Brasileiro deve ficar atento aos JUROS ELEVADOS no país

Os brasileiros continuam enfrentando muitos desafios nos país em 2022. Os preços dos produtos segue muito caros, elevando o custo de vida no Brasil. E, para impedir que esses aumentos fiquem ainda mais expressivos, o Banco Central (BC) elevou por 12 vezes consecutivas a taxa básica de juro da economia, a Selic.

Em resumo, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC manteve a Selic estável nesta semana, em 13,75% ao ano. Embora a notícia seja positiva para os consumidores, pois a taxa de juros não subiu novamente, o patamar elevado em que ela se encontra ainda é sinal de preocupação.

De acordo com a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), os juros cada vez mais elevados no país já encareceram o crédito em 32% para as pessoas físicas e em 45% para as jurídicas.

A saber, o juro médio para as pessoas físicas chegou a 122,65% ao ano. Já a taxa média para as pessoas jurídicas alcançou uma taxa bem menor, de 59,92% ao ano.

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Veja exemplos de como os juros afetam a vida do brasileiro

Em suma, os juros mais altos pressionam ainda mais a renda do brasileiro. Isso acontece porque compras parceladas, geralmente feitas pelas pessoas de renda mais baixa, passam a ter juros mais elevados.

Como o preço de praticamente tudo está mais alto, muita gente acaba atrasando o pagamento das suas dívidas. E esse cenário fica marcado por contas bem mais caras devido aos juros elevados.

Por exemplo, uma pessoa que compra uma geladeira de R$ 1,5 mil e divide o valor em 12 prestações, pagará R$ 6,97 a mais por prestação, totalizando R$ 83,67 no valor final do produto.

Como os juros mais altos encareceram as prestações, pois eles incidem em cada uma delas, o consumidor acaba pagando bem mais caro por itens parcelados.

Em outra situação hipotética, uma pessoa faz uso de R$ 3 mil no rotativo do cartão de crédito por 30 dias. Nesse caso, a conta ficará R$ 93,30 mais cara no mês.

Já um empréstimo pessoal de R$ 5 mil por 12 meses cobrará R$ 29,69 a mais por prestação, chegando a R$ 356,22 no valor total, contando todas as parcelas do empréstimo.

Contudo, quem mais sofrerá com a alta da Selic são os brasileiros que optarem por financiar bens mais caros e que possuem muitas prestações. Por exemplo, o financiamento de um automóvel que custa R$ 40 mil e tem 60 prestações, custará R$ 218,46 a mais por parcela e R$ 13.107,83 a mais ao final do financiamento.

Isso mostra que o cidadão precisa tomar cuidado para não sofrer com os juros elevados. Por isso, o mais indicado é fazer cálculos e sempre levar em consideração a taxa Selic atual, de 13,75% ao ano, que encarece fortemente o crédito no país.

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