já sabe. Mas talvez você ainda não tenha noção de como o mercado está ficando concorrido mundo afora. Por isso, dados acima das perspectivas são excelentes notícias para os investidores da empresa.

Isso porque a Netflix está com uma concorrência em alta. Além de Amazon Prime, os serviços digitais da Disney (Disney + e Star +), HBO e, no Brasil, TeleCine, vêm ganhando mais espaço no tempo (e no bolso) dos usuários e amantes de filmes. Além disso, um grande player do mercado brasileiro está se tornando o GloboPlay.

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As vantagens desses outros produtos é que eles misturam filmes e séries com conteúdo televisivo ao vivo e exclusivo. Para driblar isso, a Netflix investiu em produções próprias, como La Casa de Papel e, mais recentemente, Round 6. E isso tem dado resultado. Vale lembrar que a Netflix levou sete estatuetas do Oscar para casa no início do ano, apesar de ter ficado sem os prêmios principais.

Netflix

Foto: Netflix / Reprodução

As finanças

A Netflix reportou um lucro de US$1,4bi no terceiro trimestre de 2021. O valor representa uma alta de 83% com o mesmo período do ano passado. Desse valor, vem US$ 7,4 bi de receita entre julho e setembro, valor 16,3% maior que o resultado no trimestre anterior.

Outro indicador importante que ficou acima das expectativas foi o Lucro por Ação (LPA). O resultado divulgado deixou um LPA em US$3,19, acima das projeções do mercado, que estavam em US$2,59.

Além disso, os valores mostram uma recuperação da empresa em relação à pandemia. Com a necessidade de distanciamento social e cuidados com a saúde, as produções da empresa caíram no ano passado, mas voltam à normalidade gradativamente.

No total de assinantes, a Netflix aumentou em 4,4 milhões o número de clientes, 99% acima do mesmo período no ano passado e acima das expectativas, que eram de 3,5 milhões de novos assinantes. Agora, o total de assinantes está na casa de 213,5 milhões de pessoas. O número é bem próximo da população total do Brasil, por exemplo. Ou seja, muita gente!

Apesar do resultado, as ações da Netflix chegaram a cair mais de 3% no dia posterior ao anúncio dos resultados. No Brasil, a queda dos BDR foi a patamares próximos. Apesar disso, analistas veem com bons olhos as finanças da companhia, que é uma das maiores empresas do índice Nasdaq.

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