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MGLU3: porque Magazine Luiza caiu tanto?

Pedro Hostyn

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Um dos casos de maior sucesso na bolsa de valores é a ação de Magazine Luiza (MGLU3). Contudo, quem é acionista da empresa não está gostando nem um pouco dos rendimentos da companhia, em termos de ações, nesse ano. Isso porque desde o início do ano, a empresa opera em queda de mais de 65%, com o fechamento de hoje, 24.

E as expectativas do mercado e a economia nacional têm tudo a ver com o desempenho péssimo da empresa, que ainda é uma das maiores varejistas do país.

A queridinha do mercado?

Magazine Luiza (MGLU3) nem sempre foi uma ação querida no mercado financeiro, mas passou a ser quando começou a entregar bons resultados. Isso porque a empresa sempre teve um viés de se adiantar à concorrência e lançar produtos e serviços inovadores em suas plataformas.

Ainda antes da pandemia, a empresa começou a investir fortemente em mercado digital, formando seu aplicativo e montando uma rede de logísticas que, hoje, é uma das mais rápidas do Brasil. Ainda, alguns dados do setor de varejo mostram que a Magazine Luiza (MGLU3) é a segunda maior varejista do país, atrás apenas da argentina Mercado Livre.

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Com isso, a empresa ainda é sólida e tem um tamanho enorme, apesar da queda de suas ações. Além disso, mesmo que piores, os fundamentos da empresa ainda continuam bons, em termos de análise fundamentalista, mas em franca queda. E falando na queda, é interessante verificar os motivos.

Magazine Luiza MGLU3

Foto: Shutterstock | Reprodução

Porque Magazine Luiza (MGLU3) caiu tanto?

Toda essa queda de MGLU3 se pauta nas expectativas do mercado. Como sempre comentamos por aqui, no curto prazo o mercado é sempre irracional, e isso está acontecendo agora. Dessa forma, analisar como o mercado atua sobre a empresa, não o contrário, é fundamental para entender a ação despencando.

Quando nasceu na bolsa, a empresa tinha baixas expectativas. E à medida em que foi subindo, dando retornos, subindo novamente, dando mais retornos, a empresa foi criando seus holofotes. Com isso, o mercado começa a exigir sempre mais da empresa, que, por outro lado, precisa entregar sempre mais. Dessa forma, a empresa precisa crescer sempre mais e mais, o que uma hora tende a não acontecer. E chegou esse momento para a Magazine Luiza.

A empresa sofreu com a pandemia, a queda nas vendas do varejo e agora a alta da inflação. Com isso, a empresa passa ter menores margens de lucros, apesar de ainda ser lucrativa. Por isso, à medida que a empresa cresce muito, ela precisa crescer sempre mais para manter os investidores empolgados. E não é isso que está acontecendo.

E vale sempre lembrar que esse texto não é uma recomendação de compra ou venda da ação. É apenas um texto informativo que ajuda você a entender o funcionamento do mercado. As ações devem, sempre, ser analisadas de forma ampla e bem feita, de modo a dar tranquilidade ao investidor que aporta seus valores na renda variável.

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Estudante de Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Experiência com o mercado de investimentos e análises políticas fazem parte da rotina. Atualmente, atua como assessor de atendimento e escritor do presente jornal.

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Os melhores BDR para investir na bolsa

Pedro Hostyn

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Se você busca diversificar o seu patrimônio, de modo a expor ele aos rendimentos do dólar, já deve saber que os BDR são uma excelente opção. Isso porque eles também variam com a variação do dólar, protegendo seu patrimônio da alta da moeda americana. E com isso, saber quais são os melhores BDR para investir também pode dar retornos ainda maiores, segundo a Toro Investimentos

A corretora, que recentemente comprada pelo banco Santander Brasil, reuniu especialistas para montar a lista de ativos estrangeiros.

Os investimentos em BDR

Investir em BDR se tornou mais acessível graças aos esforços da B3 em popularizar o investimento para todos os tipos de investidores no Brasil. Com isso, os ativos ganharam mais liquidez e conseguiram se consolidar nas carteiras de investimentos dos mais diferentes agentes do mercado.

Hoje, é comum vermos fundos de investimentos voltados apenas a esses papéis. E com isso, o investidor brasileiro consegue investir em grandes empresas, como Disney, Apple, Microsoft, Tesla e tantas outras. Além disso, um estudo mostra que os investimentos em BDR subiram 1.400%, fazendo parte da rotina do investidor.

