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Moedas e Câmbio

Após negociação do Banco Central, dólar fecha estável pelo 3° dia

Raquel Luciano

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Em um dia de poucas negociações, a atuação do Banco Central (BC) pesou e fez o dólar fechar praticamente estável e ter o terceiro dia seguido de queda. A trégua não se repetiu na bolsa de valores, que teve perdas pelo segundo dia consecutivo.

Nas últimas semanas, o BC tem intervindo no câmbio para reduzir a volatilidade provocada pela remessa de lucros de empresas para o exterior, que influem na cotação, especialmente em dias de pouca negociação. O dólar encerra a semana com queda de 0,37%. A divisa acumula alta de 0,47% em dezembro e valorização de 9,09% em 2021.

No mercado de ações, as tensões permaneceram. O índice Ibovespa, da B3, fechou a quinta-feira com queda de 0,33%, aos 104.891 pontos. O indicador chegou a subir nos primeiros minutos de negociação, mas perdeu força ainda durante a manhã, sem conseguir acompanhar o avanço nas bolsas internacionais.

O Ibovespa fechou a penúltima semana do ano com perda de 2,15%. O índice acumula queda de 11,87% em 2021.

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Variante Ômicron ainda preocupa mercado financeiro

Nesta quinta, a preocupação dos mercados internacionais com o avanço da variante Ômicron do novo coronavírus continuou diminuindo. Isso por causa da divulgação de estudos segundo os quais a variante tem baixo índice de hospitalização em relação às variantes anteriores.

Além disso, a aprovação de duas pílulas para pacientes moderados e graves pela agência reguladora dos Estados Unidos reduziu o pessimismo com a evolução da pandemia.

No Brasil, os investidores repercutiram a divulgação de que o índice IPCA-15, que serve como prévia da inflação oficial, fechou 2021 em 10,42%, no maior nível desde 2015.

O índice diminuiu as expectativas de que o Banco Central afrouxe os reajustes da taxa Selic (juros básicos da economia) em 2022. Juros mais altos desestimulam aplicações em mercados de maior risco, como a bolsa de valores.

Ou seja, toda essa incerteza gera preocupações ao mercado financeiro que vê esse final de ano mais cauteloso em relação a investimento e finanças.

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Jornalista formada pela Universidade Nove de Julho com experiência na produção de matérias para portais de notícia nos estados do MS, BA, MG e SP. Atualmente é Redatora do Sua Finança.

Moedas e Câmbio

Dólar volta a subir 0,89%, cotado a R$ 5,575 nesta terça (18)

Raquel Luciano

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O dólar opera em alta na tarde desta terça-feira (18), com as atenções voltadas para o quadro fiscal e político doméstico, enquanto, no exterior, a moeda norte-americana recebia apoio da alta dos rendimentos dos títulos do governo dos Estados Unidos. Às 15h51, a moeda norte-americana subia 0,89%, cotada a R$ 5,5755.

Na segunda-feira, o dólar fechou em alta de 0,24%, a R$ 5,5261. Com o resultado, passou a acumular queda de 0,87% na parcial do mês e no ano.

Cenário para as variações do dólar

No exterior, os investidores monitoram os próximos passos do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), que fará sua reunião de política monetária da semana que vem, em meio a uma subida das apostas para um aumento das taxas de juros já em março.

A taxa de dez anos –referência global para decisões de investimento– chegou a tocar uma máxima em dois anos mais cedo, e era negociada acima do patamar de 1,8%. Já o rendimento do Treasury de dois anos, que reflete expectativas de curto prazo para os juros básicos nos EUA, superou 1% pela primeira vez desde fevereiro de 2020 nesta terça-feira.

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Juros mais altos nos EUA tendem a tornar ativos de mercados emergentes –arriscados, embora geralmente mais rentáveis– menos atraentes para investidores estrangeiros. Já os preços internacionais do barril de petróleo atingiram nesta terça-feira máximas desde 2014.

Por aqui, o foco da semana se volta para pressões de servidores do governo por reajustes salariais e a sanção do Orçamento 2022. A atenção do mercado a esses pontos se justifica pelo receio persistente em torno de aumentos de gastos – com previsões gerais de piora do déficit fiscal em 2022, ano eleitoral.

