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Bancos

DeFi: o fim dos grandes bancos?!

Pedro Hostyn

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Uma abreviação para “Descentralized Finance” (finanças descentralizadas, o DeFi é um novo jeito de fazer transações que o mundo vê como algo do futuro. Buscando simplificar as burocracias e retirar gastos adicionais, as finanças descentralizadas tendem a ocupar espaços cada vez maiores.

Com isso, saber como elas funcionam e como utilizá-las é um grande diferencial para quem acredita nesse futuro.

O que é DeFi?

DeFi é uma forma de fazer as mesmas transações de hoje, porém com sistemas mais baratos e, claro, descentralizados. Isso quer dizer que ninguém mais deterá o direito de algo ou, ainda, poderá cobrar sobre algumas transações.

Um exemplo prático e muito famoso é o Bitcoin. A criptomoeda funciona da mesma forma que o dólar e o real. Ou seja, ela serve para comprar coisas ou como uma reserva de valor. E isso dá certo porque as moedas são, na verdade, acordos sociais. Ou seja, digamos que amanhã nenhum brasileiro aceite o real como troca. Ele deixará de existir. E cada vez mais o Bitcoin é aceito no mundo como uma moeda de fato.

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E o mais interessante é que nenhum banco central pode controlar a emissão da moeda, ou sua retirada da economia. Existe um sistema que faz isso automaticamente. A esse sistema dá-se o nome de blockchain.

Por isso, alguns países temem a entrada do Bitcoin, porque ele poderia acabar com a moeda nacional, caso ela seja fraca demais. No caso da China, a moeda não é fraca, mas a característica centralizadora do governo não permitiria uma moeda descentralizada. No caso de El Salvador, o governo busca uma maior inclusão com o mundo, de forma a fomentar sua economia.

DeFi

Foto: Pixabay

Aplicações práticas

Como é uma modalidade muito nova, as aplicações práticas do DeFi ainda são poucas, mas através de um trabalho intelectual, conseguimos prever suas funcionalidades. Isso porque atualmente as moedas do DeFi já são usadas como moedas, de fato. Mas tem mais.

Isso porque alguns contratos inteligentes são fechados através de criptomoedas. É o caso do Ether, um sistema que tem uma moeda digital também (um outro tipo de DeFi). Nela, você pode firmar qualquer contrato, desde compra e venda de imóveis, carros, etc, até contratos de serviços temporários. Nesse caso, o pagamento se dá em ethereum, uma criptomoeda desse sistema. Ficou complicado? Eu dou um exemplo mais palpável.

Recentemente, um grande banco do mundo chamado JPMorgan lançou a Onyx, sua criptomoeda. Dessa forma, dentro dos sistemas do banco, os pagamentos podem ser feitos em Onyx, em vez de dólares. O resto funciona igual. Contudo, a diferença é que quando você firma contratos em moedas tradicionais, como euro, dólar e real, você precisa pagar uma taxa para o dono dela. Chamamos isso de imposto.

Por isso, quando um sistema trabalha sozinho, sem que precise pagar funcionários, é comum que ele não cobre taxas. Por isso que fazer transações com essas moedas sairia mais barato que nas moedas tradicionais.

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Dessa forma, as taxas cobradas pelos bancos poderiam ser extintas, o que representaria o seu fim. Mas talvez o fim dos bancos jamais aconteça. Isso porque DeFi pode ser uma realidade, mas talvez nunca substitua as moedas tradicionais por completo.

 

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Estudante de Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Experiência com o mercado de investimentos e análises políticas fazem parte da rotina. Atualmente, atua como assessor de atendimento e escritor do presente jornal.

Bancos

5 dicas para ter uma conta num banco digital com segurança

Raquel Luciano

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Os banco digital, como Nubank, Next e C6 Bank, têm como proposta oferecer seus serviços de maneira 100% eletrônica, sem enfrentar filas em bancos. O aplicativo dessas fintechs permite abrir uma conta, gerenciá-la, realizar transferências e pagamentos, e fazer investimentos pelo celular.

5 dicas para ter uma conta digital com segurança

Por isso, é importante tomar cuidado especial com o smartphone, já que ele é o principal meio para movimentar a conta em um banco digital.