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Vale lembrar que a modalidade é recente e foi disponibilizada para todos os investidores desde outubro de 2020, apenas. Com isso, o investidor passou a se proteger do Risco-Brasil de forma mais fácil e, muitas vezes, sem corretagem.

BDR Toro Investimentos

Foto: Pixabay

Quais os melhores ativos?

Segundo a Toro Investimentos, os melhores BDR para investir são aqueles que estão mais populares entre os brasileiros. Isso porque esses ativos possuem maior liquidez e, com isso, diminuem o risco da renda variável aos investidores, dado que na hora da venda, o titular pode vender sem problemas.

Contudo, é importante lembrar que essas empresas mais populares são aquelas já consolidadas no mercado. Por isso, essa carteira não vai ter rendimentos excepcionais ou muito acima do mercado. Isso porque as empresas citadas são as que têm maior peso nos índices. Com isso, se elas sobem, os índices também sobem. Por isso que alguns investidores buscam investir em Small Caps.

De qualquer forma, os BDR mais populares, segundo o levantamento da Toro são, em ordem alfabética: Apple (AAPL34), Amazon (AMZO34), Alibaba (BABA34), Coca-Cola (COCA34), Disney (DISB34), Facebook (FBOK34), Google (GOGL34), Mercado Livre (MELI34), Microsoft (MSFT34) e Tesla (TSLA34). Com esses papéis, a Toro acredita que você terá uma boa exposição ao mercado mundial, além de ter em carteira empresas que dificilmente deixarão de ser líderes de mercado, pelo menos no curto prazo.

Com isso, é uma carteira ideal para quem quer maior segurança e uma visão de longo prazo. Vale lembrar que, mesmo investindo nessas empresas, você não pode deixar de investir no Brasil. Isso porque uma diversificação entre diferentes países é fundamental para você ter uma carteira saudável.

Portanto, os BDR se somam aos seus ativos brasileiros e formam, como um todo, uma carteira que dá dinheiro a você em quase todos os cenários. Apesar disso, você sempre deve analisar aquele segredo que nunca te contaram sobre os BDR que falamos aqui.

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Dividendos: a estratégia mais popular da bolsa

Pedro Hostyn

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Um dos sonhos de todo investidor é que o valor dos dividendos cubra os gastos mensais e, com isso, ele possa viver de renda passiva. E é exatamente por isso que a estratégia dos dividendos é uma das mais famosas no mercado e nesse texto vamos explicar uma estratégia inovadora, que tem o respaldo de grandes investidores.

Ainda, vale lembrar que o que diremos aqui é apenas uma sugestão para você investir. A estratégia é baseada nas falas de Luis Barsi e no livro de Décio Bazin.

O que são dividendos?

Antes de começarmos com a estratégia, é importante que você saiba o que são os dividendos. De forma bastante simples, os dividendos são parte dos lucros das empresas que elas distribuem a seus cotistas. E isso é fundamental para você entender a estratégia.

Isso porque se você pretende viver de parte dos lucros das empresas, o fundamental é que ela tenha lucro. Dessa forma, você deve evitar todas as empresas que têm prejuízos constantes. Assim, você consegue excluir da sua carteira as empresas que são ruins, ao mesmo tempo em que ganha parte da renda das empresas sem fazer nada.

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Além disso, é comum que nessa estratégia o investidor tenha em carteira grandes empresas, apenas. Isso porque as chamadas blue chips, grandes empresas líderes em seus setores, tendem a dar mais lucro ao longo do tempo, à medida em que distribuem cada vez mais dividendos. Exemplos de blue chips são os grandes bancos, Petrobrás, Vale, Wege, entre outras.

E nessa jornada de viver de rendimentos, você também precisa entender de um indicador chamado de dividend yield. Trata-se de uma divisão simples: para descobrir o indicador, você deve dividir o valor distribuído aos cotistas pelo atual preço da ação. Você encontrará um valor em percentual. Um exemplo seria uma empresa que custa R$1,00 e distribui R$0,10 de dividendos. Nesse caso, dividimos R$0,10 por R$1,00, o que daria um dividend yield de 10%.

Com isso, você focará apenas em empresas que tem um dividend yield acima da taxa Selic, em qualquer cenário.

dividendos

Foto: Pexels

A estratégia

A composição da sua carteira para viver de dividendos é bastante simples de ser alcançada, à medida em que você segue esses passos fielmente. A carteira deve ser composta de 15 a 20 ações, diversificadas igualmente entre elas. Além disso, lembre-se de não concentrar os valores investidos em um único setor da economia.