O receio dos mercados é de que eventuais aumentos salariais abalem ainda mais a credibilidade fiscal do país, derrubada no ano passado pela promulgação da PEC dos Precatórios, que alterou a regra do teto de gastos para permitir o financiamento de mais despesas do governo com benefícios sociais.

Os analistas do mercado financeiro aumentaram levemente a estimativa de alta do Produto Interno Bruto (PIB) para 2022, de 0,28% para 0,29%, segundo o último boletim Focus do Banco Central. Já a previsão de inflação para 2022 subiu de 5,03% para 5,09%.

O mercado manteve a projeção para a taxa Selic de 11,75% ao final do ano. A estimativa para a taxa de câmbio em 2022 segue em R$ 5,60 por dólar. Prévia do PIB tem resultado positivo, mas demanda cautela.

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Moedas e Câmbio

O que são altcoins?

Pedro Hostyn

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Ao falar em criptomoedas, muitas pessoas ainda se confundem com os termos que o mercado utiliza para falar sobre os diferentes produtos. Um desses termos é a palavra “altcoins” que, apesar de ter um nome mais ou menos complexo, denomina todas as criptomoedas que não são o bitcoin. E a palavra fica ainda mais simples quando você percebe que o termo “alt” significa “alternativa”.

Dessa forma, ao falar de altcoins, estamos nos referindo a cerca de 60% de todo o mercado de criptomoedas. Isso porque excluímos o universo de 40% que bitcoin ocupa e passamos a mirar as mais diversas moedas digitais que estão surgindo no mundo. Além disso, é possível que você já conheça algumas altcoins famosas, como o Ethereum, Solana e Radio Caca.

O universo das altcoins

Segundo o portal CoinMarketCap, o bitcoin representa 60% do tamanho do mercado de criptomoedas do mundo. Os outros 40% estão divididos em mais de 10 mil ativos, que são as altcoins. Por isso, o mercado das moedas digitais alternativas representam grandes oportunidades para novos investidores.

Exemplos de altcoins são o ethereum, o dogecoin, cardano e tantas outras que já fazem parte dos maiores portfólios de criptos das corretoras e dos investidores especializados nesses ativos. Todas essas moedas são negociadas de forma descentralizada, ou seja, sem a interferência de governos centrais. Além disso, elas usam sistemas de blockchain, que também são sistemas que não possuem uma única central, mas diversas centrais espalhadas pelo mundo. Apesar disso, cada criptomoeda tem seus prós e seus contras, e o investidor deve sempre estudar os fundamentos antes de investir em qualquer ativo de risco.

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Além disso, investir nas altcoins dá diversas vantagens aos investidores. Isso porque uma das maiores regras do mercado financeiro é ter diversos ativos em carteiras. Estudos comprovam que a diversificação entre produtos é a melhor forma de diminuir o risco dos investimentos e, no longo prazo, aumentar os rendimentos.

altcoins

Foto: Kanchanara | Reprodução

Outros benefícios de sair do bitcoin

Além de ter maior exposição a moedas que podem subir mais que o bitcoin, as altcoins permitem outras inúmeras vantagens para os investidores mais atentos. Apesar disso, é importante avisar que nem todas as criptomoedas darão retornos gigantescos. Isso porque muitos investidores querem novas moedas para ter retornos de 50.000%, ou mais, mas isso nem sempre será verdade.

Apesar disso, as altcoins podem ser grandes fontes de mineração. Como não são moedas populares, a mineração de novas criptomoedas pode dar grandes lucros aos investidores mais antenados. Basicamente, a mineração envolve a resolução de um problema matemático complexo, o que é feito através de sistemas. Depois de resolvido, o investidor recebe o valor correspondente ao prêmio. Ao fazer isso com diversas altcoins, os ganhos podem ser bons.

