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Notícias

XP anuncia que vai entrar no mercado de venda de planos de saúde

Raquel Luciano

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A XP Investimentos anunciou a entrada em um novo segmento: o de saúde e benefícios. A empresa irá atuar em associação com a BTR Benefícios e Seguros.

O foco inicial de atuação são clientes pessoa jurídica de pequeno e médio porte. O início da operação está previsto para o quarto trimestre deste ano.

“O mercado de saúde é uma avenida de crescimento estratégica para a XP. Temos ampliado a oferta de produtos e serviços voltados às pessoas jurídicas, alinhados com a estratégia do Grupo XP de oferecer soluções cada vez mais customizadas para as empresas. Vamos promover uma transformação tão grande quanto a que temos feito em Previdência e Seguro de Vida. Queremos democratizar e simplificar o mercado de planos de saúde e benefícios no Brasil”, afirma em nota Roberto Teixeira, sócio e head da XP Seguridade.

Bruno Autran, CEO da BTR, vai liderar a nova operação. “Nosso objetivo é oferecer uma plataforma completa de gestão de benefícios corporativos, com tecnologia e excelente experiência do usuário, da mesma maneira que a XP já entrega em outras linhas de negócio”, afirma Autran.

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A XP, liderada por Guilherme Benchimol, começou a atuar em seguros há menos de dois anos e já tem mais de R$ 25 bilhões em ativos sob custódia.

Nova operação

A XP deve montar um marketplace, oferecendo planos de inicialmente dez operadoras e seguradoras, incluindo NotreDame Intermédica, SulAmérica, Amil e Unimed.

A empresa fez um aporte na BTR e tem uma opção de call, podendo adquirir 100% da companhia em 12 meses, a depender do atingimento de determinadas metas.

Dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) indicam que existem mais de 48 milhões de usuários em planos de assistência médica e cerca de 27,6 milhões em planos exclusivamente odontológicos. O total de beneficiários é o maior desde julho de 2016.

Segundo a XP, esse acréscimo foi puxado, principalmente, pelos planos coletivos empresariais. “O expressivo crescimento tem sido uma causa do chamado efeito pandemia, que conscientizou a população e, em especial as pequenas e médias empresas, sobre a importância da contratação de planos de saúde e odontológicos”, diz a companhia.

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Lançada há pouco menos de dois anos, a XP Seguridade já possui mais de R$ 25 bilhões de ativos sob custódia. A marca já é a sétima maior do país em previdência e tem liderado as captações líquidas ao longo de 2021.

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Jornalista formada pela Universidade Nove de Julho com experiência na produção de matérias para portais de notícia nos estados do MS, BA, MG e SP. Atualmente é Redatora do Sua Finança.

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Investimentos

B3 anuncia novo índice ESG

Pedro Hostyn

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Na levada dos investimentos do futuro, a bolsa brasileira, a B3, anunciou um novo índice de ESG. E para provar que isso não tem a ver apenas com o meio ambiente, o índice GPTW B3 não contará, necessariamente, com empresas sustentáveis.

Isso porque as empresas consideradas excelentes locais de trabalho comporão o índice. Inclusive, o GPTW é uma sigla para “Great Place to Work” (ótimo lugar para trabalhar, em inglês), nome de uma empresa de consultoria global.

ESG não é meio ambiente?

Não apenas. ESG envolve tudo que diz respeito à sustentabilidade, mas também a praticas sociais mais inclusivas e governança corporativa responsável. E é nessa última área que o índice vai atuar.

Isso porque, através de entrevista a funcionários de empresas listadas, o GPTW terá as empresas listadas em um ranking anual divulgado pela Great Place to Work. Segundo o diretor executivo de Produtos e Dados da B3, Luis Kondic, das 2.000 empresas certificadas pela consultoria, 50 estão na bolsa de valores brasileira. Contudo, isso não quer dizer que todas participarão.

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Apesar disso, esse novo índice também abre portas para que novas empresas busquem a certificação, o que aumenta a confiabilidade do mercado nas companhias, além de modificar práticas prejudiciais dentro das empresas.

B3 ESG GPTW

Foto: GPTW / Reprodução

Quando a B3 lançará o novo índice?

O índice entrará em vigor apenas em 2022, mesma data que será divulgada a lista de empresas do índice. Porém, as empresas devem ser escolhidas de acordo com alguns critérios já estipulados pela bolsa de valores brasileira (B3).