Após isso, você pesquisará um site que possa ajudar você. Aqui utilizamos o fundamentus.com. Por lá, você filtrará as empresas que têm os maiores dividend yields. Após isso, você pesquisará se a empresa está pagando dividendos há mais de 3 anos consecutivos, pelo menos uma vez ao ano. Caso a empresa passe nessa fase, ela está pronta para ir para a sua carteira.

Agora, basta dividir 5% do seu dinheiro de renda variável para cada empresa e investir. Depois disso, nos seus aportes mensais, você vai rebalanceando a carteira, de modo a ter sempre uma carteira com bons dividendos. Depois disso, você reinveste os dividendos para crescer o seu patrimônio mais rápido.

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Metaverso: Disney vai criar seu próprio mundo virtual

Pedro Hostyn

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Com o anúncio da troca do nome do Facebook, que agora se chama Meta, o mundo do metaverso começou a tomar forma nas maiores empresas do mundo. E hoje, a Disney (DISB34), informou ao mercado que vai, também, criar seu próprio metaverso.

Para especialistas, o movimento é visto como preocupante. Por outro lado, parece ser inevitável.

Mais um metaverso?

Sim! A princípio teremos mais de um metaverso no futuro não muito distante. Isso porque, hoje, a Disney informou que criará o seu próprio metaverso. Além de ser uma excelente chance de você abraçar o Mickey, a Disney planeja criar um metaverso ligado às experiências cinematográficas da companhia.

Por isso, além das criptomoedas e das blockchains, o metaverso vem sendo visto como um movimento que vai juntar, em um universo apenas, o físico e o digital. No metaverso, cada pessoa será um “personagem”, com autonomia e pensamentos próprios. Seria como viver na vida real, mas dentro de um jogo. Se você tem um óculos de realidade virtual, sabe do que estou falando!

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Bob Chapek, CEO da empresa, falou que o metaverso será uma “integração ilimitada do mundo físico e do mundo digital“. O CEO ainda falou que a Disney está seguindo movimentos da Meta (Facebook), Microsoft e HP. Por isso, analistas veem que o movimento está sendo fomentado por grandes somas de dinheiro, o que pode fazer com que se torne uma realidade de fato.

Disney metaverso

Foto: Drew Angerer/Getty Images

Por que o movimento preocupa?

A existência de diversos metaversos preocupa, porque ele é, na verdade, uma fuga da realidade. Especialistas começam a sugerir que os problemas da vida real possam ser passados para esses jogos e, pior que isso, podem ser extrapolados. Isso porque a perda da vida será virtual. Com isso, os problemas de tradição, religião, pensamentos políticos, entre outros, podem se aprofundar.

Apesar disso, o metaverso também abre outras oportunidades econômicas. Isso porque, além de roupas reais, agora o mercado terá a existência de compra de roupas virtuais, objetivos virtuais. Basicamente, tudo que você compra hoje poderá comprar no metaverso. Com isso, espera-se que as criptomoedas descentralizadas tomem conta das transações dessa nova realidade. A fusão do digital com o físico ainda seria bom para conectar diferentes pessoas de forma mais próxima.

E o movimento não está muito distante. Na verdade, já é realidade. Isso porque recentemente a Gucci, uma das maiores empresas de roupas de luxo, lançou um tênis virtual por US$12,99. E apesar das críticas, a empresa conseguiu transformar sua marca em uma entrante no mercado virtual.

Com isso, o metaverso começa a ser uma realidade cada vez mais próxima. Isso, de fato, vai revolucionar a forma como viveremos, de modo a tornar tudo uma realidade virtual, substituindo gradativamente a realidade física na qual vivemos.

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Apple: empresa quer lançar carro até 2025; confira

Pedro Hostyn

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A Apple, dona da marca iPhone, quer lançar o seu carro autônomo até 2025, revela um relatório da Bloomberg. Em desenvolvimento desde 2014, o chamado Apple Car será um automóvel autônomo (sem motorista). A empresa já deu entrada em várias patentes e acredita-se que seja para o projeto.

O projeto da montagem do carro, o Projeto Titan, é um dos principais da empresa, que já conta com uma equipe qualificada.

Por que a Apple está lançando carro?