Além disso, as altcoins possuem maior volatilidade, o que agrada investidores mais agressivos. A especulação pode ser mais forte nessas moedas menores, o que também pode dar ganhos extras no curto prazo. Por outro lado, criptomoedas menores costumam ter preços mais acessíveis. Atualmente, há moedas digitais que custam menos de US$0,01. Com isso, uma pequena compra pode dar grandes somas, caso a moeda se valorize no longo prazo.

 

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Moedas e Câmbio

Após fechar em queda na sexta, dólar começa a semana cotado a R$ 5,50

Raquel Luciano

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O dólar opera com pequenas variações nesta segunda-feira (17), depois de cair com força no acumulado da semana passada, enquanto investidores continuavam avaliando as perspectivas de aumentos de juros nos Estados Unidos. Às 10h04, a moeda norte-americana recuava 0,13%, cotada a R$ 5,5059.

Na sexta-feira (14), o dólar fechou em queda de 0,27%, a R$ 5,5129, no menor patamar desde 16 de novembro do ano passado (R$ 5,4991). Com o resultado desta sexta, passou a acumular queda de 1,11% no ano.

Os mercados estão alvoraçados com essa queda do dólar, ainda mais no setor de turismo, que voltou a registrar alta na demanda de viagens internacionais. Assim, os turistas se sentem mais motivados a viajar, mesmo com a pandemia ativa, aproveitando essa queda do dólar

Cenário para essas variações do dólar

No Brasil, dados do Banco Central mostraram que o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), registrou avanço de 0,69% em novembro em relação a outubro, após 4 quedas seguidas.

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Já os analistas do mercado financeiro aumentaram levemente a estimativa de alta do Produto Interno Bruto (PIB) para 2022, de 0,28% para 0,29%, segundo o boletim Focus do Banco Central. Já a previsão de inflação para 2022 subiu de 5,03% para 5,09%.

O mercado manteve a projeção para a taxa Selic de 11,75% ao final do ano. A estimativa para a taxa de câmbio em 2022 segue em R$ 5,60 por dólar.

No exterior, dados oficiais mostraram que o PIB da China cresceu 8,1% em 2021, a maior expansão desde 2011, mas desacelerou para o ritmo de 4% no 4º trimestre. Além disso, o Banco Central chinês cortou inesperadamente os custos de seus empréstimos de médio prazo pela primeira vez desde abril de 2020.

Nos EUA, a semana começa com o feriado de Martin Luther King nos EUA, o que tende a reduzir a liquidez nos mercados nesta segunda-feira.

Já relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) avaliou em relatório que o mercado de trabalho global levará mais tempo do que se pensava para se recuperar, com os níveis de desemprego acima do patamar pré-pandemia até, pelo menos, 2023.

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Moedas e Câmbio

FMI diz que criptomoedas andam junto com ações

Pedro Hostyn

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Um relatório do FMI apontou que os preços das criptomoedas têm forte correlação com o mercado de ações. Apesar disso, a entidade falou que nem sempre foi assim, mas que ao decorrer da pandemia, os dois ativos começaram a ter movimentos cada vez mais parecidos.

Na nota, o FMI destacou o tamanho do mercado das criptomoedas, que já passa dos trilhões de dólares. Ainda, o banco afirmou que esse tipo de investimento não está mais em segundo plano das maiores gestoras e corretoras do país.

São semelhantes, mas não são iguais!

Segundo o FMI, os ativos nem sempre foram com rentabilidades semelhantes. Tanto pela falta de conhecimento da maioria dos investidores, quanto pelo ceticismo do mercado em relação a esses ativos, os investidores não viam os fundamentos das moedas digitais, o que começou a mudar durante a pandemia.

Isso porque durante a crise do coronavírus, enquanto os mercados estavam caindo, as criptomoedas saltavam a retornos exorbitantes, o que chamou a atenção do mercado. Somente em 2021, o Bitcoin subiu mais de 59%, chegando a bater topos de 110% de rendimentos anuais. Apesar disso, a criptomoeda teve forte correção no mês de dezembro, o que fez a rentabilidade cair.