1. Pesquise sobre o banco antes de abrir uma conta

Uma das principais dicas antes de abrir uma conta digital é pesquisar — e muito — sobre os bancos e comparar todos seus benefícios e desvantagens. É importante verificar fatores como segurança de dados e plataforma de suporte em casos de problemas, além de conferir opiniões de clientes e entrar em contato com o atendimento online de cada plataforma para tirar todas as suas dúvidas.

Outra pesquisa importante é averiguar a nota da fintech no Reclame Aqui. No site de reclamações, é possível verificar os principais relatos de problemas de clientes, se eles foram resolvidos e a taxa de resposta da empresa. Por exemplo, o Nubank tem nota 7.1 de 10, e um índice de resolução de problemas de 71,9%.

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2. Suspeite de contatos fora do app do banco

Os bancos digitais costumam entrar em contato com o cliente apenas pelo aplicativo, por isso sempre desconfie de qualquer contato por redes sociais, e-mail, SMS ou links suspeitos. Nunca acesse sua conta digital por hiperlinks em e-mails, janelas pop-up ou buscadores, tipo o Google. Ao receber alguma mensagem em plataformas diferentes, entre em contato com o suporte oficial do banco.

Além disso, quando estiver no navegador, fique de olho se o link do banco é seguro, conferindo o domínio e baixando antivírus no dispositivo. Também se mantenha informado sobre quaisquer notícias divulgadas em veículos confiáveis, para ficar de olho possíveis novos golpes e acompanhar novidades do seu banco.

3. Cuide da senha de acesso do app

A senha do aplicativo é de extrema importância, porque o código dá acesso às principais funções bancárias. Caso o banco dê a opção de criar a senha, crie uma bem forte, e tenha cuidado para guardá-la de terceiros.

Uma dica essencial na hora de montar o código de segurança é não utilizar sua data de nascimento, número de telefone, endereço, seu nome ou nome de parentes e conhecidos.

É melhor usar aplicativos especializados em criar senhas, e até mesmo o Google Chrome tem uma função do tipo para colaborar com a segurança do usuário.

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Também é interessante nunca compartilhar a senha com ninguém, e não repetir o uso do código do banco em outros serviços, como redes sociais. Por último, lembre-se de mudar sua senha regularmente — o tempo ideal recomendado por bancos é a cada dois meses.

4. Proteja o celular

Proteger o aparelho celular é proteger todos seus dados de aplicativos, inclusive de bancos digitais. O usuário deve manter o smartphone seguro com senha de acesso forte e proteção antivírus.

Também é importante tomar cuidado ao baixar aplicativos na Google Play ou App Store: leia as informações na descrição e veja quais autorizações são requeridas pelo programa. Reconsidere a instalação do app se as permissões forem muito invasivas sem justificativa do serviço.

5. Acesse o banco de preferência só pelo celular

É interessante só acessar aos bancos digitais pelos aplicativos no celular, já que eles recebem constantes atualizações de segurança para identificar possíveis riscos de novos golpes e hackers. No entanto, caso necessite entrar no banco pelo computador, é possível seguir algumas dicas para maior segurança, como nunca acessá-los via Wi-Fi público. Sempre escolha uma rede segura e dê preferência à sua conexão própria.

Além disso, acesse sua conta digitando o endereço na barra do navegador, e procure pelo HTTPS na URL, que indica maior segurança que links apenas com HTTP. Durante as transações, nunca deixe seu computador sem supervisão e saia de todas as suas contas após finalizar o uso.

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Bancos

Conheça o Will Bank, a conta digital sem taxa e que rende 110% do CDI

Raquel Luciano

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O Will Bank é um banco digital disponível para Android e iPhone (iOS) que substitui o Meu pag!. Pelo app, é possível solicitar cartões de débito e crédito, que não possuem taxas de adesão, emissão, mensalidade ou manutenção.

A mudança de nome traz algumas novidades no app, como a disponibilização do novo meio de pagamentos Pix, o rendimento automático do saldo disponível em conta e ainda a possibilidade de guardar dinheiro no app (função similar à do Nubank).

Ao solicitar o cartão da companhia, uma conta digital no Will Bank já é aberta de forma automática. São oferecidos cartões de crédito, débito e virtual, que fica disponível em poucos dias e pode ser usado para efetuar compras na Internet. Todos os cartões emitidos pelo Will Bank estão habilitados para compras internacionais.

Quais são os principais recursos disponíveis na conta?