Não é uma resposta simples, mas a princípio, todo mundo quer entrar nessa nova onda digital. Como a Tesla vem fazendo sucesso, não apenas em vendas, mas em finanças também, todas as empresas querem pegar parte dessa fatia de mercado que ainda mal existe.

Por isso, na parte de carros elétricos e autônomos, a Apple quer tomar vantagem. Hoje, os produtos e equipamentos da Apple são reconhecidamente superiores no mundo dos telefones, o que é um grande impulsionador para a empresa. Isso porque com uma tecnologia mais robusta também sendo aplicada nos carros, não precisará muito para que ela se torne relevante nesse mercado.

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A Apple trabalha no Apple Car desde 2014. O projeto, ao que se sabe, não exigirá piloto nem ações de passageiros em quaisquer situações. Vale lembrar que os carros da Tesla, por exemplo, são premiados como os mais seguros do mundo e também contam com direção autônoma. O único empecilho seriam as legislações nacionais, que ainda não estão preparadas para essa tecnologia.

Apple Car

Foto: Pexels (por Armand Valendez)

Carro autônomo

O Apple Car será um carro autônomo nível 5, ou seja, o máximo de autonomia. Até hoje, nenhuma montadora conseguiu fazer esse tipo de produto e é exatamente por isso que a Apple pode liderar o mercado. Além disso, o design é bem diferente dos outros modelos existentes e as fotos não oficiais mostram a cara do novo veículo.

Isso porque a Apple quer lançar um modelo mais futurista, sem pedais ou volantes e com um maior aproveitamento de espaço interno. Segundo as fotos do relatório, os assentos seriam laterais, como se o passageiro estivesse sentado em uma limusine.

Além disso, o projeto parece não ter deixado os outros produtos de lado. Isso porque acredita-se que o Apple Car terá diversas telas, parecidas com iPad, para que os passageiros possam se entreter durante a viagem, de modo que naveguem pela internet e demais dispositivos à semelhança dos atuais serviços da Apple.

Vale lembrar que umas das últimas contratações da Apple de peso foi Ulrich Kranz, ex-executivo da BMW, para tocar o projeto do Apple Car. Com isso, a empresa está focada em lançar esse grande projeto e deter mais uma liderança de mercado, agora no setor de automotivos autônomos.

Vale lembrar que na semana passada, mais uma montadora concorrente da Tesla fez o IPO. A Rivian, com o processo de abertura de capital, se tornou a montadora mais valiosa do mundo. Esse papel, por exemplo, poderia ser facilmente detido pela Apple com o simples lançamento do veículo.

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Méliuz comunica fim de parceria com Banco Pan

Pedro Hostyn

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A Meliuz, aplicativo de cashback, anunciou na última sexta-feira (19) o fim da parceria com o Banco Pan para a emissão de cartões de crédito. Isso porque a empresa, que ainda não poderia fornecer esses serviços, passará a disponibilizar, de forma autônoma, a partir de janeiro.

Apesar do anúncio, os cartões já existentes seguem funcionando normalmente. A medida faz parte de uma nova roupagem da Méliuz para o ano que vem.

O que aconteceu?

A Méliuz decidiu descontinuar os seus serviços com o Banco Pan, devido à reformulação de seu aplicativo, que ocorrerá em janeiro de 2022. Com isso, a empresa de cashback passará a oferecer todos os serviços de forma autônoma. A parceria foi de grande sucesso no início e permitiu o cashback automático em compras em lojas parceiras pela primeira vez no Brasil.

Com isso, a própria empresa emitirá os cartões de crédito, o que torna desnecessária a parceria. Além disso, no novo app, a empresa terá serviços de transferência via PIX e uma modalidade para os apaixonados pelas criptomoedas: o criptoback.

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Esse serviço dará cashback na compra de criptomoedas, que poderão ser executadas dentro do novo aplicativo da Méliuz. A fintech,  altamente digital, busca ter a cara do novo mercado financeiro ao aderir às criptos. A possibilidade de vender e comprar criptoativos será um serviço inovador para os bancos brasileiros. Atualmente, nenhuma instituição financeira do Brasil fornece esses serviços com muita facilidade.

Méliuz está crescendo, mas…

Ao informar seus resultados do terceiro trimestre de 2021, a Méliuz informou que está crescendo, de fato. Isso porque a empresa tem quase 21 milhões de contas abertas, sendo 9,5 milhões de contas ativas. Em relação ao ano passado o crescimento foi de 78% nas contas abertas e de 168% nas contas ativas, o que representa mais de 30 mil contas por dia.