Isso porque as empresas devem ter participado de, pelo menos, 95% dos pregões até hoje. Além disso, o valor da ação das empresas não pode ser menor que R$1,00, o que o mercado chama de “penny stock”. Por último, a ação deve estar entre as 99% primeiras do índice de negociabilidade. Passando nesses quesitos, a empresa entra em mais uma concorrência.

Isso porque o índice será composto por 33 empresas, sendo 22 certificadas pela Great Place to Work, e 11 que se destacam nos quesitos eliminatórios. Apesar disso, o índice dividirá o peso igualmente entre os dois setores. Dessa forma, metade do peso fica nas certificadas, enquanto a outra metade fica nas empresas com boas classificações nos pré-requisitos.

A GPTW considera que a medida é inovadora e que vai impulsionar o mercado de bem-estar dos funcionários das empresas que estão na bolsa. Além disso, a consultoria espera causar impacto positivo nas empresas que desejam fazer o IPO na bolsa.

O GPTW se junta ao Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) e ao Índice Carbono Eficiente (ICO2), que já são realidade na B3. Com isso, a bolsa ainda se mostra aberta aos investimentos do futuro, se aliando com práticas governamentais nacionais e internacionais.

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Economia

IPCA fica acima da expectativa e bate recorde no mês

Pedro Hostyn

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O índice oficial da inflação brasileira, o IPCA, bateu recorde e foi o maior para o mês de setembro desde 1994. A alta ficou acima da prévia (IPCA-15), lançado no dia 24 de setembro.

Para o mês passado, a alta dos preços acumulou 1,16%, o que no anualizado bate os 10%.

Inflação nos dois dígitos

O IPCA anualizado ficou em 10,25%, sendo menor apenas que o anualizado de 2016, quando ficou em 10,36%. O IBGE divulgou as informações hoje pela manhã.

Na época, o Brasil também passava por grave crise econômica e política, com a recente saída, em agosto, da ex-presidente Dilma Rousseff através de um processo de impeachment. Desde lá, a economia está parada e cresce a taxas ínfimas.

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Para o mês de setembro desse ano, a alta também é a maior desde dezembro do ano passado, quando o crescimento dos preços ficou em 1,35%. Com isso, setembro mostrou a maior alta dos preços do ano, mas a tendência é de queda no ritmo da inflação a partir de agora, com as expectativas de 8,5% para o final do ano.

Vale lembrar também que o resultado até então está bem acima do teto estipulado pelo Banco Central para a economia brasileira no início do ano. Para o IPCA esperado, o BC estipulou o centro de 3,75%, com um teto de 5,25%. Com a atual inflação, os preços sobem quase o dobro que o previsto.

IPCA

Foto: Pexels

O que mais pesou

Dos 9 setores pesquisados pelo IBGE, apenas um teve variação negativa, mas outros impactaram fortemente o IPCA do mês passado.

O setor de habitação teve a variação mais forte, 2,56%. Nele está contida a variação da energia elétrica, que ficou acima dos 6% para o mês. Seguindo, o setor de transportes teve variação positiva de 1,86%, impactado principalmente pelo preço da gasolina.

Contudo, o setor de educação teve leve queda de 0,01%, ao contrário do setor de alimentos e bebidas, que subiu 1,02%, seguido por artigos de residência (0,9%), despesas pessoais (0,56%), saúde e cuidados pessoais (0,39%) e vestuário (0,31%). Por último, o setor de comunicação subiu 0,07%.

A energia elétrica, por exemplo, teve impacto em 0,31 ponto percentual na taxa total da inflação mensal, seguida pela gasolina, que impactou 0,14 ponto percentual no IPCA do mês passado.

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O que esperar agora?

Depois da alta do IPCA, o mercado brasileiro pode se preparar para um aumento acima dos 1% na Selic na próxima reunião do COPOM. Isso porque Roberto Campos Neto afirmou que não hesitará em aumentar os juros para conter a inflação.

Por outro lado, os títulos atrelados à inflação devem atingir os valores máximos, dado que a inflação anualizada deve começar a apresentar quedas. A perspectiva, via Boletim Focus, é de uma inflação na casa dos 8,5% no final do ano, mostrando desaceleração em outubro, novembro e dezembro.