Os recursos do Meu pag! continuam disponíveis do Will Bank. Desse modo, usuários do banco podem utilizar a conta digital para efetuar pagamentos de boletos, realizar transferências via TED, conferir extratos, além de fazer recargas de celular, saques e depósitos. Uma novidade é que, com o novo app, o saldo disponível em conta rende de forma automática a 110% do CDI.

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O que muda com a troca de marca (de pag! para Will Bank)?

A mudança de marca não deve afetar usuários antigos, já que eles poderão continuar utilizando os cartões pag! como antes. O pagamento das faturas não será alterado, bem como os limites de crédito praticados. No entanto, é necessário atualizar o app para a nova versão — ainda assim, as funcionalidades e serviços continuam os mesmos.

Vale dizer que as redes sociais do Meu pag! vão continuar disponíveis, e os canais de atendimento permanecem iguais. Desse modo, você pode entrar em contato com o Meu pag! pelo chat do aplicativo, do site willbank.com.br ou pelo e-mail “[email protected]” (sem aspas).

Como abrir uma conta no Will Bank?

A abertura da conta é feita de forma automática assim que o usuário solicita o cartão do Will Bank. Para fazer o pedido do cartão, o procedimento pode ser feito pelo app, que está disponível para Android e iPhone (iOS), ou pelo site http://willbank.com.br/quero-cartao/

Para efetuar o cadastro, é necessário preencher todos os dados solicitados pela plataforma. Após o envio da solicitação, o Will Bank analisa o seu perfil e envia uma resposta em até 15 dias.

Quais são as anuidade e taxas do Will Bank?

O Will Bank não cobra por tarifas e taxas de manutenção, anuidade ou mensalidade da conta digital ou dos cartões. No entanto, há a incidência de taxas e juros se o pagamento da fatura for feito com atraso, se o usuário pagar apenas o valor mínimo ou parcelar fatura e se fizer saques na função crédito.

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O pagamento em atraso gera multa de 2% sobre o valor devido, mais 0,38% de IOF e taxa de 0,01118% por dia de atraso. Além disso, os juros chegam a 15,7% por mês. O parcelamento da fatura do cartão tem a cobrança do IOF de 0,38%, mais 0,01118% por dia de atraso e juros de 13,7% ao mês. Além disso, o saque na função crédito tem incidência de juros de 6,99% sobre o valor utilizado.

 

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Banco Inter oferece lança campanha com cashback de até R$ 100

Raquel Luciano

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O Banco Inter anunciou recentemente sua nova campanha, que oferece recompensas ao cliente que investir no Inter Week. Os clientes do banco que participarem poderão acumular pontos, que vão gerar cashback de até R$ 100 para ser gasto no Inter Shop, plataforma de compras online com mais de 140 lojas.

Os pontos poderão ser trocados por R$ 25, R$ 35, R$ 50 ou R$ 100 de cashback. Além disso, outras recompensas, como a possibilidade de transformar o cartão comum na versão Black. No mais, serão sorteados prêmios de R$ 5 mil para gastar no Inter Shop.

A distribuição e contagem dos pontos será realizada por meio de atividades executadas. Desta forma, ao final da semana, o cliente recebe a recompensa referente ao total de pontos acumulados. Confira a seguir:

  • Cadastrar ou ter o perfil de investidor definido (1 ponto);
  • Investir em ativos disponibilizados no portal tesouro direto e custodiar os ativos na Inter DTVM (1 ponto);
  • Investir em debêntures: 2 pontos;
  • Entrar ou fazer parte de uma comunidade de investimentos (1 ponto);
  • Investir em CDB, LCI ou LCA emitidos por terceiros (2 pontos);
  • Investir em ações através do HB (3 pontos);
  • Fazer o cadastro para receber relatórios de equity research do Banco Inter (1 ponto);
  • Investir em fundos de investimento – lista top 50 (2 pontos);
  • Ter um plano de previdência privada ativo ou realizar uma contratação (4 pontos);
  • Investir em CDB ou LCI emitido pelo Inter (1 ponto);
  • Investir em CRI ou CRA (2 pontos).

Critérios para utilização do cashback

São oferecidas premiações a partir de 10 pontos. Para ganhar cashback de R$ 25, é preciso acumular de 10 a 13 pontos. Já para receber R$ 35 de volta, é necessário fazer entre 14 e 16 pontos.