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Contudo, o FMO notou que, a partir de abril de 2020, a correlação entre o Bitcoin e o S&P 500 ficou, cada vez mais, mais atrelado. Recentemente, analistas afirmaram que as quedas do Bitcoin ocorriam por conta da altas dos juros, encabeçada pelo FED. Esse é o mesmo motivo que fez os índices americanos operarem em queda nas duas primeiras semanas do ano.

A entidade ainda fez um gráfico, que comprova o posicionamento da equipe. Além disso, o FMI afirmou que a correlação não é apenas com os mercados americanos, mas também tem correlação com o andamento dos mercados emergentes, como o Brasil. O FMI fez a comparação com o índice MSCI Emerging Markets Index.

FMI

Estudo do FMI aponta para correlação entre bitcoin e o S&P 500. Foto: FMI | Reprodução

Criptomoedas não ficaram de lado, diz FMI

O FMI ainda afirmou que as criptomoedas não estão na geladeira do mercado financeiro. Segundo a entidade, a nova onda de investimentos está ganhando o mundo, mas alertou para algo importante, que é a adoção das criptomoedas. Isso porque o fundo diz que a alta volatilidade das moedas digitais pode colocar em xeque as economias.

Esse recado, segundo o FMI, serve justamente para as economias com alta aceitação das criptomoedas. Por isso, há a recomendação de analisar e buscar meios de regulamentação das criptomoedas, estratégias globais de inserção desses ativos na economia, bem como supervisão para diminuir os riscos à estabilidade financeira dos países.

O FMI aponta que o novo desafio dos economistas é montar estratégias para se proteger da alta volatilidade desses ativos. Especialistas acreditam que os países devem começar a se posicionar, de forma mais efetiva, sobre a aceitação das criptomoedas. No Brasil, o governo ainda não se posicionou, mas há expectativas de uma tributação sobre as operações em criptomoedas. Por outro lado, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, deseja adotar o bitcoin como forma de pagamento.

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Derivativos

Fundos de investimentos em dólar: vale à pena?

Pedro Hostyn

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Proteger o seu patrimônio deve ser uma das suas prioridades ao começar no mercado financeiro. Isso porque não basta guardar dinheiro, é preciso que o poder de compra dele siga durante todos os anos investidos. Para os investidores que buscam fazer o hedge, um dos ativos mais comuns são os fundos de investimentos em dólar. Investir na moeda americana pode diminuir as perdas em momentos de crise, mas podem não render tão bem quanto outros ativos.

Por isso, é uma boa ideia investir em fundos de investimentos em dólar? Como montar uma estratégia que você consiga ter uma alocação ideal usando esse ativo? Nesse texto, vamos falar tudo sobre essa modalidade de investimentos que, segundo alguns analistas, deveria estar em todas as carteiras de investimentos. Ainda, vamos explorar algumas modalidades disponíveis no mercado, com preços acessíveis e taxas baixas.

O que são os fundos de investimentos em dólar?

Como o próprio nome diz, os fundos de investimentos em dólar investem diretamente na moeda americana. Por isso, quando o dólar sobe, o fundo ganha. Por outro lado, quando o dólar cai, o fundo perde. Mas existem diversos cenários na economia que podem sinalizar uma provável direção para a moeda americana.

Ao utilizar os fundos de investimentos em dólar, as gestoras atuam comprando contratos futuros de dólar. Funciona assim: minuto a minuto, o mercado negocia a compra e venda de dólar. E é assim que o preço se movimenta. Quando muita gente quer dólares, a cotação sobe. Mas quando pouca gente quer dólares ou quando mais pessoas querem o real, a cotação da moeda cai. E isso acontece por diversos motivos: empresas querem comprar máquinas, uma pessoa deseja viajar, uma siderúrgica quer comprar aço, e assim por diante.

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Porém, épocas de crise tendem a fazer o dólar subir. Foi o que aconteceu no início da pandemia. Quando o mundo se deparou com a covid, a busca pela moeda americana, a mais segura do mundo, disparou, fazendo o dólar passar dos R$6,00 em alguns dias. Por outro lado, quando a economia brasileira vai bem, há a tendência de investidores comprarem reais para investir aqui. O atual momento, segundo analistas, é de indefinição. Isso porque muitas variáveis precisam ser analisadas pelo mercado.

fundos de investimentos em dólar

Foto: NeonBrand | Reprodução

Como investir?