Apesar disso, a renda fixa atrelada ao IPCA seguirá dando bons retornos, principalmente àqueles investidores que começaram no início ou no meio do ano de 2021. A renda fixa atrelada ao CDI também deve se comportar com rendimentos atraentes, dado que a expectativa de Selic já tem patamares próximos aos 9% em algumas gestoras.

 

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Notícias

Magnetis lançará ETF de tecnologia

Pedro Hostyn

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A gestora digital Magnetis lançará, no dia 4 de outubro, um ETF ligado a empresas de tecnologia.

Com o código TECB11, o ETF replicará o Índice de Ações Tech Brasil, criado pela Teva Índices.

O que é um ETF

ETF é uma composição de ações que segue determinado índice.

Ele permite uma boa diversificação com poucos valores. Com isso, investidores podem expor seu capital a diferentes países e setores.

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Para saber mais, clique aqui.

Sobre o índice de referência

Empresas ligadas ao setor de tecnologia estão no índice de referência do ETF.

Por isso, empresas de desenvolvimento de softwareshardware, e-commerce ou soluções digitais em geral.

Por isso, o ETF contará com a presença de Magazine Luiza, Pag Seguro, entre outras.

Apesar disso, as empresas de tecnologia são escassas na bolsa brasileira, o que pode dificultar o bom rendimento do ETF no longo prazo. Mesmo assim, vale a pena ficar de olho no novo ETF e em seus concorrentes.

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Isso porque alguns ativos já contam com esse tipo de política, como o NASD11, que investe em 100 empresas de tecnologia da Nasdaq, o TECK11, que investe nas gigantes Facebook, Amazon, Apple, Netflix, Google e mais cinco, além do USTK11 que investe em mais de 300 empresas de tecnologia dos Estados Unidos.

ETF

[Imagem: Pexels – reprodução]

A carteira do novo ETF

A gestora não divulga a carteira do ETF, por uma questão de proteção de estratégia.

Apesar disso, a gestora mostrou ao mercado os cinco maiores ativos na carteira, que correspondem a cerca de 80% do fundo.

As maiores posições são de Stone, Mercado Livre, PagSeguro, Magazine Luiza, Banco Inter. O limite de exposição em cada ativo é de 20%, percentual previsto, inicialmente, para Stone e Mercado Livre.

Dentre os cinco maiores ativos, as três são listadas em bolsa estrangeira e, por isso, o investimento pode ser feito através de BDRs. Com isso, uma taxa extra pode ser cobrada dos investidores indiretamente, além da taxa do ETF.

No total, a carteira do ETF está prevista para conter 23 empresas, apenas. O número é bem menor que os ETFs concorrentes e, por isso, a maior concentração em ativos gera mais riscos aos investidores.

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A taxa prevista do TECB11 está prevista para 0,6%. O valor inicial de cada cota é de R$10 e, no IPO, o valor mínimo de investimento é de R$100,00, ou seja, 10 cotas.

Como usar o ETF a seu favor

Você pode diversificar a sua carteira de ações com esse novo ETF.

Assim, além de investir em empresas de outros ramos, você pode colocar percentuais menores em diferentes ETFs.

Alguns gestores, porém, preferem utilizar ETFs para investir em empresas estrangeiras ou em mercados externos. Essa política é utilizada por ETFs como o IVVB11 e o XINA11, que tem exposições ao mercado americano e chinês, respectivamente.

Apesar disso, o TECB11 surge como uma nova opção aos investidores que, com seu dinheiro, pretendem investir em soluções inovadoras ligadas à tecnologia.

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Ações

Gol aumenta parceria com American Airlines

Pedro Hostyn

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Na manhã dessa quarta-feira (15), a Gol Linhas Aéreas deu um passo adiante na parceria de codeshare com a American Airlines.

O anúncio foi feito pela empresa através de um fato relevante.

O que é codeshare

A palavra em inglês, veiculada pela Gol e comum no setor aéreo, significa uma parceria entre empresas.

Isso porque algumas empresas fazem rotas diferentes de outras e essas parcerias permitem que os clientes voem para mais destinos com as mesmas empresas.

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Assim, um cliente que deseje voar para os Estados Unidos, pode fazer sua escala em São Paulo com a Gol e, de lá, ir para diversos destinos à bordo da American Airlines.

Além disso, diversas rotas feitas pela companhia americana não são feitas pela Gol, principalmente voos domésticos nos Estados Unidos.

Com isso, a Gol aumentou o número de destinos finais, o que deve aumentar o número de clientes.