As recompensas maiores em cashback serão liberadas a partir de 17 e 19 pontos, sendo o retorno de R$ 50 e R$ 100, respectivamente. No último caso, o cliente poderá encolher entre o dinheiro de volta e a conversão do cartão para a versão Black.

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Bradesco é autorizado a gerenciar totalmente Banco Digio

Raquel Luciano

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A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a operação pela qual o Bradesco passa a deter indiretamente, de forma isolada, a totalidade do capital social e votante do Banco Digio.

A empresa era integralmente controlada, diretamente, pela Kartra Participações e, indiretamente, pela Elo Participações e pelos grupos Banco do Brasil e Bradesco, por meio da BB EloPar e da Bradescard, respectivamente. A decisão está publicada no Diário Oficial da União (DOU).

Pelo contrato, segundo as empresas informaram em outubro, o Bradesco adquire a participação restante de 49,99% no Banco Digio por R$ 625 milhões, passando a deter, indiretamente, 100% do capital social da empresa. A operação foi realizada entre a Bradescard Elo e a BB Elo.

Em fato relevante quando do anúncio do negócio, o Bradesco informou que o Digio é um banco digital, que disponibiliza aos seus clientes pessoas físicas uma “experiência diferenciada” para realização de suas atividades financeiras e de pagamentos.

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Atualmente, o Digio tem aproximadamente 2 milhões de cartões de crédito e também oferece contas e crédito pessoal aos seus clientes. A sua carteira de crédito é da ordem de R$ 2,5 bilhões.

“Essa transação está alinhada com a estratégia do Bradesco de investir em empresas digitais, complementando de maneira diversificada a sua atuação e atingindo variados públicos, com diferentes modelos”, afirmou o Bradesco.

De acordo com o Banco do Brasil, o impacto estimado no resultado do BB é de aproximadamente R$ 175 milhões, via equivalência patrimonial, e não há efeito material no capital.

Conheça o Banco Digio

O Digio é um banco múltiplo, que opera por meio de uma plataforma digital, voltada para pessoas físicas. É pertencente ao Bradesco O Banco Digio oferece serviços financeiros como operação de conta corrente digital, cartões de crédito, seguros, empréstimos, administra cartões private label, dentre outros serviços.

Em setembro de 2016, o Banco CBSS lançou o Digio, então cartão de crédito digital, para concorrer com a fintech Nubank.

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Já em outubro de 2019, a Elopar decidiu rebatizar o Banco CBSS para Banco Digio e entrar no segmento de contas digitais, o que acontece no início de 2020.

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Méliuz comunica fim de parceria com Banco Pan

Pedro Hostyn

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A Meliuz, aplicativo de cashback, anunciou na última sexta-feira (19) o fim da parceria com o Banco Pan para a emissão de cartões de crédito. Isso porque a empresa, que ainda não poderia fornecer esses serviços, passará a disponibilizar, de forma autônoma, a partir de janeiro.

Apesar do anúncio, os cartões já existentes seguem funcionando normalmente. A medida faz parte de uma nova roupagem da Méliuz para o ano que vem.

O que aconteceu?

A Méliuz decidiu descontinuar os seus serviços com o Banco Pan, devido à reformulação de seu aplicativo, que ocorrerá em janeiro de 2022. Com isso, a empresa de cashback passará a oferecer todos os serviços de forma autônoma. A parceria foi de grande sucesso no início e permitiu o cashback automático em compras em lojas parceiras pela primeira vez no Brasil.

Com isso, a própria empresa emitirá os cartões de crédito, o que torna desnecessária a parceria. Além disso, no novo app, a empresa terá serviços de transferência via PIX e uma modalidade para os apaixonados pelas criptomoedas: o criptoback.

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Esse serviço dará cashback na compra de criptomoedas, que poderão ser executadas dentro do novo aplicativo da Méliuz. A fintech,  altamente digital, busca ter a cara do novo mercado financeiro ao aderir às criptos. A possibilidade de vender e comprar criptoativos será um serviço inovador para os bancos brasileiros. Atualmente, nenhuma instituição financeira do Brasil fornece esses serviços com muita facilidade.

Méliuz está crescendo, mas…

Ao informar seus resultados do terceiro trimestre de 2021, a Méliuz informou que está crescendo, de fato. Isso porque a empresa tem quase 21 milhões de contas abertas, sendo 9,5 milhões de contas ativas. Em relação ao ano passado o crescimento foi de 78% nas contas abertas e de 168% nas contas ativas, o que representa mais de 30 mil contas por dia.