Além disso, a empresa informou ao mercado que atingiu o seu maior GMV desde o início de suas operações. O mercado utiliza o indicador GMV para calcular o volume bruto de mercadorias de empresas que trabalham com o e-commerce.

Apesar desses excelente números em questão de usuários, a empresa fechou com um prejuízo líquido de R$4,5 milhões, o que não agradou o mercado. Apesar disso, o resultado parece fazer parte de um programa de expansão da empresa, que começa a ganhar o gosto dos consumidores brasileiros. Por isso, a expectativa é que a empresa consiga atuar de forma mais forte nessa Black Friday.

Além disso, sobre o cartão de crédito, a empresa informou que o terceiro trimestre de 2021 finalizou com mais de 7 milhões de solicitações da bandeira co-branded com o Banco Pan, que agora deixará de existir. A empresa ainda disse que durante o terceiro trimestre desse ano, os pedidos somaram 1 milhão, contrastando com 1,5 milhão do trimestre passado. Segundo a empresa, “essa redução já era esperada, já que no meio do 3T21 deixamos de fazer qualquer campanha paga de marketing relacionada ao cartão co-branded”, afirma a nota.

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2022: o que pode acontecer com a renda variável?

Pedro Hostyn

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Sempre no início de um ano eleitoral, o mercado já começa a ver o cenário político para decidir quem vai apoiar, o que vai defender e como agirá. E é exatamente isso que ocorrerá em 2022: a renda variável vai sofrer por causa do noticiário político. E é exatamente por isso que o investidor deve saber surfar nessa onda de volatilidade.

Com isso, vamos explicar o que pode acontecer, baseado em notícias atuais, e como você pode proceder nesses momentos.

Eleições de 2022 no radar do mercado

Quando o país vai decidir o próximo presidente, o mercado começa a especular sobre os impactos da medida econômica proposta pelo candidato. Por isso, 2022 tende a ser um ano de muitos altos e baixos, o que chamamos de volatilidade. Por isso, é importante que você fique atento aos fundamentos das empresas, não o seu preço estritamente.

Digamos que um candidato dirá que vai gastar um monte de dinheiro na economia, intervindo em todos os setores. Se ele ficar na frente nas intenções de voto, o mercado vai cair. Apesar disso, trata-se apenas de uma expectativa, o que não atrapalha em nada a empresa atualmente. Por isso, mesmo com os preços caindo, isso não quer dizer nada além de que o mercado está pessimista.

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Por isso, é importante que, caso seja da sua estratégia, você tenha valores para uma reserva de oportunidade em 2022. Ela vai servir para você comprar os ativos de renda variável nos momentos de baixa, que podem ser muitos no ano que vem. Apesar disso, tem alguns ativos que podem cair menos nessa época de forte turbulência.

2022 renda variável

Foto: Matthew Montrone – Pexels

As ações que tendem a cair menos

Uma forma de se proteger das quedas, caso você ache que isso vai acontecer, é investir em empresas sólidas, que são aquelas para as quais os investidores “fogem” em momentos de crise. Por isso, saber quais os setores você pode usar nesse momento é uma excelente ferramenta.

Dessa forma, é importante que você saiba que ações de bancos são, em tese, mais seguras. Isso porque os bancos possuem margens excelentes, além de terem um certo oligopólio do sistema financeiro brasileiro. Com isso, as empresas do setor tendem a dar lucros em qualquer período econômico.

Por outro lado, setor de saneamento também possuem essa característica, juntamente com o setor  de energia elétrica. Isso porque são consumos essenciais à vida, como luz e água. Dessa forma, por maior que seja a crise, as pessoas vão sempre usar esses dois produtos. E em 2022 não será diferente.

Por último, empresas com receitas dolarizadas podem ter quedas menores em um cenário de recessão. Esse é o caso da Marfrig, que é uma das maiores exportadoras de carne do Brasil. Em 2021, as ações da empresa já subiram quase 90%, mesmo com a economia indo mal.

Apesar disso, é importante falar que ninguém consegue prever o momento do mercado, nem se ele vai subir ou cair. Isso porque no curto prazo o mercado é imprevisível, assim como o preço das ações. Nenhum setor aqui é recomendação de compra e o texto é baseado em estudos e fatos.

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