Por isso, é importante que você invista em fundos de investimentos em dólar quando quiser proteger o seu patrimônio. No ano de 2021, a bolsa caiu 12%, enquanto o dólar engatou uma alta de 10%, aproximadamente. Dessa forma, quem tem uma carteira com metade em dólar e metade em Ibovespa fechou o ano praticamente no zero a zero. E é exatamente essa a função desse fundo.

Em tempos de crise, é indicado que você busque esses fundos. Com isso, você diminui as perdas causadas pelos investimentos em bolsa, por exemplo. Por outro lado, em tempos de alegria no Ibovespa, você pode perder parte de seus retornos com prejuízos no dólar. Porém, analistas recomendam uma carteira com até 5% de fundos de investimentos em dólar, para mitigar perdas e evitar muitas oscilações.

Para isso, diversas gestoras têm esses fundos de investimentos em dólar, como a Warren, o Banco do Brasil, o Santander e demais corretoras. Caso deseje investir, basta entrar em contato com a sua corretora e ver as opções. Contudo, atente-se às taxas e aos demais custos, para não ter sustos na hora do resgate.

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Moedas e Câmbio

Dólar fecha semana em leva queda e anima investidores

Raquel Luciano

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O dólar fechou em leve queda e próximo das mínimas do dia nesta sexta-feira (14), com vendas na reta final da sessão estimuladas pela continuidade de um movimento de realização de lucros na divisa norte-americana, que acumulou na semana o maior declínio em mais de dois meses.

A moeda americana vem de quatro quedas consecutivas que a levaram para baixo de pelo menos dois suportes técnicos. Se fracassar em voltar acima dessas linhas, mais ordens de vendas podem ser acionadas, deixando o dólar sujeito a mais depreciação.

A semana foi de expressivo ajuste técnico do dólar no mundo, o que conduziu uma correção também no Brasil, com o mercado discutindo o ritmo de prováveis altas de juros nos Estados Unidos. Os investidores estrangeiros, por exemplo, venderam na B3 nesta semana até a quinta-feira (último dado disponível) 1,7 bilhão de dólares entre contratos de dólar futuro, cupom cambial e swap cambial tradicional.

O que motivou a queda do dólar essa semana

O dado sugere que especuladores que operam na Bolsa Mercantil de Chicago podem ter dado sequência a um movimento de redução de apostas contra a moeda brasileira. Na virada do ano, esse grupo de agentes financeiros –que costuma operar com posições de maior risco e muitas vezes direcionais– fez a maior compra líquida de reais em cerca de um mês.

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“De acordo com nossas previsões de retorno total para 2022, real, rublo russo e baht tailandês devem ser as três moedas com melhor desempenho em 2022”, disseram estrategistas do Bank of America em relatório, que veem essas moedas como “baratas”.

A estimativa do BofA para o fim do ano é de taxa de câmbio nominal de 5,70 reais por dólar –alta de 2,27% para o dólar e queda de 2,22% para o real. Contudo, os retornos totais embutem ainda as taxas de juros a termo, que têm como referência o juro básico da economia (a Selic). O retorno implícito em contratos de balcão de taxa de câmbio a termo (NDFs, nas sigla em inglês) de um ano estava em cerca de 11,4% ao ano, nas máximas desde o fim de 2016.

Ao fim desta sexta, o dólar à vista caiu 0,29%, para 5,5125 reais na venda, menor patamar desde 16 de novembro do ano passado (5,4999 reais). Ao longo do pregão, a divisa oscilou entre alta de 0,46%, a 5,5541 reais, e queda de 0,35%, a 5,5090 reais.

O recuo desta sexta foi o quarto seguido, período em que o dólar perdeu 2,82%. A moeda não caía por quatro pregões seguidos desde agosto do ano passado. Na semana, o dólar acumulou desvalorização de 2,12%, a mais forte desde a também queda de 2,12% registrada na semana finda em 5 de novembro de 2021. Em 2022 até agora, o dólar recua 1,09%.

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