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Operações: derivativos, títulos públicos federais e setor externo

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O Banco Central do Brasil (BCB) divulgou informações relevantes para a economia, considerando as operações com derivativos, títulos públicos, meios de pagamento e outros fatores relevantes para as estatísticas monetárias. Confira os dados divulgados na data desta publicação, 27 de julho de 2022.

Operações: derivativos, títulos públicos federais e setor externo

As operações com derivativos (R$ 15,4 bilhões), as operações com títulos públicos federais (R$ 9,2 bilhões – resgates líquidos de R$39,4 bilhões no mercado primário e vendas líquidas de R$ 30,2 bilhões no mercado secundário) e as operações do setor externo (R$ 0,4 bilhões). Apresentaram impactos contracionistas os depósitos de instituições financeiras (R$ 10,7 bilhões) e as operações de redesconto e linhas de liquidez (R$ 0,4 bilhões).   

Dados oficiais sobre os meios de pagamento

O Banco Central do Brasil (BCB) destaca que os meios de pagamento restritos (M1) somaram R$ 602,6 bilhões no mês, apresentando aumento de 1,8% no mês, decorrente do crescimento dos depósitos à vista e do papel-moeda em poder do público, em 0,3% e 3,1%, respectivamente. Considerando-se dados dessazonalizados, o M1 avançou 0,5% no mês. 

Recuo de depósitos na poupança

Segundo o Banco Central do Brasil (BCB), o M2 registrou crescimento de 1,6% no mês, totalizando R$ 4,4 trilhões. O saldo dos depósitos de poupança recuou 0,4% no período, somando R$ 1,0 trilhão, após registrar resgates líquidos de R$9,9 bilhões. 

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O saldo dos títulos emitidos por instituições financeiras avançou 2,3%, totalizando R$ 2,8 trilhões. O Banco Central do Brasil (BCB) destaca que o M3 registrou variação de 0,7% no período, totalizando R$9,1 trilhões, refletindo o crescimento do M2 e o crescimento de 0,3% no saldo das quotas de fundos do mercado monetário, que totalizou R$ 4,4 trilhões. O M4 cresceu 0,8% no mês, totalizando R$9,9 trilhões. Em 12 meses a variação foi de 14,3%, conclui a análise oficial do Banco Central do Brasil (BCB).

Alteração nas datas de divulgação dos indicadores de endividamento e comprometimento de renda das famílias

Segundo destaca o Banco Central do Brasil (BCB), a partir destas informações sobre as Estatísticas Monetárias e de Crédito, os dados referentes aos indicadores de endividamento e de comprometimento de renda das famílias voltam a ser divulgados com um mês de defasagem em relação à data de referência das demais estatísticas de crédito, em função de revisão da divulgação da informação relacionada à renda mensal das famílias. 

Portanto, a divulgação oficial do Banco Central do Brasil (BCB) toma por mês de referência o mês de abril de 2022, ao passo em que são publicados os indicadores de endividamento e comprometimento referente ao mês de março de 2022, explica o Banco Central do Brasil (BCB).

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