Uma parceria mais profunda

O novo acordo de codeshare da Gol supera o feito em fevereiro de 2020.

Agora, além de mais destinos finais na América do Norte e do Sul, a parceria será exclusiva.

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Com isso, a Gol poderá fazer codeshare nesses territórios apenas com a American Airlines. O contrário também é válido.

Hoje, a Gol é a maior malha aérea do Brasil e o programa de compartilhamento de voo dá mais um passo no plano internacional da empresa.

Segundo a nota, “essa exclusividade, permite que o Acordo exceda os termos da parceria de codeshare existente entre a GOL e a American, aumentando as oportunidades de viagens aos seus passageiros, assim como melhorando a experiência do Cliente e a posição competitiva da GOL nas rotas que conectam as Américas do Sul e do Norte”.

Gol

[Imagem: shutterstock – reprodução]

Um aporte bilionário

Além da parceria, a Gol também recebeu um aporte bilionário através da compra de ações da companhia.

Estipulado no valor de US$200 milhões (cerca de R$1,053 bi), o acordo prevê a compra de 22,2 milhões de ações da Gol pela American Airlines, o que corresponde a 5,2% da companhia brasileira.

Além disso, o preço de cada ação ficou fixado em US$9,00 por ação, em torno de R$47,00 em cotações atuais.

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Esse aporte vem acima do preço praticado no mercado financeiro, porém Richard Lark, vice-presidente financeiro da Gol, afirma que “o investimento representa o reconhecimento, por uma grande empresa aérea americana, do valor da Companhia como a maior aérea do Brasil e fornecedora do melhor produto”.

Por isso, o valor, que soma aos investimentos próprios da companhia, levantará o capital de longo prazo da companhia para valores acima de R$3,7 bilhões, que serão fundamentais na retomada das atividades, principalmente após a baixa durante a pandemia.

Ações em disparada

Com a notícia, o mercado financeiro acordou de olho na oscilação dos preços da companhia.

Às 10h45, as ações da companhia (GOLL4) subiam em torno de 5,45%, sendo uma das maiores valorizações do Ibovespa.

O índice, por sua vez, operava em queda de 0,48%, ainda com o pessimismo dos rumos políticos do Brasil.

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Economia

Mercado pesa no final e Ibovespa fecha em queda

Pedro Hostyn

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O Ibovespa fechou o dia (14) em queda de 0,15%, com peso concentrado no final do pregão. Reuniões do governo, commodities e bancos afetam o rendimento. Saiba mais!

O que aconteceu no dia

Esta terça-feira (14) marcou a audiência pública sobre o preço da gasolina, que contou com a presença do presidente da Petrobras (PETR3/PETR4), empresa que mais pesa no Ibovespa.

A audiência deu continuidade à troca de farpas entre Luna e Silva (Petrobrás) e Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central.

Segundo o presidente do Banco Central, o repasse de preços para a gasolina, feito pela Petrobrás, está mais rápido que o praticado no mercado. Luna e Silva nega.

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Você pode saber mais sobre isso aqui.

Além disso, o preço das ações da Vale (VALE4) operaram em baixa no dia, influenciado pela queda no preço do minério de ferro. A queda no preço reflete a quinta queda consecutiva da comodity, que já apresenta desvalorização de 20% nos primeiros 14 dias de setembro.

Por isso, o mercado já aposta em queda nos lucros da empresa, o que por sua vez afeta a distribuição de rendimentos e os investimentos em infraestrutura que a empresa havia planejado.

O Banco Central

Voltando ao presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, ele afirmou hoje (14) em um evento que fará o que for preciso para segurar a alta dos preços. Isso confirma as expectativas do mercado de que a Selic pode ficar acima dos 6% previstos pelos economistas no início do ano.

Agora, o mercado já projeta uma Selic na casa dos 8% a 9% no final do ano.

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Por isso, a renda fixa começa a tomar os olhares dos investidores. Isso porque com a alta da Selic, títulos mais seguros acabam ficando mais rentáveis.

Bancos pesaram

Por último, o setor bancário também sofreu forte queda e afetou o Ibovespa. Apesar de não ter motivos diretamente ligados à gestão da empresas, uma alta da Selic poderia impactar os financiamentos das empresas.

Isso porque com a alta dos juros, os financiamentos ficam mais caros e, por isso, tendem a ser menos numerosos.

Você pode saber mais aqui.