Além disso, a empresa informou ao mercado que atingiu o seu maior GMV desde o início de suas operações. O mercado utiliza o indicador GMV para calcular o volume bruto de mercadorias de empresas que trabalham com o e-commerce.

Apesar desses excelente números em questão de usuários, a empresa fechou com um prejuízo líquido de R$4,5 milhões, o que não agradou o mercado. Apesar disso, o resultado parece fazer parte de um programa de expansão da empresa, que começa a ganhar o gosto dos consumidores brasileiros. Por isso, a expectativa é que a empresa consiga atuar de forma mais forte nessa Black Friday.

Além disso, sobre o cartão de crédito, a empresa informou que o terceiro trimestre de 2021 finalizou com mais de 7 milhões de solicitações da bandeira co-branded com o Banco Pan, que agora deixará de existir. A empresa ainda disse que durante o terceiro trimestre desse ano, os pedidos somaram 1 milhão, contrastando com 1,5 milhão do trimestre passado. Segundo a empresa, “essa redução já era esperada, já que no meio do 3T21 deixamos de fazer qualquer campanha paga de marketing relacionada ao cartão co-branded”, afirma a nota.

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Nubank será patrocinador da Copa do Mundo FIFA 2022

Pedro Hostyn

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Em processo de reserva de cotas para o seu IPO, o Nubank informou ao mercado que será o patrocinador da Copa do Mundo FIFA 2022, que acontece no Catar. O banco será um apoiador regional do evento e, dessa forma, ela ficou com uma das quatro cotas para a América do Sul.

Apesar de não informar o valor, a FIFA divulgou, anteriormente, que cada cota girava em torno de US$8 milhões.

Nubank crescendo

O Nubank está em pleno processo de expansão. O banco já está entre os 5 maiores do Brasil e é um dos principais da América Latina. A instituição ainda deu um passo importante recentemente ao anunciar o seu IPO na bolsa americana. Basicamente, agora o investidor vai poder ser sócio da empresa.

Além disso, o Nubank lançou uma forte campanha para seus clientes. Ao preencher um formulário, o banco dará BDR para seus clientes de forma gratuita. Dessa forma, o cliente ainda mantém aquela imagem amigável que tem da instituição. O resultado dessa campanha: a NuInvest pode se tornar a maior corretora do país.

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O Nubank já é avaliado em mais de US$50 bilhões pelo processo de IPO da NYSE. Com isso, o banco tem valores de mercado que já alcançam grandes concorrentes, como Itaú e Bradesco. Alguns críticos analisam que o banco está supervalorizado; outros dizem que a precificação vem pelo potencial que o Nubank ainda apresenta.

Nubank Copa do Mundo

Foto: Nubank | Divulgação

Por que a Copa do Mundo?

O fato de o Nubank escolher patrocinar a Copa do Mundo da FIFA de 2022, no Catar, não é um acontecimento aleatório. Juntamente com o processo de IPO, o banco busca expandir a sua área de atuação, que deve abranger mais países da América Latina.

Atualmente, o Nubank tem o Brasil e o México como os dois maiores mercados. Outros países ainda ficam como secundários e é exatamente nesses locais que a instituição quer crescer. Dessa forma, o banco consegue se capitalizar mais e continuar seu processo de grande expansão. Vale lembrar que o Nubank deu lucro pela primeira vez apenas nesse ano, dado que a instituição buscava se endividar para promover o crescimento.

A Copa do Mundo é o mais evento futebolístico do mundo e um dos maiores eventos esportivos da atualidade. Com isso, o Nubank conseguirá atingir um público enorme na região onde atua, no caso, a América Latina. Para os que já são clientes, a empresa reforça a conexão da cor roxa com os serviços da empresa, o que também ajuda a fidelizar os atuais usuários.

Além do patrocínio, o Nubank pretende criar arenas locais para transmissão dos jogos, acesso a ingressos do evento e ações exclusivas para promover a Copa do Mundo aos clientes. O diretor de marketing da empresa, Arturo Núñez, afirma que “o futebol tem, como nenhum outro esporte, o poder de unir as pessoas no mundo todo, mas principalmente na América do Sul. Queremos fazer parte desse momento”.

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