Ibovespa

[Imagem: Jefferson Rudy/Agência Senado]

CPI da Covid

O dia também foi marcado por mais uma série de reuniões da CPI da Covid. Apesar de não ter impactado diretamente no Ibovespa, os investidores estão de olho nos desdobramentos.

Hoje (14), a CPI entrevistou Marcos Tolentino. Ele é apontado como um dos sócios da empresa FIB Bank, que teria agido como seguradora na compra de vacinas.

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Para a comissão, Marcos negou que seria um sócio oculto da empresa e refutou as matérias divulgadas na mídia.

Por isso, a CPI da Covid agora passa a investigar se o quadro societário da empresa é composto por “laranjas”, termo dado àqueles que têm o nome no quadro societário, mas não são, na prática, donos da empresa.

Vale lembrar que a compra de vacinas se dá diretamente entre laboratórios e empresas e, por isso, a atuação da Precisa Medicamentos e FIB Bank estariam ocorrendo fora da legalidade.

A CPI marcou para esse mês a data final das suas entrevistas, o que marcaria o início de um relatório definitivo.

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Economia

Agenda da semana: os movimentos políticos

Pedro Hostyn

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Após uma semana conturbada no âmbito político, a agenda da semana conta com julgamentos importantes e que podem definir o futuro do país. Além disso, dados econômicos virão.

Tanto o poder Legislativo, quanto no Judiciário, algumas pautas que afetam Jair Bolsonaro serão analisados e votados.

No Legislativo

O poder legislativo terá uma agenda movimentada.

No Senado, a CPI da Covid fará novas entrevistas em possíveis investigados em fraudes em contratos de compra de vacinas. Na casa, está prevista a oitiva de Marcos Tolentino da Silva, que supostamente seria um sócio oculto da FIB Bank, empresa que teria funcionado como seguradora das compras de vacinas.

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A comissão parlamentar segue investigando as relações entre a Precisa Medicamentos e o Ministério da Saúde.

Já na Câmara, o projeto do Código Eleitoral terá os últimos ajustes para a finalização do projeto que discute o funcionamento das eleições e o comportamento dos partidos políticos.

Além disso, pautas econômicas devem ser analisadas, como a BR do Mar, um programa do Governo Federal que busca fomentar o sistema de cabotagem e o transporte hidroviário do país.

No Supremo

Para o Supremo Tribunal Federal se voltam os olhos, principalmente dos analistas políticos e do mercado financeiro.

Está previsto para terça-feira (14) o julgamento do caso das rachadinhas, que envolve o senador Flávio Bolsonaro (Patriotas – RJ). Na data, será discutido qual o foro adequado para continuar o caso.

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Já na quarta-feira (15), a corte deve retomar o julgamento do marco temporal para demarcação das terras indígenas. Nas últimas semanas, diversos protestos contra o marco foram vistos vindo de grupos indígenas.

Na sexta-feira (17), o Supremo mira um decreto de Bolsonaro que flexibiliza a compra e o porte de armas. O julgamento será em plenário virtual. Os ministros devem apresentar seus votos até sexta-feira da próxima semana (24).

agenda da semana

Foto: Pixabay

Mercado financeiro

Para o mercado financeiro, a agenda da semana vem um pouco mais movimentada.

Isso porque na segunda-feira (13), o boletim Focus mostrará as perspectivas do mercado financeiro para os dados da inflação, juros e câmbio. O Brasil lança o resultado fiscal.

Além disso, na terça-feira (14), os Estados Unidos (CPI) divulgarão os dados da inflação, o que altera a perspectiva econômica do país. No mesmo dia, a China divulga dados da venda do varejo no país.

Por outro lado, na quarta-feira (15), o mercado conhecerá os dados do IBC-Br. O índice é uma prévia do PIB brasileiro. No mesmo dia, a zona do euro lança dados da produção industrial do bloco.

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Previsões

Para o mercado financeiro, apesar da agenda da semana, é esperado uma maior calma nos pregões.

Após uma semana conturbada e com alta volatilidade, os índices devem apresentar-se mais laterais, e grandes variações não devem ser vistas.

Apesar disso, a desarmonia entre os três poderes e uma possível decepção com dados econômicos no mundo podem surpreender.

Além disso, uma maior calmaria nas negociações devem manter os bons preços de entrada nos ativos. Gestoras e fundos de investimentos seguem analisando estratégias e buscando entender mais a fundo o cenário político do país.

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